Venda de listas de emails causa transtorno com mensagens de spam

A venda de lista de emails pela internet faz com que as pessoas recebam dezenas de mensagens indesejadas e propagandas.

Já parou pra pensar de onde vêm tantas mensagens que recebe na internet, de empresas ou pessoas que você não conhece? Pois saiba que tem muita gente ganhando dinheiro ilegalmente para vender dados pessoais e endereço eletrônico de outras pessoas.

A estudante de publicidade Mariana Santiago de Oliveira vive conectada e já fez a conta. “No final de semana, chega a ser 70, 100 e-mails de listas que eu não assino, de coisas que não me interessam mesmo. É muito e-mail, realmente me incomoda”.

Além de incomodar, receber todos esses emails é trabalhoso. “Não agüento mais ter que limpar isso toda semana, toda hora, porque está vindo e-mail que você não quer receber”, diz Mariana.

Na rua, é só perguntar que lá vem história. O auxiliar de escritório Douglas Assis também reclama. “A caixa de e-mails fica lotada sempre. Para você achar um e-mail que, às vezes até te interessa, fica até difícil”, diz.

O jornalista Daniel Jaculi Lira se preocupa com a segurança. “Você não sabe quem tem conhecimento do seu e-mail. Você não sabe quem está invadindo a sua privacidade. Você não sabe quem está do outro lado”, diz Daniel.

Como isso acontece? Um dos motivos é a venda de listas pela internet. Milhões de correios eletrônicos a partir de R$ 39. Quem oferece não dá endereço, nem telefone. O contato só pode ser feito pela internet. Mandamos mensagens para três vendedores. Nenhum respondeu.

O Ministério da Justiça e o Ministério Público afirmam que esse comércio de dados pessoais é ilegal. Mas reconhecem que falta uma lei específica para tratar do assunto. Isso dificulta até a ação da polícia. Agora, está em discussão, tornar crime a venda de dados pessoais, sem a autorização do consumidor.

O promotor Leonardo Roscoe Bessa, que trabalha na proposta, diz que o Brasil está atrasado e defende a adoção de pena de seis meses a dois anos de detenção para os infratores.

“Hoje como esse tipo de conduta é apenas uma ofensa na área privada, não é um crime ou infração penal, a polícia não pode chegar e prender em flagrante essas pessoas que atuam coletando informações sem autorização do cidadão”, diz o promotor.

Enquanto a lei não chega, o jeito é fazer como mariana. Ela não fecha negócio com empresas que mandam mensagens não autorizadas. “São empresas chatas, que enchem minha caixa de e-mail. É um banco chato, eu não vou fazer conta lá, fica mandando e-mail de coisas que eu não quero. Como é que ele sabe que eu existo?”, questiona a estudante.

O Brasil é o quarto país do mundo que mais envia os “spams”, essas mensagens eletrônicas indesejadas. De acordo com o Comitê Brasileiro de Gestão da Internet, nós só perdemos para a Índia, Vietnã e Paquistão.

fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje

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O que você precisa saber sobre redes sociais?

O mundo todo conectado!

Imagine a seguinte situação: Sam era conhecido como alguém de mente fechada. Por anos resistiu a uma nova tecnologia que facilitava o contato com parentes e amigos. Todo mundo era a favor dessa tecnologia, até mesmo os filhos adolescentes de Sam. Em tom de brincadeira, ele dizia à sua filha de 16 anos: “Como era bom quando as pessoas conversavam cara a cara!”

Daí Sam começou a reavaliar seu conceito. Lembrou de pessoas com quem não tinha contato por muitos anos e de alguns parentes que pareciam estar sempre ocupados. ‘Se eu quiser manter contato com todas essas pessoas’, pensou ele, ‘talvez eu deva mesmo me modernizar’. O cenário dessa história é a zonal rural dos Estados Unidos em meados do século 20. Sam finalmente começou a abrir a mente para a possibilidade de comprar um telefone.

Avancemos agora para 2012. Nathan, neto de Sam, acabou de conversar por telefone com seus queridos amigos Roberto e Angela, que haviam se mudado para o outro lado do mundo. ‘Já faz 10 anos que eles se mudaram!

Como o tempo passa rápido!’, pensou Nathan.

Por muitos anos, um telefonema ocasional de parentes e amigos que tinham se mudado para longe foi o suficiente para Nathan. Mas agora parece que todo mundo — até seus filhos adolescentes — usa uma rede social para manter contato.

Nathan é conhecido como alguém de mente fechada porque se recusa a acompanhar as tendências tecnológicas. “Como era bom quando parentes e amigos conversavam pelo telefone e podíamos ouvir sua voz”, disse ele.

Mas agora Nathan está começando a mudar de ideia. ‘Se eu quiser manter contato com todas essas pessoas’, pensou Nathan, ‘talvez eu deva mesmo me modernizar’.

Já se sentiu como Nathan? Por natureza, os humanos gostam de se comunicar. (Gênesis 2:18; Provérbios 17:17) Visto que muitos estão usando redes sociais com esse objetivo, o que você precisa saber sobre elas?

R E D E S   S O C I A I S

Por que são tão populares?

 Que meios de comunicação você usou no último mês?

  • Conversa cara a cara
  • Carta ou cartão
  • Telefone E-mail
  • Mensagem de texto
  • Mensagem instantânea
  • Bate-papo por vídeo
  • Rede social

Nunca houve tantas opções para se comunicar, cada uma com suas vantagens e desvantagens.

Veja alguns exemplos:

CONVERSA CARA A CARA

Vantagem: Possibilita perceber sutilezas nas expressões faciais, no tom da voz e nos gestos.

Desvantagem: As duas partes precisam estar disponíveis para conversar.

CARTA OU CARTÃO

Vantagem: Afetuoso e personalizado.

Desvantagem: Leva tempo para escrevê -lo e dias para chegar ao destino.

E-MAIL

Vantagem: Pode ser escrito e enviado com rapidez.

Desvantagem: Muitas vezes é um tanto impessoal ou fácil de ser mal-interpretado.

Aí entram em cena as redes sociais, consideradas por alguns como o melhor modo de manter contato com amigos e parentes. Existem centenas de redes sociais, e a mais popular — o Facebook — tem cerca de 800 milhões de usuários cadastrados. “Se o Facebook fosse um país”, comentou a revista Time, “seria o terceiro maior do mundo, atrás apenas da China e da Índia”. Mas o que são redes sociais, e por que se tornaram tão populares?

Uma rede social é um site que permite aos usuários compartilhar informações com um grupo de amigos escolhidos por você. “É um excelente modo de manter contato com as pessoas”, diz Jean, de 21 anos. “É também uma maneira conveniente de compartilhar fotos de viagens e de outros eventos.”

Mas qual é o problema em escrever uma carta? ‘É muito demorado’, alguns responderiam — além de caro se quiser revelar fotos para enviar junto. E que dizer do telefone? Também é muito demorado, já que você precisaria telefonar para uma pessoa de cada vez, e algumas não estariam em casa ou disponí-veis no mesmo instante que você. E enviar um e-mail? “Ninguém responde mais e-mails”, reclama Danielle, de 20 anos, “e mesmo que responda, pode levar semanas. Numa rede social, eu posto um comentário sobre o que estou fazendo e meus amigos podem postar comentários sobre o dia deles. Ficamos por dentro das novidades assim que entramos no site. É muito fácil!”. Isso não significa que as conversas nas redes sociais sejam todas frívolas. Por exemplo, quando acontece um desastre — como o terremoto e o tsunami que devastaram partes do Japão em 11 de março de 2011 —, muitos usam redes sociais para saber se seus parentes e amigos estão bem.

Veja o caso de Benjamin, que mora nos Estados Unidos. Ele conta: “Os telefones ficaram fora de serviço após o tsunami no Japão”. Um conhecido meu me contou que havia mandado um e-mail para uma amiga nossa em Tóquio, mas ele no tinha recebido nenhuma resposta. Na mesma hora, peguei meu celular, acessei a internet e entrei na página dela em uma rede social. Imediatamente, vi uma mensagem breve que ela havia postado dizendo que estava bem e que depois daria mais informações.”

Benjamin continua: “Para informar meus amigos que a conheciam e que não usavam redes sociais, eu precisei mandar um e-mail para cada um deles. Demorou para conseguir o endereço deles e escrever as mensagens. Recebi várias respostas nos dias seguintes, e uma delas só chegou cerca de duas semanas depois! Era difícil para essas pessoas dar conta de ler os e-mails que todo mundo estava enviando. Usar redes sociais teria poupado muito tempo nesse caso. Em questão de minutos, todo mundo poderia estar por dentro das últimas notícias.”

Fica claro que as redes sociais têm suas vantagens.

Mas será que existem perigos? Se existem, quais são eles, e como você pode evitá-los?

COMO FUNCIONA

1. Basta postar uma mensagem (atualização de status) em sua página.

2. Todos de sua lista de amigos receberão sua mensagem quando acessarem a página deles — e você receberá as mensagens deles quando acessar a sua página.


Quatro perguntas importantes sobre redes sociais

Como praticamente qualquer outro site da internet, as redes sociais têm os seus perigos*. Com isso em mente, analise as perguntas a seguir.

 

1 Como as redes sociais afetam minha privacidade?

“Na abundância de palavras não falta transgressão, mas quem refreia seus lábios age com discrição.” Provérbios 10:19.

 O que você precisa saber. Se não tomar cuidado, você pode acabar revelando detalhes demais por meio de seu perfil, suas fotos, suas atualizações de status (mensagens breves enviadas a todos de sua lista de amigos) e seus comentários (suas respostas às atualizações de status de outras pessoas). Esses detalhes podem revelar, por exemplo, onde você mora, quando está (ou não) em casa, onde trabalha e onde estuda. Divulgar seu endereço e postar um comentário breve como “vamos viajar amanhã” pode ser tudo que um ladrão precisa para saber onde e quando agir.

Outros detalhes como seu e-mail, data de nascimento e número de telefone podem deixar você exposto a assédio, bullying e roubo de identidade. Mas muitas pessoas nem param para pensar quando divulgam essas informações em sua página.

As pessoas costumam esquecer que qualquer informação colocada na internet é de domínio público. Mesmo que tenham selecionado a opção “Somente Amigos” para compartilhar suas atualizações de status, elas não têm controle sobre o que esses amigos vão fazer com as informações. É por isso que devemos encarar as informações postadas numa rede social como algo público ou que pode ser facilmente tornado público.

O que você pode fazer. Conheça bem as configurações de privacidade de sua rede social —  e use-as! Permita que apenas pessoas conhecidas e confíaveis tenham acesso a suas fotos e atualizações de status.

Mesmo assim, lembre-se de que algo postado pode se tornar mais público do que você imaginava. Tenha o costume de analisar sua página e se perguntar se algo nela poderia ser usado por pessoas mal-intencionadas para localizar você ou roubar sua identidade. Mesmo entre amigos, não poste informações que poderiam violar sua privacidade ou a de outros. (Provérbios 11:13) Se precisar tratar de um assunto confidencial, use outro meio de comunicação. “Falar pelo telefone é bem mais pessoal e você se expõe muito menos”, disse uma jovem chamada Cameron #.

Conclusão. Uma mulher chamada Kim resume bem o assunto: “Se você tomar bastante cuidado, conseguirá usar uma rede social com relativa privacidade. Você só se meterá em problemas se deixar isso acontecer.”

2 Como as redes sociais afetam meu tempo?

‘Certifiquem-se das coisas mais importantes.’ Filipenses 1:10.

 O que você precisa saber. Você pode acabar gastando tempo demais usando uma rede social, deixando coisas mais importantes de lado. Uma mulher chamada Kay disse: “Quanto mais contatos você tem, mais tempo vai gastar numa rede social e mais viciado vai ficar.”

Veja os comentários de outras pessoas que caíram nessa armadilha.

“É difícil parar de usar uma rede social, mesmo se você não gosta muito dela. É quase uma obsessão.” — Elise.

“Há muitas coisas para fazer: jogos, testes, páginas de fã-clubes de artistas — além, é claro, de acessar as páginas de todos os seus amigos.” — Blaine.

“É como um redemoinho que suga você para dentro dele, e você só se dá conta que está viciado quando sua mãe chega em casa e pergunta por que a louça ainda está toda suja na pia.” — Ana.

“Eu não via a hora de sair da escola para chegar em casa e ver quem tinha comentado minhas postagens. Daí, tinha de responder a todas as pessoas e ver todas as fotos novas que elas tinham postado. Eu ficava muito malhumorada quando estava usando a internet e odiava ser interrompida. Algumas pessoas que conheço ficam conectadas praticamente o dia inteiro — até de madrugada ou mesmo quando estão na casa de outras pessoas!” — Megan.

O que você pode fazer. O tempo é algo que não podemos nos dar ao luxo de desperdiçar. Então, o que você acha de planejar como usá-lo, assim como faria com dinheiro? Primeiro, escreva quanto tempo acha que seria razoável gastar numa rede social. Depois, veja como se saiu durante um mês. Se você ultrapassou sua meta, faça ajustes onde necessário.

Se você tem filhos adolescentes e eles estão gastando tempo demais usando redes sociais, tente descobrir qual é a real motivação deles. Por exemplo, em seu livro sobre perigos na internet, a autora Nancy E. Willard salienta que o uso excessivo de redes sociais pode estar relacionado a ansiedade, estresse e baixa autoestima. Ela escreveu: “Muitos adolescentes se preocupam bastante com seu status social.

Se os adolescentes medem seu valor social com base no nível de interação com amigos por meios eletrônicos, isso pode acabar estimulando o vício.”

Nunca deixe que as redes sociais — nem qualquer outra atividade on-line — interfiram na amizade que voceˆ deve manter com as pessoas de sua casa. Don Tapscott escreveu em seu livro A Hora da Geração Digital: “Uma das ironias da internet é que, embora facilite o contato quando familiares estão fisicamente distantes, ela também pode mantê -los afastados quando estão em casa.”

Conclusão. Uma moça chamada Emily comentou:

“Acho que usar uma rede social é uma maneira excelente de manter contato com as pessoas. Mas, assim como qualquer outra coisa na vida, é preciso saber a hora certa de parar.”

3 Como as redes sociais afetam minha reputação?

“A boa reputação vale mais que a prata e o ouro.” Provérbios 22:1, Centro Bíblico Católico.

O que você precisa saber. O que você posta numa rede social cria uma reputação que pode ser difícil de apagar. (Provérbios 20:11; Mateus 7:17) Parece que muitos não se dão conta desse perigo. Uma jovem chamada Raquel diz: “Acho que as pessoas perdem a noção quando usam uma rede social. Elas dizem coisas que normalmente não diriam. Algumas não percebem que uma postagem de mau gosto pode lhes custar sua boa reputação.”

Manchar a reputação numa rede social pode trazer consequências difíceis de remediar. O livro A Hora da Geração Digital diz: “Há histórias de vários usuários de sites de rede social que perdem o emprego ou são recusados em novos trabalhos por causa do que postaram na internet.”

O que você pode fazer. Dê uma olhada em sua página do ponto de vista de outra pessoa.

Pergunte-se: ‘É assim mesmo que quero ser visto pelos outros? Se alguém visse as fotos que postei e me descrevesse com base nelas, o que provavelmente diria? Que sou “provocante”? “sensual”? “alguém que só pensa em cair na farra”? Será que é essa a impressão que quero causar, por exemplo, quando estiver procurando um emprego e o empregador olhar minha página? Será que aquelas fotos realmente representam os meus valores?’

Se você é jovem, pergunte-se: ‘E se meus pais, um professor ou um adulto que admiro vissem minha página? Será que eu ficaria envergonhado por causa das coisas que eles poderiam ver e ler?’

Conclusão. Quando a sua reputação está em jogo, lembre-se das palavras do apóstolo Paulo: “Cada um colherá aquilo que tiver semeado.” — Gálatas 6:7, Pastoral.

 4 Como as redes sociais afetam minha escolha de amizades?

“Quem anda com pessoas sabias tornarse-a sábio, mas irá mal com aquele que tem tratos com os estúpidos.” Provérbios 13:20.

 O que você precisa saber. Suas amizades influenciam seu modo de pensar e agir. (1 Coríntios 15:33) Não há dúvida que você deve tomar cuidado com as amizades que faz numa rede social. Algumas pessoas aceitam dezenas e até centenas de solicitações de amizade de pessoas que mal conhecem — ou simplesmente nem conhecem.

Outras descobrem que nem todos de sua lista de amigos são boas companhias. Veja alguns comentários.

“Se alguém aceita a solicitação de amizade de fulano, sicrano e beltrano, vai acabar se metendo em encrenca.” — Ana.

“Conheço muitas pessoas que adicionam um amigo não porque querem,mas só para não magoar a outra pessoa.” — Lianne.

“É a mesma coisa que se associar com alguém na vida real. Você precisa tomar cuidado com a verdadeira identidade de seus amigos.” — Alexis.

 O que você pode fazer. Crie regras para aceitar amigos. Veja a seguir exemplos de limites que algumas pessoas estabeleceram para suas amizades: – “Para alguém ser meu amigo, não basta ser um conhecido. Eu preciso conhecê-lo de verdade.” — Jean.

“Só adiciono como amigo pessoas que conheço há um bom tempo, nunca alguém desconhecido.”— Monique.

“Gosto de adicionar apenas quem conheço muito bem e que segue os mesmos princípios que eu.” — Rae.

“Se recebo uma solicitação de amizade de um desconhecido, eu ignoro a solicitação e pronto! Todos os meus amigos são pessoas que conheço e que já são meus amigos fora da internet.” — Marie.

“Se um amigo começa a postar fotos ou atualizações de status que acho questionáveis, eu o excluo sem dó. Ele é uma má companhia, mesmo que você esteja apenas vendo as postagens dele.” — Kim.

“Quando eu tinha uma conta numa rede social, minhas configurações de privacidade eram bem rígidas. Não permitia que amigos de amigos vissem minhas postagens ou fotos — apenas meus amigos. Fiz isso porque não sabia ao certo se os amigos dos meus amigos eram boas companhias. Não conhecia nem a eles nem a reputação deles.” — Heather.

Conclusão. A Dra. Gwenn Schurgin O’Keeffe escreveu em seu livro CyberSafe (Segurança na Internet): “A melhor regra é fazer amizade apenas com pessoas que você conhece e com quem tem algum tipo de relação fora da internet.

CLIQUE EM “SAIR”

Se você deixar sua conta aberta enquanto estiver ausente, correrá o risco de outros postarem matérias em sua página. Segundo o advogado Robert Wilson, isso seria “o mesmo que deixar sua carteira ou telefone celular num lugar público. Qualquer um poderia usar o computador e começar a fazer postagens em seu Mural”. Que conselho ele dá? “Não esqueça de clicar no botão ‘Sair’.”

POR QUE SE ARRISCAR?

Segundo uma pesquisa da revista Consumer Reports, muitos usuários de redes sociais revelam coisas “que podem resultar no roubo de sua casa ou identidade ou até em serem perseguidos. Das pessoas entrevistadas, 15% postavam o local onde estavam no momento ou seus planos de viagem; 34% haviam revelado sua data de nascimento; e 21% das que tinham filhos em casa haviam postado o nome e fotos deles”.

* Neste artigo, quando falamos de “amizades”, não estamos nos referindo a contatos comerciais.

# Alguns nomes neste artigo foram mudados.

Fonte: revista Despertai, fevereiro de 2012

Como se proteger de fraudes na internet

Fraudes Internet

William, um professor aposentado na Flórida, EUA, recebeu um e-mail que achava ser de seu provedor de internet. O e-mail dizia que as informacões de sua fatura tinham sido perdidas. William preencheu o formulário anexo e o enviou de volta. Mal sabia ele que suas informações haviam sido enviadas para Shiva, um criminoso de Nova York. No dia seguinte, Shiva usou o número do cartão de crédito de William para comprar uma impressora a fim de falsificar documentos. O e-mail que William recebeu foi um dos 100 mil enviados por Shiva. Acredita-se que cerca de cem pessoas foram vítimas desse golpe.

Uma mulher de 56 anos em Queensland, Austrália, se envolveu num romance on-line comum homem que ela achava ser um engenheiro britânico. Ela já tinha gastado 47 mil dólares com ele quando descobriu que se tratava de um vigarista de 27 anos na Nigéria.

 INFELIZMENTE, as fraudes na internet são comuns. O relatório “State of the Net” de 2010, da revista Consumer Reports, diz: “O número de ameaças on-line continua assustadoramente alto, causando prejuízos de bilhões de dólares aos consumidores. Houve um aumento significativo nos casos de ataques de vírus desde o ano passado, afetando 40% dos lares americanos. Em alguns casos, as víıtimas sofreram vários ataques.” Antes de analisarmos como podemos nos proteger, vejamos alguns dos muitos métodos usados pelos criminosos.

Como eles agem?

Muitos golpes na internet são aplicados por e-mail.

 

Como se proteger de fraudes na internet

 O e-mail que William recebeu fazia parte de um esquema de phishing (trocadilho com a palavra em inglês fishing, que significa pescaria). Como uma isca, esse tipo de e-mail induz o destinatário a inserir sua senha e dados do cartão de crédito ou da conta bancária num site falso parecido ao original. Os golpistas podem conseguir seu endereço de e-mail usando um programa chamado de extrator de e-mails.

Alguns tipos de phishing podem cumprir seu objetivo mesmo se você não inserir nenhuma informação. Basta abrir o e-mail, e um spyware (programa espião) é instalado.

Fraudes Internet

Esses programas podem registrar o que você faz no computador. Alguns deles detectam o que você digitou no teclado e criam um arquivo para que o golpista consiga descobrir suas senhas e dados pessoais. Outros redirecionam você para um site que funciona como armadilha. É possível se proteger?

O que você pode fazer

Tome cuidado com e-mails que contêm links suspeitos.

Abrir esses links pode inserir um programa chamado cavalo de troia, por meio do qual os golpistas acessam seu computador, incluindo suas informações pessoais, sem o seu conhecimento. Eles também podem usar fóruns, sites pornográficos, sites que oferecem softwares de origem desconhecida e redes sociais para conseguir informações valiosas e implantar spywares com o objetivo de roubar dados. Além disso, nunca responda e-mails com propostas que parecem boas demais para ser verdade.

Você já recebeu mensagens on-line dizendo “Seu computador pode estar em risco! Clique aqui para protegê-lo!” ou “Protetores de tela grátis. Clique aqui.”? Se você clicar, poderá ativar um spyware.

Se estiver procurando emprego na internet, tome cuidado.

Golpistas usam sites falsos solicitando “tarifas de inscrição” e até mesmo dados financeiros.

Hoje os ladrões conseguem até ter acesso remoto a bancos de dados de empresas ou instituições financeiras para roubar dados. Em janeiro de 2007, criminosos invadiram os sistemas de computador de uma rede de lojas de departamentos nos Estados Unidos e tiveram acesso aos registros de milhões de clientes, incluindo informações de seus cartões de crédito. Na Nigéria, criminosos invadiram os registros de vários bancos e roubaram 1,5 milhão de senhas para sacar dinheiro de caixas eletrônicos.

Atualmente, existe um mercado negro em ascensão no qual funcionários desonestos e hackers vendem informações de cartão de crédito roubadas e até mesmo dados completos de pessoas.

Phishing: E-mail que convence o destinatário a inserir sua senha e dados do cartão de crédito ou da conta bancária num site falso parecido ao original

 Spyware: Programa que registra o que você faz no computador

Cavalo de troia: Também chamado de trojan horse, é um programa projetado para quebrar a segurança de um computador enquanto realiza alguma tarefa aparentemente inofensiva

Não seja uma vítima

PARA SE PROTEGER DE FRAUDES, SIGA OS SEGUINTES PASSOS:

Fraudes Internet

1  Certifique-se de que o firewall de seu computador esteja sempre ativado e que seu sistema operacional, aplicativos e programa antivírus sejam atualizados com regularidade.

2 Tenha o costume de fazer backup de seus arquivos e armazene as cópias em segurança.

3 Tenha bom-senso. Não vá logo acreditando no que lê na internet. Provérbios 14:15 diz: “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.”

4 Não seja ganancioso. (Lucas 12:15) Tome cuidado com propagandas ou sites que anunciam produtos “gratuitos” ou a preços muito baixos. Pode ser uma armadilha.

5 Tome cuidado com e-mails não solicitados ou mensagens instantâneas, principalmente se contêm links ou pedem informações pessoais, como a verificação de uma senha. — Provérbios 11:15.

6 Escolha senhas difíceis de ser descobertas. Troque regularmente as senhas que você usa na internet e não use a mesma senha para contas diferentes.

7 Forneça informações de seu cartão de crédito ou conta bancária apenas a sites bem-conceituados e seguros.

8 Certifique-se de digitar o endereço de um site corretamente, em especial de instituições financeiras. Um erro de digitação pode redirecioná-lo para um site criminoso.

Fonte: revista Despertai, janeiro de 2012

Mercado brasileiro de tecnologia da informação deverá crescer acima de 10% em 2012

IDC e Gartner estimam que, em diversos segmentos, aquecimento do mercado interno reduzirá impactos da crise mundial.
Edileuza Soares

Mesmo com a crise mundial e a desaceleração da economia nos Estados Unidos, o mercado brasileiro de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) continuará vivenciando crescimento em 2012. Analistas preveem que o segmento no País registrará taxa de aumento acima de dois dígitos, com projeções entre 10% e 13%.

Esse índice está bem acima da taxa de incremento estimada para o Brasil em 2012. Projeções de economistas e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) são de que o Produto Interno Bruto do País para o próximo ano ficará em torno de 3%. Já o PIB industrial está previsto em 2,3%.

Pelas análises do instituto de pesquisas Gartner, mercados emergentes de TI como 0 Brasil crescerão em 2012 acima da média global, estimada em 4,6%. O setor de TI no País registrará  elevação de mais que o dobro, podendo alcançar taxas acima de 10% no próximo ano. Os investimentos na área para 2012 estão previstos em 143,8 bilhões de dólares.

Até 2015, a consultoria projeta que o mercado brasileiro de TI experimentará taxa de crescimento anual de 9,9%. As companhias da América Latina vão investir 384 bilhões de dólares em TI até 2015, segundo o Gartner. O Brasil responderá por mais de 40% dos negócios.

Entre as tecnologias que vão levar a maior parte dos orçamentos dos CIOs em 2012 estão soluções para cloud computing, mobilidade, redes sociais e gerenciamento de Big Data.

Na avaliação de Peter Sondergaard, vice-presidente mundial do Gartner, o Brasil não deverá ser tão afetado pela crise financeira mundial. Ele destaca que o País tem consumo interno aquecido e mercado diversificado de exportação.

Sondergaard lembra da crise de 2008, quando o Brasil conseguiu se sair bem. Ele observa que as organizações brasileiras abraçaram a recessão global como uma oportunidade e buscaram a tecnologia como um fator decisivo, o que ajudou o País a se recuperar rapidamente na demanda e crescimento de TI. “Os CIOs brasileiros têm a oportunidade de se tornarem líderes mundiais na adoção de TI”, avalia.

Assim como o Gartner, a consultoria IDC acredita que as perspectivas são boas para o mercado brasileiro de TI em 2012. Os números e as metodologias de ambas são diferentes, mas as taxas de crescimento previstas estão nos mesmos patamares.

Pelas análises da IDC, o setor de TI deverá movimentar 81,1 bilhões de reais em 2012, com crescimento projetado de 11,6% sobre os 72,6 bilhões de reais estimados para 2011, uma vez que o balanço ainda não está fechado.

Anderson Figueiredo, gerente de Pesquisas da IDC Brasil, acredita que a divisão da pizza dos investimentos em 2012 não deverá sofrer muita variação em comparação com 2011. De acordo com a consultoria, em 2011, os negócios com hardware deverão representar a maior parcela dos gastos, respondendo por 54,5% da receita total do setor.
Software contribuirá com 13,5% e os 33 restantes serão gastos com serviços, área que vem crescendo nas companhias que estão recorrendo mais ao modelo de outsourcing.

O setor financeiro deverá manter-se à frente dos investimentos de TI no Brasil em 2012. Mas o analista da IDC aponta outros segmentos da economia que vão aumentar as compras. Um deles é o de telecomunicações, que enfrenta a concorrência acirrada e vai contratar mais tecnologia. As verticais de manufatura, serviços, saúde, educação e turismo prometem gerar bons pedidos para a indústria no próximo ano.

O analista da IDC avalia que o setor de TI do Brasil continuará em alta nos próximos dois anos pelas condições favoráveis do País. “Nossa TI é quase que totalmente dependente do mercado interno, que está bastante aquecido”, diz Figueiredo. Como as exportações ainda têm peso pequeno nesse negócio, ele acha que a desaceleração da economia na Europa e EUA impacta menos no País.

Figueiredo constata uma demanda reprimida no mercado brasileiro, citando como exemplo o consumidor final, que está mudando de classe e comprando mais tecnologia. O crescimento da economia local também fez com que as pequenas e médias empresas (PMEs) buscassem mais soluções tecnológicas para melhorar a gestão de suas operações, gerando mais pedidos para as indústrias de TI.

Declínio das vendas de PCs
Apesar dos ventos favoráveis, o mercado de TI no Brasil cresceu menos em 2011, comparado com 2010. O aumento de 11,6% de receita ficou bem abaixo dos 20% registrados no ano anterior, segundo informa o analista da IDC.

Para Figueiredo, a queda não pode ser considerada um fator negativo. O declínio tem mais a ver com a estabilização do setor, que ficou estagnado em 2009 e conseguiu se revitalizar em 2010, atingindo expansão recorde.

Esse efeito foi visível no mercado de PCs que fechou 2011 com a venda de 15,3 milhões de unidades, 9% mais que os 14 milhões de computadores reportados em 2010, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O aumento ficou bem abaixo dos 17% registrados no exercício anterior, gerando descontentamento na indústria que esperava desempenho melhor dos negócios.

Pelos dados da Abinee, com exceção de 2009, quando o mercado brasileiro de PC fechou com o mesmo volume de vendas de 2008, o aumento de 9% registrado em 2011 foi o menor desde 2004.

Na avaliação de Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, a retração do mercado de PC no Brasil em 2011 pode ser atribuída à soma de alguns fatores. Um deles é o efeito cambial que acabou impactando no volume de vendas. As mudanças tecnológicas e o interesse dos consumidores pelos tablets também contribuíram para redução da demanda.

De acordo com a pesquisa, do total de computadores vendidos no Brasil neste ano, 9 milhões foram de notebooks e os 6,2 milhões de desktops. A Abinee não contabilizou nesses números a comercialização de tablets, em razão da maior parte desses portáteis ofertados no mercado local ter entrado no País via importação.

Desse total, 74% das vendas foram de equipamentos legalizados e 26% adquiridos no mercado cinza. Segundo a entidade, a comercialização de máquinas no mercado paralelo subiu 2% em 2010, quando as vendas oficiais representaram 76% das entregas de computadores no Brasil.

Com base nos resultados de 2001, as previsões da indústria de PC para 2012 não são muito otimistas. A taxa de crescimento projetada pela Abinee é de 9% com a venda de 16,7 milhões de máquinas.

Otimismo com cautela 
O CEO da Itautec, Mário Anseloni, comenta que sentiu um recuo dos negócios em 2011 e espera que o ano de 2012 seja melhor. Ele afirma que a fabricante avançou no seu plano de reestruturação, traçado há um ano e meio para fortalecer a operação no mercado local e externo, mas que o balanço não foi tão positivo como em 2010.

Nos nove primeiros meses de 2011, o faturamento da Itautec foi de 1,07 bilhão de reais, inferior em 6,9% em relação ao mesmo período de 2010. Anseloni justificou que a queda foi devido a uma redução nos pedidos dos bancos, que, segundo ele, ficaram mais temerosos e compraram menos ATMs. Os governos também contrataram menos tecnologia, de acordo com o executivo.

“Em 2010, a economia estava mais ativa e em 2011 percebemos redução dos investimentos por causa do cenário menos favorável. Nossa expectativa é que o mercado reaqueça em 2012”, afirma o presidente da Itautec, que assumiu o cargo, após deixar o comando da HP Brasil, há um ano e meio, com a missão de dar novo rumo para a fabricante nacional.

Uma das apostas da Itautec para 2012 é a conquista de uma fatia das vendas de tablets para o mercado corporativo. A empresa quer também aumentar a penetração no setor de consumo, segmento que a companhia ficou de fora por algum tempo e está voltando com investimentos, principalmente em notebooks, para cativar compradores da marca.

A NCR, concorrente da Itautec na venda de ATMs para bancos, não tem muito do que reclamar. “Esse mercado cresce entre 4% e 5% ao ano”, informa o presidente da companhia no País, Elias Silva, prometendo artilharia pesada em 2012 para fortalecer a filial da empresa norte-americana no Brasil.

Segundo o executivo, a NCR é número um no fornecimento de caixa eletrônico para bancos no mercado mundial, mas não conquistou ainda essa posição no Brasil nem na Colômbia. A meta da empresa é chegar ao primeiro lugar nesses mercados em três a cinco anos.

“Queremos ser os primeiros com rentabilidade”, afirma o presidente da NCR, que prevê que 2012 será tão bom para a companhia quanto 2011. “Estamos dobrando os negócios aqui e vamos continuar com a estratégia de oferecer máquinas 100% customizadas. Um equipamento que faço para o Itaú não é o mesmo entregue ao HSBC”, diz ele.

O modelo de entrega de produto sob medida é diferente de quando a companhia chegou ao Brasil, com o fornecimento de soluções padronizadas, como acontece na Europa e Estados Unidos. A empresa investiu em fabricação local e pesquisa e conseguiu criar sua fórmula para agradar os compradores brasileiros. Em 2011, reforçou operação com um acordo com a Scopus, do grupo Bradesco, para aumentar a capacidade de produção em Manaus.

O clima também é otimista na Avaya. “Acreditamos no mercado brasileiro e temos uma agenda de crescimento para o País”, garante Nelson Campelo, que acaba de assumir o cargo de presidente da subsidiária local, com metas agressivas.

O executivo prevê uma decolagem no Brasil dos serviços de comunicação unificada. A companhia está investindo em ampliação do seu leque de produtos para que os clientes possam fazer uso maior dos recursos de colaboração, integrando equipes por qualquer tipo de dispositivo, independente e em rede.

“Estamos prevendo para 2012 crescimento de 15% para o nosso ano fiscal, que começou em outubro”, afirma Campelo, anunciando expansão geográfica para duas novas praças no próximo ano que são as filiais de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Menos entusiasmo na Abinee
Empresários da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) demonstram menos entusiasmo com as previsões dos analistas para o mercado de TIC para 2012.

O setor estima para o próximo ano receita de 152,5 bilhões de reais, com aumento de 13%, mas segundo a Abinee atingir essa meta depende de ações do governo. “O cenário é de incertezas por causa dos rumos da economia do País e da crise internacional”, diz o presidente da entidade, Humberto Barbato.

A indústria ficou desapontada com os resultados do setor em 2011, quando havia previsão de crescimento de 13% e o balanço final foi faturamento de 134 bilhões de reais, com aumento de 8% comparado com os resultados de 2010. Um dos fatores que contribuíram para a queda, segundo Barbato, foi a política cambial, que mantém o real supervalorizado frente ao dólar, impactando principalmente as exportações.

“Essa situação tem provocado perda de competitividade do setor eletroeletrônico, tanto no mercado externo quanto no interno”, reclama Barbato. Ele aponta o aumento do déficit do setor, que em 2011 atingiu 32 bilhões de dólares, 18% acima do ano anterior, resultado das importações que alcançaram 40 bilhões de dólares, enquanto as exportações não chegaram aos 8 bilhões de dólares.

Um dos exemplos disso é a importação de celulares que aumentou 111% no primeiro semestre de 2011, preocupando as fabricantes nacionais. As compras de terminais produzidos fora do País movimentaram 490 milhões de dólares no primeiro semestre, ante 232 milhões de dólares no mesmo período em 2010.

“Não estamos conseguindo colocar os nossos produtos no quintal [na América Latina] por causa da desindustrialização”, afirma Barbato, que espera que o governo adote medidas de incentivo para os que produzem aqui, com revisões do Processo Produtivo Básico (PPB).

Em encontro com os empresários em dezembro, em São Paulo, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, garantiu que o governo federal está alinhavando um programa para preservar a indústria nacional. Ele anunciou que as mesmas exigências de nacionalização da lei de incentivos dos tablets podem ser estendidas para os celulares, notebooks e PCs.

“Vamos aprofundar as exigências de PPB e aumentar as exigências de conteúdo local em todas as cadeias estratégicas”, disse Mercadante, informando que iniciativas similares as que estão sendo implementadas no setor automobilístico podem ser levadas a área de TIC.

No setor automotivo, o governo brasileiro está exigindo um índice de 65% de nacionalização dos automóveis montados no Brasil. O ministro afirma que na China essa porcentagem chega a 90%.

fonte: cio.uol.com.br

5 atitudes que podem definir sua trajetória profissional

 
Você é o único que pode controlar sua carreira. Não espere que os outros definam em qual cargo você estará no futuro. Sentir-se acomodado é o primeiro sinal óbvio de que uma mudança é necessária no comportamento profissional.

Para José Augusto Minarelli, diretor presidente da Lens & Minarelli, ter uma atitude positiva no trabalho é fundamental para ter êxito. “O profissional que deseja ter sucesso na carreira ou no seu empreendimento tem que prestar um bom serviço para ter prestígio”, afirma.

“É preciso ter coragem para errar. Há quem tenha muita vontade de fazer, mas não tenha coragem para arriscar. Lembre-se que os grandes profissionais já erraram muito”, explica Orlando Pavani, diretor de relações institucionais e conhecimento da Gauss Consulting Group.

Confira cinco atitudes que os especialistas consideram ser importantes para se ter uma carreira de sucesso.

 

1 – Ter iniciativa

Pode se dizer que aquele profissional que só age quando recebe ordens já está ultrapassado. O atual contexto das empresas exige pessoas que tenham uma espécie de perfil empreendedor. Em outras palavras, que estejam dispostas a desbravar novas tarefas – sem que isso seja pedido pela chefia. Essa postura deve se tornar um hábito ao ponto que você quase não precise mais de chefe.

 

2 – Ser colaborativo

Oferecer ajuda aos colegas de trabalho e trabalhar em equipe são atitudes que trazem benefícios tanto para você quanto para empresa. O feedback também é essencial, pergunte às pessoas com que trabalha, como você pode melhorar e não fique abalado com as críticas.

 

3 – Ter disciplina

Você pode se dizer competente e motivado, mas nada adianta se não terminar todas as tarefas que propôs começar. Por isso, neste início do ano, foque em mudanças na sua rotina para ser um profissional altamente produtivo.

 

4 – Ser “elástico”

Para Pavani, o profissional que é aberto e “acessa” assuntos ou temas diferentes consegue ter uma visão mais ampla na hora de resolver um problema. “Eu preciso acessar o contraditório e não concordar”, explica.

 

5 – Prepare-se para o futuro

Invista em você e mantenha-se atualizado. Para os especialistas, é preciso participar de congressos, fazer cursos, por mais que tenha tido uma boa formação. Dessa maneira o profissional saberá que tipo de concorrente tem no mercado de trabalho e as oportunidades que o cercam.

fonte: info.abril.com.br