Quatro pegadinhas das métricas em TI

Medir os resultados de maneira correta depende do entendimento claro do que a companhia quer realizar.

Por Bob Lewis, Infoworld (EUA)

Era um help desk excelente. Então, seu CIO, querendo resultados mensuráveis, estabeleceu que a métrica de incidentes resolvidos por semana era adequada para a avaliação de desempenho. A empresa em questão tinha três unidades de help desk: uma para cada local importante. O resultado de uma delas foi muito pior que a das outras duas, e foi castigada por isso.

O que ele estava fazendo de errado? Ser eficiente demais. Seus gestores tinham estabelecido um programa de autosuficiência dos usuários que reduziu muito o número de chamados. Os analistas consumiram bastante tempo educando os funcionários a serem mais independentes e sofisticados no uso da tecnologia. O resultado foi menos incidentes para resolver, juntamente com níveis mais elevados de eficácia dos funcionários.

Moral da história: seu resultado nitidamente superior, resultou em métricas de desempenho pobres.

“Você não pode gerenciar o que não pode medir”, afirma o lendário guru da administração Peter Drucker. Ele está certo, mas não o suficiente. O fato é que é muito mais fácil obter métricas erradas do que certas, e o dano causado a partir das métricas erradas geralmente excede o benefício potencial das métricas certas.

A métrica certa depende do entendimento claro do que a companhia quer realizar. Imagine que em vez de trabalhar em TI você seja um policial rodoviário. Se seu objetivo é pegar quem anda acima da velocidade máxima permitida, sua métrica será o maior número de multas emitidas por agente por hora. Se, por outro lado, seu objetivo for minimizar a quantidade de excesso de velocidade nas estradas, você vai garantir que cada carro da polícia esteja altamente visível, e a métrica passará a ser o menor quantidade de multas emitidas.

Uma razão aparentemente inteligente nem sempre é realmente inteligente

Qualquer objetivo que não possa ser transformado claramente em um número permite a manipulação para que os interessados o considerem atingido ou não. Talvez sua organização não tenha definido as métricas necessárias para avaliar um objetivo. Muitas vezes, elas e os instrumentos para chegar a elas, são especificados antes da definição do objetivo. E talez aí esteja o “x” da questão.

A SMART é uma técnica de definição de metas muito popular. Ela representa (com algumas variações) os objetivos específicos, mensuráveis, atingíveis, realistas e e em tempo (ou com prazo).

Quem poderia argumentar contra uma técnica de formulação de objetivos como essa? A resposta: quem prefere a prevenção para a solução de problemas, ainda que, com poucas exceções, as ações preventivas sejam mais difíceis de medir.

A prevenção bem-sucedida é indistinguível na ausência de risco. Qualquer um que tenha trabalhado em projetos Y2K, sabe bem. Muitos foram acusados de desperdiçar dinheiro da empresa em um falso problema diante da não ocorrência do caos anunciado para o dia 1º de janeiro de 2000.

Será que eles definiram claramente o método ou sistema de medição que seria usado para monitorar o seu objetivo: evitar a parada dos sistemas com a troca da data?

Há, ao que parece, quatro maneiras diferentes de realizar métricas erradas. Você pode:

– Medir as coisas certas de forma ruim.

– Medir as coisas erradas, bem ou mal.

– Negligência a medição de algo importante.

– Estender as métricas a funcionários individuais.

O primeiro problema é o mais fácil de evitar. Depois de saber o que você precisa medir – quais são seus objetivos – as falhas mais comuns são fáceis de detectar e corrigir. Um exemplo comum é não dar pesos diferentes para atividades diferentes. Nosso exemplo de help desk teria falhado este teste, mesmo que a taxa de resolução fosse a medida certa: todas as chamadas para o help desk foram contadas de forma igual, mesmo que resultassem em quantidades dramaticamente diferentes de tempo para resolução dos problemas.

O segundo problema é mais difícil de detectar. Foi o pecado cometido no caso do help desk. A taxa de resolução não era o elemento mais importante para medir. O tempo de trabalho do usuário gasto para resolver dificuldades técnicas é o que importa.

As empresas devem querer também que seus funcionários aproveitem ao máximo as ferramentas disponíveis para eles. É um outro objetivo muito importante e de difícil mensuração. O gerente de help desk reconhecia essa importância e instituiu programas nessa direção.

E aí chegamos na quarta e mais polêmica falácia métricas – ampliar as métricas para funcionários individuais. Por mais tentadora que seja, é quase sempre uma proposta perdedora, porque os empregados quase sempre descobrirão as formas como as métricas são aplicadas.

Métricas não importam se não forem associadas a maneiras de saber se a organização está ou não alcançando os objetivos mais importantes. Caso contrário, seus administradores estarão voando sem instrumentos. O desafio é medir direito, porque há coisas piores do que voar sem instrumentos. Entre elas, voar com base em instrumentos que permitem leituras falsas.

 fonte: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2011/12/14/quatro-pegadinhas-das-metricas-em-ti/

 

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17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br

O país não vai parar

Ao contrário do que dizem os alarmistas de plantão, o ciclo de crescimento da economia brasileira não foi interrompido – e deverá ser ainda mais vigoroso em 2012

Mariana Queiroz Barboza

A TODO VAPOR
Obras como as hidrelétricas de Santo Antônio (foto) e Jirau geraram 25 mil empregos
Assim que o governo divulgou o crescimento zero do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no terceiro trimestre, a ala dos catastrofistas tratou logo de entrar em ação. Não faltaram prognósticos negativos a respeito da economia do País e houve até quem falasse em risco de recessão no futuro próximo. Apesar do esforço dos alarmistas para provar o contrário, o ciclo do crescimento não foi interrompido. O Brasil não parou – e não vai parar. “Aqueles que, no início do ano, disseram que nós teríamos graves problemas diante do encolhimento do mercado internacional não foram corretos nas suas previsões”, disse a presidenta Dilma Rousseff. “O resultado trimestral não é esse monstro todo que estão imaginando”, afirma Jorge Abrahão, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “Tem muito a ver com o momento de precaução que estamos vivendo na economia global e reflete as medidas de contenção do crédito tomadas no início do ano.”

Basta um olhar mais atento nos números de 2011 para perceber que o pessimismo não se justifica. O PIB deve encerrar o ano com alta de 3%, o que está muito longe de representar uma tragédia. A inflação continua controlada, empregos estão sendo gerados, as exportações batem recordes históricos e a renda das famílias segue em processo de expansão (leia quadro). Um dos principais termômetros do vigor da economia de um país, o setor de consumo só traz boas notícias. Em 2011, o comércio brasileiro deve crescer 7% em relação a 2010, marca comparável à performance chinesa. Para o fim do ano, as estimativas são ainda mais animadoras. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) calcula que o comércio paulista deve movimentar R$ 33,86 bilhões em dezembro, o equivalente a R$ 3 bilhões a mais do que foi gasto no mesmo mês do ano passado. Presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato faz uma interessante ponderação. “O número é ainda mais expressivo quando se considera a base alta do ano passado.” Ou seja, os brasileiros estão confiantes para comprar e, assim, alimentar o crescimento da economia.

Entre o empresariado, não são poucas as vozes que discordam dos alarmistas de plantão. “Tenho absoluta certeza de que o Brasil terá um ano muito positivo em 2012”, diz Marcelo Odebrecht, presidente da construtora Odebrecht, uma das maiores do País. “Tivemos um 2011 excepcional, o que me deixa ainda mais otimista com os rumos da economia brasileira”, afirma Rômulo Dias, presidente da Cielo, empresa líder no mercado nacional de cartões e que até a semana passada estava em primeiro lugar na lista das maiores altas de ações cotadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Na indústria automobilística, enquanto os europeus passam por forte retração e os americanos comemoram pequenas aceleradas na venda de carros, os brasileiros contabilizam recordes. Presidente da Audi, marca que em 2011 comemorou um avanço de impressionantes 70% na venda de automóveis, Paulo Sérgio Kakinoff define assim o desempenho de sua companhia no ano: “Foi espetacular.”

Não faltam motivos para supor que, em 2012, os números da economia brasileira possam vir ainda mais fortes. Além dos juros menores, conforme prevê a maioria dos economistas, do crédito em expansão e dos incentivos fiscais, está previsto para janeiro um reajuste de 14% no salário mínimo, o que trará impactos significativos à renda dos trabalhadores e aposentados. Nesse ciclo, o mercado interno seguirá aquecido. “Só uma catástrofe externa pode afastar o País do crescimento que o governo projeta”, diz Jorge Abrahão, do Ipea. Mesmo no caso de forte retração global, grandes investimentos em obras de infraestrutura não serão paralisados. Vale lembrar, nos próximos quatro anos o Brasil vai sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada – o que certamente vai exigir uma avalanche de recursos. Além disso, algumas das maiores obras de engenharia do planeta estão sendo executadas no Brasil. As hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, para citar apenas alguns exemplos, consumiram recursos de R$ 29 bilhões e geraram 25 mil empregos. Isso sem falar em Belo Monte, que ainda não deslanchou, e em outras obras do PAC. Que crise é essa? 

G_Crise-1.jpg

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/182285_O+PAIS+NAO+VAI+PARAR

Mídia social não é prioridade para fidelizar, diz pesquisa

Fonte:http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/midia-social-nao-e-prioridade-para-fidelizar-diz-pesquisa

Mídia social não é prioridade para fidelizar, diz pesquisa

Apenas a presença na internet não é suficiente. Possibilitar uma comunicação fácil e eficiente com a empresa é o essencial para 53% dos entrevistados

Fernanda Salem, do

Logotipos de redes sociais

Os resultados mostram que o cliente está mais propenso a desenvolver fidelidade com as marcas que gerenciam a comunicação

Rio de Janeiro – A presença em mídias sociais não é prioridade para os consumidores na hora de inspirar compras repetidas e fidelidade à marca.

Uma pesquisa da Pitney Bowes revelou que apenas 18% são motivados pelas ações na internet de pequenas empresas e 25% disseram que o método é eficaz para as maiores marcas. Foram entrevistados seis mil consumidores nos Estados Unidos e na Europa.

Os resultados mostram que o cliente está mais propenso a desenvolver fidelidade com as marcas que gerenciam a comunicação. O principal, para 53%, é fornecer uma maneira fácil e eficiente de entrar em contato com a empresa.

Em segundo lugar, está a entrega em domicílio, com 52%. Em seguida, aparecem empatadas as opções: dar aos consumidores a oportunidade de participar com sua opinião no desenvolvimento de produtos e serviços e disponibilizar controles para a seleção dos canais preferidos e a frequência das comunicações, ambos com 46%.

No âmbito da internet, a medida menos eficaz para os entrevistados são as páginas personalizadas, com 14% para pequenas empresas e 20% para grandes, e comunidades on-line de clientes, com 24% para companhias de pequeno porte e 29% para as maiores.

6 sinais de que você tem problema para interagir no trabalho

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-sinais-de-que-voce-tem-problema-para-interagir-no-trabalho?page=2&slug_name=6-sinais-de-que-voce-tem-problema-para-interagir-no-trabalho

Especialistas mostram como avaliar seu comportamento para você voltar a ser ouvido no ambiente corporativo

Getty Images

Homem no escritório

O profissional deve avaliar se as suas atitudes contribuem para o afastamento dos colegas

São Paulo – Se você constantemente tem problemas de comunicação ou interação com o colega de trabalho, chefe ou cliente, atenção. Você pode estar colocando a sua carreira em risco.

É comum cometer deslizesde comunicação na hora da entrevista devido ao nervosismo da situação. Mas não é um bom sinal quando vira parte da rotina o profissional se sentir deslocado ou frustrado por nunca ser ouvido.

“Ter bons relacionamentos no trabalho é um sinal de sucesso. Essa é uma habilidade essencial para a carreira. Quem não tem, precisa desenvolver”, afirma Tarcísio Abreu, professor de recursos humanos e planejamento empresarial da pós-graduação do Ibmec Brasília.

Confira abaixo seis sinais que mostram que você precisa melhorar a sua comunicação no trabalho:

1 Ninguém presta atenção no que você fala

Claudia Monari, diretora de outplacement e planejamento de carreira da Career Center, afirma que se o profissional sentir que ninguém nunca aceita as opiniões dele, é preciso um momento de reflexão e avaliação. “Pode ser que a pessoa tenha perdido a credibilidade por algum motivo”, explica.

O erro pode estar na forma com que o profissional falou ou simplesmente no momento – inadequado para aquele tipo de sugestão.

2 Você não é chamado para reuniões ou projetos especiais

Para os especialistas, se a não convocação for aliada à diminuição de tarefas ou responsabilidades, sim, há algo de muito errado. Para Abreu, o profissional, nessas situações precisa avaliar o seu desempenho e perguntar para o gestor a razão pela qual ele não foi chamado. “Pode ser incompatibilidade com o perfil, formação ou desempenho”, diz.

“Às vezes houve uma mudança na gestão, na equipe ou do processo da companhia e o profissional precisa estar atento a tudo isso e avaliar o quanto está aderente ao modelo da empresa”, explica Claudia.

3 Seu chefe dispensa todas as suas ideias

Se toda vez que você expõe suas ideias e elas não são bem recebidas ou até mesmo ignoradas, a solução é solicitar um feedback. Descubra se a ideia é boa, se a maneira que você a apresentou foi pertinente ou se o momento não foi adequado.

4 Você não tem amigos no trabalho

Para Abreu, por mais que as personalidades dos colegas de trabalho sejam bem diferentes da sua, um profissional não será bem sucedido se isolar e não dar abertura para colaborar. “Não adianta ser só tecnicamente bom. É importante o equilíbrio. Não adianta ser muito bom se tem problema para lidar com as pessoas”, afirma.

5 Você não é chamado para encontros informais

Às vezes, o afastamento das pessoas pode dizer muita coisa. Não ser chamado para almoçar ou tomar café pode parecer um assunto insignificante, mas mostra muito a situação do profissional.

6 Você já foi demitido

“O momento de demissão sempre é um momento para reavaliar a sua postura profissional e se preparar para a próxima oportunidade”, diz Abreu. Para Claudia, o profissional deve refletir para ter clareza do peso que o seu comportamento teve na decisão.

DayPilot Scheduler Control for ASP.NET

Fonte: http://www.codeproject.com/KB/webforms/daypilot_scheduler.aspx

Features

Main features:

  • Simple and clean look
  • Multiple resources on the Y axis
  • Customizable time scale on the X axis (one cell = 1 minute, 1 hour, 1 day, 1 week …)
  • Highlights business hours (customizable color)
  • Automatically handles concurrent events
  • Customizable event box (text, size, background color, duration bar…)
  • Customizable fonts and colors

Database connectivity:

  • DataSource and DataSourceID properties supported
  • SqlDataSource
  • XmlDataSource
  • DataTable
  • DataSet
  • ArrayList
  • and other sources…

Event handling:

  • Free time slot click event (automatic PostBack or manual JavaScript handling)
  • Calendar event click event (automatic PostBack or manual JavaScript handling)

Licensing:

  • Open-source (Apache Software License 2.0)

Compatibility:

  • Internet Explorer 6
  • Internet Explorer 7
  • Firefox 2
  • Firefox 3
  • Opera 9
  • Safari 2
  • Safari 3
  • Google Chrome 1

Background Information

DayPilot Scheduler reuses the event arranging algorithms introduced in the DayPilot Calendar control (Outlook-like day and week view calendar/scheduler):

DayPilot Calendar detects blocks of overlapping events so they could be displayed properly. The width of each event box is adjusted according to the number of concurrent events:

DayPilot Calendar detects blocks of overlapping events so they could be displayed properly. The width of each event box is adjusted according to the number of concurrent events:

DayPilot Scheduler uses the same arranging algorithm but the layout is different:

  • The Scheduler shows the time on the X axis.
  • Event box height is fixed.
  • Concurrent events are handled by increasing the row height, not by shrinking the event box.

This reduces the concurrency problem: The increasing number of concurrent events doesn’t reduce readability.

See Also

Minimum Setup Sample

Collapse | Copy Code
<DayPilot:DayPilotScheduler
  ID="DayPilotScheduler1"
  runat="server"
  DataSourceID="SqlDataSource1"
  DataStartField="start"
  DataEndField="end"
  DataTextField="name"
  DataValueField="id"
  DataResourceField="resource"
  StartDate="2009-01-01"
  CellDuration="60"
  Days="1" >
    <Resources>
      <DayPilot:Resource Name="Room A" Value="A" />
      <DayPilot:Resource Name="Room B" Value="B" />
      <DayPilot:Resource Name="Room C" Value="C" />
    </Resources>
</DayPilot:DayPilotScheduler>

The first group properties defines the data binding:

  • DataSourceID
  • DataStartField (starting DateTime)
  • DateEndField (ending DateTime)
  • DataTextField (event text)
  • DataValueField (event id)
  • DataResourceField (resource id)

DataResourceField is important – the values from this column will be matched with the resource IDs (Resource.Value).

The second group defines the time range and scale:

  • StartDate (first visible day)
  • Days (number of visible days)
  • CellDuration (cell duration in minutes)

And finally, it’s necessary to define the resources (rows):

  • Resource.Name (row name)
  • Resource.Value (row ID)

Usage Examples

Daily Scheduler

Settings:

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Days="1"
CellDuration="60"

StartDate is set manually in the code behind:

Collapse | Copy Code
DayPilotScheduler1.StartDate = DateTime.Today;

Weekly Scheduler

Settings:

Collapse | Copy Code
Days="7"
CellDuration="1440"

The first day of week is calculated using Week.FirstDayOfWeek helper:

Collapse | Copy Code
DayPilotScheduler1.StartDate = Week.FirstDayOfWeek(DateTime.Today, DayOfWeek.Monday);

Monthly Scheduler

Settings:

Collapse | Copy Code
CellDuration="1440"

In this case, it’s necessary to set the Days property manually:

Collapse | Copy Code
DayPilotScheduler1.StartDate =
	new DateTime(DateTime.Today.Year, DateTime.Today.Month, 1);
DayPilotScheduler1.Days =
	DateTime.DaysInMonth(DateTime.Today.Year, DateTime.Today.Month);

Free/Busy Visualisation

This view doesn’t show event name (DataTextField is bound to an empty column).

Settings:

Collapse | Copy Code
DurationBarVisible="false"
EventBackColor="#4A71CE"

Timeline Visualisation

In the timeline view, the resources are replaced with events in the row headers. There is always just one event per row.

Settings:

Collapse | Copy Code
DurationBarVisible="false"
EventBackColor="#CA2A50"