Creating Reports in Microsoft Excel and Visual Studio 2010 (Team Foundation Server 2010)

There are a lot of out-of-box reports available with Visual Studio 2010. These reports vary depending upon the Process Template selected to create Team Project (MSF for Agile Version 5.0 or MSF for CMMI version 5.0).  With Visual Studio 2010, dashboards reports are also added. There are many reports which are in Microsoft Excel. We can differentiate all these reports under 3 categories, Report Manager Reports, Excel Reports and Dashboards.
 In this article, we will focus on how a new report can be created with Excel and also how an existing report can be modified using Excel.
Let us see how to create a report using WorkItem Query and view in Excel
We can select flat list query to generate report.
1.    Select ‘New Query’ from Team Explorer and select Type of Query as Flat List (the default choice) as follows.
NewQuery2
You will observe that the query is referring to the current project. Run the query for all WorkItems for which the state is Active. Select the option of Create Report in Microsoft Excel
FlatList
OR
If a query is already created and saved in Team Foundation Server, open a new workbook in from Microsoft Excel and select New Report tab. Connect to Team Foundation Server and then select query.
 
2.    You can generate 2 kinds of reports. One for current and the other for trend reports (6 reports in all).

NewWorkItem
3.    Click on Finish to view all these reports in separate worksheets. The first worksheet shows the table of contents as follows

NewQuery
 
4.    Now we can view all the reports by just selecting the one. The last link for ‘How to: Edit reports in Microsoft Excel’ requires internet connection or connectivity to the proxy server.
Some of the reports are as follows:

workItem
WorkItem_1

The last report showing trend for work items assigned.
 
5.    The ‘Column Options’ provide a way to customize the columns to be added to report.
 
6.    This new report can be saved along with other existing reports which are then reflected on the project portal with Excel reports.
We can do the modification to the existing report by opening it in Microsoft Excel and doing changes. Follow these steps:
a.    Connect to the Team Project by using Team Explorer. Double click the report to be changed from Documents – Excel Reports.

CodeChurn
The report will be opened after giving a warning for opening the file.
 
b.    The default report is shown for last 4 weeks. I removed the Row label and it shows as follows
SSGS
It shows total number of lines added, modified and deleted for all the projects in DefaultCollection.
 
c.    We can change the parameter selection to suit our requirement. In this case it is selected for a particular team project and only for one for one of the area hierarchy from it

SSGS_1 
 
which will reflect on the number of lines as follows
Value
 

d.    Further customization is done to add Month as Row Label and it looks as follows

UserInterface
 
e.    The modified report can be replaced with the existing report or a new report can be saved keeping the original intact.
Note: Microsoft Office with Excel should be installed on the box which has Team Explorer installed and is in the same domain as Team Foundation Server.
In next article we will discuss how to add a report to Project Dashboard as a web part.

 

 

 

 

 

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ReadOnly ASP.NET TextBox at RunTime using jQuery

n this short and simple article, we will see how to check a condition and make a TextBox readonly at runtime using jQuery.
This article is a chapter from my EBook called 51 Recipes with jQuery and ASP.NET Controls. The chapter has been modified a little to publish it as an article.
Note that for demonstration purposes, I have included jQuery code in the same page. Ideally, these resources should be created in separate folders for maintainability. The code shown below has been tested on IE7, IE8, Firefox 3, Chrome 2 and Safari 4.
Let us quickly jump to the solution to check if the TextBox has some value in it and make it read-only.
<head id=”Head1″ runat=”server”>
    <title>Make TextBoxes ReadOnly at RunTime</title>
   
    <script type=”text/javascript”
    </script>      
   
    <script type=”text/javascript”>
        $(function ()
        {
            $(‘input:text[value!=]’).each(function ()
            {
                $(this).attr(‘readonly’, true);
            });
        });
    </script>
</head>
<body>
    <form id=”form1″ runat=”server”>
    <div class=”bigDiv”>
        <h2>Make TextBoxes ReadOnly at RunTime</h2><br />
        <asp:TextBox ID=”tb1″ runat=”server” Text=”ReadOnlyText”/><br />
        <asp:TextBox ID=”tb2″ runat=”server” Text=””/><br />
        <asp:TextBox ID=”tb3″ runat=”server” Text=””/><br />
        <asp:TextBox ID=”tb4″ runat=”server” Text=”ReadOnlyText” />
        <br /><br />
        Tip: 1st and 4th TextBoxes have been made read-only
        and cannot be edited
    </div>
    </form>
</body>
</html>
 
This is a very common requirement that most developers face on a daily basis. While editing a form, textboxes that have text in it, should be made read-only. The code shown in the example filters the textboxes that have values in it (tb1 and tb4) and applies the ‘readonly’ attribute to them.
$(‘input:text[value!=]’).each(function() {
     $(this).attr(‘readonly’, true);
});
When the document loads, the user is able to enter text in the second and third textboxes, but not in the first and fourth, since they are now read-only. It is that simple!
TextBox

Windows 7 vende 7 cópias por segundo

Parece que o 7 é o número da sorte da Microsoft.

O Windows 7, que eu acredito que foi uma grande evolução nos sistemas operacionais da Microsoft, está vendendo cerca de sete cópias por segundo desde que foi lançado em outubro do ano passado. No total, ele já vendeu cerca de 150 milhões de cópias (quase a população do Brasil).

Segundo a Microsoft, o Windows 7 se tornou o “sistema operacional que mais se vende rápido do mundo”. Muitas empresas estão testando o sistema antes de efetuar a compra. Segundo a MS, estima-se que cerca de 75% das empresas estão em fase de “testes”. A maioria delas pulou do Windows XP para o Windows 7, pulando assim o Vista.

Nesse ritmo, a Microsoft está vendendo cerca de 25 mil cópias do Windows 7 por hora e em pouco mais de um semestre, alcançará a marca de 300 milhões. É claro que esse número pode mudar, tanto para baixo, quanto para cima. O que é indiscutível, porém, é o sucesso dessa versão, já bastante consolidada.

Fonte: TechCrunch.

Como criar o blog de que a sua empresa precisa

Cada vez mais as empresas estão buscando maneiras de se comunicar através da internet. Uma das opções é a criação de um blog, com participação efetiva dos internautas com mensagens e comentários. Mas antes de criar um blog é preciso considerar alguns pontos.

O primeiro deles é que um blog deve ser tratado como um produto de comunicação, como se trata uma revista impressa ou um programa de televisão.

A forma como será feito o blog, ou os blogs, já que a sua estratégia pode incluir mais de um desses produtos, depende justamente das suas necessidades:

 

1. Notícias e releases

Muitos empresários ainda não descobriram, mas aquela área “notícias” no menu do site da sua empresa está cada vez mais perdendo a importância.

Mesmo assim, em alguns casos, ter um espaço para divulgar releases e publicar informações exclusivas ou relevantes pode ser necessário.

Um blog bem feito pode tornar esta área num atrativo.

 

2. Referência de conteúdo

Se você tem bons profissionais em sua empresa e quer torná-la uma referência em determinada área, um blog talvez seja uma boa solução para você. Muito mais barato e, a médio prazo, muito mais abrangente do que um artigo publicado numa revista semanal. Ter um blog para publicação de artigos, apresentações e reflexões produzidas por seus profissionais certamente trará bons resultados.

 

3. Atendimento e ouvidoria

Seu blog também pode ser uma boa extensão da sua central de atendimento ou da sua ouvidoria. Se você criar uma dinâmica de respostas coerentes, com qualidade e rapidez, além de ter disponível uma base de informações riquíssimas para seu negócio, ainda poderá reduzir os custos com telemarketing e com a grana que sobrar ainda caprichar na cesta de Natal para os funcionários.

 

4. Inovação e tendências

No dia em que a sua empresa estiver pronta para ditar tendências e implantar inovações no mercado, o seu blog corporativo pode ser uma boa plataforma de testes. A divulgação de etapas de um processo, o compartilhamento de uma determinada dificuldade num projeto pode gerar excelentes resultados se publicados num blog. Basta saber cultivar e gerenciar a comunidade em volta dele e de sua marca

 

5. Gestão de crise e transparência

Aquele escândalo estourou e você não sabe o que fazer? Os jornais publicam informações tendenciosas sobre seus negócios ou produtos? Um blog para ajudar a gerir a crise, ou para esclarecer questões pontuais sobre declarações e entrevistas é um bom caminho. Aproveite a internet para dar o famoso “outro lado” da história e ganhe a confiança do seu consumidor. No mínimo você estará participando do debate. Use este espaço também para abrir suas contas, apresentar suas metas para o trimestre, o que pode ser um grande diferencial competitivo.

Bem, mas isso é apenas o começo. Uma vez que você definiu a natureza do conteúdo do seu blog, está na hora de você entrar na rede. Procure todos os blogs que falam sobre sua empresa, sua marca ou sobre os assuntos relacionados aos que você pretende publicar. Deixe comentários, inclua tantos links quanto forem possíveis e faça referências aos conteúdos deles em seu blog. Responda aos comentários e faça referência a alguns comentários em seus posts. Agora só falta uma coisa: invista em boas práticas. Aqui, algumas dicas para você conferir:

1  Atualizar frequentemente o blog. Não precisa ser todo dia, mas, sempre que possível. Nenhum internauta gosta de acessar um endereço e encontrar sempre o mesmo conteúdo. Dá a impressão de descaso com quem visita o blog.

2  Tudo que for colocado no blog tem que ser escrito de maneira objetiva, direta, em português claro ou inglês, se seu público for globalizado. O tamanho do texto deve variar de acordo com seu público, mas o ideal é seja mais curto, chegando, no máximo, a 25 ou 30 linhas.

3  Promova o seu blog em outras redes, que são a porta de entrada para um mundo com milhões de consumidores. Basta pensar que um Facebook, por exemplo, tem em torno de 350 milhões de usuários no mundo inteiro. É a vitrine perfeita para o blog de sua empresa. Integre a publicação dos seus posts com o Twitter e seja ativo nas comuidades relevantes do Orkut.

4  Utilize um design simples, funcional e atrativo, visualmente agradável, que revele uma personalidade própria. Destaque a sua marca quando puder. O blog tem que atender e inspirar o visitante que vem em busca de uma determinada informação, para que ele retorne.

5  Entenda, invista e aplique técnicas de SEO. Seu blog precisa ser encontrado. Lembre-se que cada post publicado tem que ter o potencial de “primeira página”, já que muitas visitas ao blog têm origem nos buscadores. Títulos, palavras-chave e o corpo do texto devem ser escritos levando em consideração os critérios de encontrabilidade.

Fonte: imasters.uol.com.br

Gestalt do objeto em websites – Parte 01

Este é o primeiro de uma série de artigos que falarão sobre as leis ou princípios da Escola Gestalt aplicados ao desenvolvimento do design de websites. 

A Gestalt é uma Escola de Psicologia Experimental que teve como seus maiores pensadores Max WerTheimer (1880/1943), Wolfgang Kohler (1887/1967) e Kurt Koffka (1886/1941), da Universidade de Frankfurt, na Alemanha. Eles realizaram vários testes práticos de onde extraíram princípios, forças elementares da percepção visual humana, com base em suas observações. Segundo os teóricos, os humanos vêem, percebem os objetos não como figuras decompostas em outras menores e isoladas, mas sim como objetos relacionados, onde uma parte depende de outra para formar um chamado “todo”. Percebemos tal totalidade de maneira inconsciente e automática devido a forças internas fisiológicas e involuntárias, as quais chamaremos, neste artigo, conforme definido em tal Escola, de princípios ou leis. 

[…] a palavra Gestalt [pronuncia-se ‘GUESTALT’] (plural gestalten) é um termo intraduzível do idioma alemão para o português. O dicionário eletrônico Michaelis apresenta como possibilidades as palavras figura, forma, feição, aparência, porte, estatura, conformação, vulto, às quais ainda se pode acrescentar estrutura e configuração (Instituto Gestalt de São Paulo).

Gestalt tem como significado uma integração de partes em oposição à soma do todo. Através da Gestalt, obtemos respostas aos porquês de certas organizações visuais transmitirem harmonia e agradarem mais que outras. Quando alguém entra em um ambiente, um restaurante, e ao olhar a sua volta percebe algo que o incomoda, mas que ele não consegue definir o que é, na verdade, são as leis da Gestalt que estão atuando (Revista Webdesign, 2007).

Assim também é com websites.

Olhamos, percebemos todo o visual do site, mas existe algo que nos incomoda que faz com que sejamos distraídos do objetivo principal, mas que não sabemos definir o que é. A hipótese da Gestalt atribui ao sistema nervoso centrar um dinamismo auto-regulador para explicar a origem dessas forças integradoras que, à procura de sua própria estabilidade, tende a organizar as formas em todos coerentes e unificados. Essas constantes das forças de organização são o que os gestalistas chamam de padrões, fatores, princípios básicos ou leis de organização da forma perceptual. São essas forças ou esses princípios que explicam por que vemos as coisas de uma determinada maneira e não de outra (GOMES FILHO, 2006, p.20).

DONDIS (2003, p. 22) afirma que um dos trabalhos mais significativos no campo da abordagem da questão da procedência do significado nas artes visuais foi o realizado “pelos psicólogos da Gestalt, cujo principal interesse tem sido os princípios da organização perceptiva, o processo da configuração de um todo a partir das partes”. 

De acordo com a Gestalt, a arte se funda no princípio da pregnância da forma. Ou seja, na formação de imagens, fatores de equilíbrio, clareza e harmonia visual constituem para o ser humano uma necessidade e, por isso, são considerados indispensáveis, seja numa obra de arte, num produto industrial, numa peça gráfica, num edifício, numa escultura ou em qualquer outro tipo de manifestação visual (GOMES FILHO, 2006, p.17).

As leis ou princípios que descrevem o comportamento cerebral perceptivo humano, descritos pelas leis formuladas por esta escola no campo da Psicologia Perceptual da Forma, fornecem um instrumental para a concepção de trabalhos gráficos mais consistentes, organizados e com um design que transmita a mensagem publicitária de tal forma que o usuário venha a captar o que está sendo anunciado rapidamente e ainda mais, podendo este ainda ter uma melhor experiência em termos de navegabilidade e aproveitamento do tempo em que está à procura de algo de interesse dele.

A Internet tem sido cada vez mais utilizada como mídia publicitária, o que, inevitavelmente, em breve a tornará a principal mídia neste ramo. Isso gera uma uma preocupação em relação aos designs de sites, se estão propiciando a transmissão da mensagem de forma rápida e plena. Tão grande é a importância de tal assunto que as equipes de planejamento e criação das agências digitais e publicitárias estão buscando meios e técnicas que ajudem na resolução desta questão. Lembrando aqui que não temos a utopia de tentar esgotar tal assunto, visto que a internet é uma mídia relativamente nova e a aplicação das leis da boa forma da Escola Gestalt neste meio carece de material didático especializado, sendo que estas próprias leis da percepção da forma são “…uma linha de pesquisa extensa pela sua abrangência e seus temas inesgotáveis” (GOMES FILHO, 2006). E quando falamos em leis da boa forma, nos referimos a padrões de leitura visual, o que implica na necessidade de um alfabetismo visual.

Devemos buscar o alfabetismo visual em muitos lugares e de muitas maneiras, nos métodos de treinamento de artistas, na formação técnicas de artesãos, na teoria psicológica, na natureza e no funcionamento fisiológico do próprio organismo humano. (DONDIS, 2003, p.18)

Assim, pode-se afirmar que a Gestalt nada mais é que um caminho entre tantos outros que têm por objetivo estabelecer princípios gerais para a melhoria do design em um determinado meio com vistas a atingir de forma positiva os indivíduos que percebem a mensagem transmitida. João Gomes filho, no seu livro Gestalt do Objeto Sistema de Leitura Visual da Forma, implementa um sistema de leitura visual com base nas leis ou teorias da Escola Gestalt, traduzindo conceituações ou formulações abstratas e geométricas em aplicações conceituais práticas para serem aplicadas no design de objetos em qualquer meio.

Constatamos que muitos dos conceitos e fatores da organização formal estudados pelos psicólogos da Gestalt coincidiam exatamente com as nossas preocupações e práticas projetuais relativas à concepção de produtos com configurações formais fundamentadas nos princípios de ordenação, equilíbrio, clareza e harmonia visual, alicerces da formulação gestalística no campo da percepção da forma […] poderíamos avançar com a abrangência deste sistema de leitura para estendê-lo, não só ao campo do design e suas diversas especializações, mas a todos os modos de manifestações visuais… (GOMES FILHO, 2006, p.13)

Sobre a necessidade do estudo da linguagem visual com fins de aplicação nos ramos da comunicação social em geral, não nos baseamos em questões puramente tradicionais, e sim na importância natural humana que se dá ao que se vê. SILVA (2008) apud SANTAELLA (1993, p.11) diz:

[…] 75% da percepção humana é visual. A segunda em importância cabe ao ouvido, com 20%, e aos demais sentidos, representados por olfato, paladar e tato, 5%. Fica evidente o domínio absoluto do sentido visual como elemento mediador das atividades do homem.

Donis A. Dondis, em seu livro “Sintaxe da Linguagem Visual”, corrobora o dito anterior:

Não é difícil de detectar a tendência à informação visual no comportamento humano. Buscamos um reforço visual de nosso conhecimento por muitas razões; a mais importante delas é o caracter direto da informação, a proximidade da experiência real […] Em textos impressos, a palavra é o elemento fundamental, enquanto os fatores visuais, como o cenário físico, o formato e a ilustração, são secundários ou necessários apenas como apoio. Nos modernos meios de comunicação acontece exatamente o contrário. (DONDIS, 2003, p.6,12)

Com base nesses conceitos, nossa abordagem será tanto na questão da funcionalidade quanto da mensagem comunicativa, qualidades do design, sendo que os Websites são produtos visuais responsáveis por oferecer não só funcionalidades, mas também transmitir a mensagem publicitária e direcionar a atenção dos usuários para produtos e serviços convencionais que satisfaçam as necessidades e os desejos das pessoas.

Entende-se por design a melhoria dos aspectos funcionais, ergonômicos e visuais dos produtos, de modo a atender às necessidades do consumidor, melhorando o conforto, a comunicação, a segurança e a satisfação dos usuários. (FAVA, 2006, p. 11)

Nós próximos artigos falaremos sobre o comportamento do internauta e as necessidades da adequação do design, introdução a Escola Gestalt e suas teorias e aplicações práticas de leis gestalísticas na composição visual de páginas de internet.

Referências

  • GESTALT como processo de alfabetização visual. Revista Webdesign, Rio de Janeiro, n. 37, p. 31-37, Janeiro, 2007.
  • DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 
  • FAVA, Ricardo Almeida. Design Gráfico. Ricardo Almeida Fava. Dourados: UNIGRAN, 2006. 
  • GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: Sintaxe da Leitura Visual da Forma. 7a Ed. São Paulo: Escrituras, 2006. 
  • RIBEIRO, Jorge Ponciano. Gestalt – refazendo um caminho. 7a Ed. São Paulo: Summus Editorial, 1985. 
  • SILVA, Rafael Souza (Org.). Discursos simbólicos da mídia. São Paulo: Edições Loyola, 2005. 

Fonte: Fabio Aires   – imasters.uol.com.br

Kinect, novo sistema de controle de movimento para Xbox 360, foi apresentado durante a E3 Expo

Kinect, novo sistema de controle de movimento para Xbox 360, foi apresentado durante a E3 Expo O Kinect, novo sistema de controle de movimento para Xbox 360, antes batizado de Projeto Natal, foi apresentado ao publico durante a E3 Expo, uma das feiras de games mais famosas do mundo. Alguns novos recursos e jogos ja sao conhecidos e tornaram o console ainda mais desejado. Fique por dentro das novidades em Xbox.com.