Anúncio DANRESA na revista EXAME PME

EXAME PME traz ideias, soluções e experiências que auxiliam os empresários de pequenas e médias empresas na condução de seus negócios e nos desafios do dia a dia.

Veja abaixo o anúncio da DANRESA na revista EXAME PME, edição 42 – Outubro de 2011, no Caderno de Negócios:

Anúncio DANRESA Consultoria na revista EXAME PME

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Novo algoritmo de buscas do Google deve punir cópias e conteúdo ruim

Por Redação do IDG Now!

Lançado mundialmente no final de semana, o “Panda” chega com intenção de diminuir visitas a sites de baixa qualidade e que copiam outras páginas.

Após apenas três dias no ar, o algoritmo “contra cópias” Google Panda já começa a ter um grande impacto nas buscas web, de acordo com informações do site espanhol ADSL Zone. A página, que cita dados do Ranking Metrics, afirma que alguns sites importantes da França, como Ciao e Twenga, já perderam 50% de suas visitas desde o lançamento da ferramenta em diversos idiomas na última sexta-feira,1 2/8 – antes o novo código só estava disponível nas buscas Google em inglês.

Na Alemanha, o site Ciao.de e Wikio também aparecem entre os que mais perderam visitantes após o lançamento do Panda, como aponta o site State of Search. Por outro lado, as páginas do sistema Android e do serviço Blogger, ambos da Google, são algumas das que apresentaram maior crescimento desde a última sexta-feira no país, com 42% e 11% visitantes a mais, respectivamente.

A Google afirma, por meio de seu blog, que a implementação global do Panda normalmente impacta entre 6% e 9% das buscas. É um número menor em relação à época do lançamento da ferramenta, no início do ano, quando o Panda afetava quase 12% das buscas em inglês de modo perceptível.

Desde o final de semana, o serviço está disponível em todos os idiomas, incluindo o português brasileiro. De acordo com a gigante de buscas, apenas as buscas em chinês, japonês e coreano continuam de fora, em função de testes para melhorias no serviço.

Com o Panda, a Google quer retornar apenas sites de boa qualidade para os internautas, focando seus esforços, assim, em diminuir o acesso a páginas que considera de baixa qualidade e que usam material copiado de outros sites sem dar crédito aos autores.

Fonte: idgnow.uol.com.br

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Cinco erros comuns a evitar na segurança de TI

Fazer este trabalho bem feito na era da virtualização, smartphones e cloud computing é um grande desafio.

A segurança pode ser uma tarefa ingrata, porque só se percebe quando não é feita. E para fazer este trabalho bem feito na era da virtualização, smartphones e cloud computing, é preciso evitar erros técnicos e políticos. Em particular, cinco muito comuns:

1. Pensar que o seu papel na organização não mudou nos últimos cinco anos
O seu poder e influência estão sendo atacados enquanto a organização para a qual trabalha escancara as portas para permitir que os funcionários usem dispositivos móveis pessoais no trabalho, e empurra os recursos de computação tradicional e aplicações para a nuvem – às vezes sem o seu conhecimento.

Cada vez mais é preciso ser pró-ativo na introdução de práticas de segurança razoáveis para escolhas “fast-moving” de tecnologia que às vezes são feitas por quem está totalmente fora do departamento de TI. É uma “missão impossível” de atribuição, mas é a sua. Pode envolver o desenvolvimento de uma nova política de segurança para explicitar claramente os fatores de risco e para que não haja espaço para falsas premissas.

2. Não construir relações de trabalho entre as equipes de TI e os gestores de nível superior
Grupos de segurança de TI são geralmente pequenos em relação ao resto do departamento. Normalmente os profissionais de segurança precisam do apoio do restante do pessoal de TI para realizar funções básicas.

O profissional de segurança pode ter conhecimento especializado e um bolso cheio de certificações como CISSP, mas isso não significa que seja necessariamente admirado por causa disso – especialmente porque as pessoas da segurança são normalmente as que mais dizem “não” aos projetos de outras pessoas.

Além disso, não pense que a estrutura de poder está sempre apontando para o diretor de informática (CIO) como um decisor de nível superior. Uma mudança fundamental está ocorrendo: o papel tradicional do CIO como comandante dos projetos de TI está em declínio a favor do aumento do poder do diretor financeiro (CFO) como dono da palavra final sobre os projetos de TI. Algumas evidências mostram que o CFO nem sequer gosta do departamento de TI. As ideias do CFO sobre a segurança podem ir apenas até à ideia legal de “compliance”. O trabalho do profissional de segurança deve ser comunicar, comunicar, comunicar.

3. Não entender que a virtualização tem puxado o tapete do mundo da segurança
As organizações estão no caminho para alcançar 80% de virtualização da sua infraestrutura de servidores, e os projetos de virtualização de desktops estão aumentando. Mas a segurança está atrasada, com muitos profissionais assumindo erradamente que ela começa e termina com as VLANs. A realidade é que arquiteturas de virtualização mudam tudo a partir da abertura de novos caminhos que podem ser explorados. Como já aconteceu tantas vezes na indústria de TI, tecnologias revolucionárias passaram a ser usadas sem atenção adequada ao impacto da segurança.

Alguns produtos de segurança tradicionais, como software de antivírus, por exemplo, não funcionam muitas vezes bem em máquinas virtuais. Dispositivos físicos podem ter novos “pontos cegos”. Hoje, produtos de segurança especializados para ambientes virtualizados estão chegando finalmente ao mercado – e os profissionais de segurança precisam descobrir se algum deles deve ser usado e, ao mesmo tempo, se devem se manter a par da evolução dos planos de segurança de fornecedores como a VMware, Microsoft e Citrix. A virtualização é uma promessa tremenda, eventualmente, para melhorar a segurança, especialmente na recuperação de desastres.

4. Não se preparar para uma violação de dados
É o cenário de pesadelo em que dados sensíveis são roubados ou acidentalmente divulgados. Além da detecção e correção técnica, a lei precisa ser aplicada às violações de dados. Mas que leis? Quase todos os países têm agora as suas próprias legislações sobre a violação de dados e algumas regras com impacto em algumas indústrias mais que em outras, como é o caso da área de saúde. Quando isso acontece, uma violação de dados vai ser um evento – e caro – que exige uma ação coordenada pelo gestor de segurança de TI, envolvendo o departamento de TI, o departamento jurídico, os recursos humanos e o departamento de comunicação, se não mais. As organizações devem-se reunir para planejar os piores cenários, realizando internamente exercícios de violação de dados e formas de combatê-las e mitigá-las.

5. Complacência com os fornecedores de segurança de TI
É necessário ter sólidas parcerias com os fornecedores de TI e de segurança. Mas o perigo em qualquer relação com fornecedores é esquecer como olhar para produtos e serviços com um olhar crítico, especialmente para confrontar o que eles têm em relação à concorrência ou encontrar novas abordagens para problemas básicos de autenticação e de autorização, avaliação de vulnerabilidades e proteção contra malware. Muitos fabricantes estão tentando adaptar controles de segurança tradicionais para estruturas geradas a partir da virtualização e da computação em nuvem. E isso tem se transformado em um verdadeiro caos, que demonstra claramente o quanto a área de segurança vai ter de se esforçar para conseguir o que acredita que a organização precisa agora ou no futuro.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/07/27/cinco-erros-comuns-a-evitar-na-seguranca-de-ti/

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Criadores de conteúdo on-line precisam ser orientados, diz professor

JORDANA VIOTTO

O crescimento da internet no mundo tem levantado questões sobre privacidade, liberdade de expressão, segurança e confiança on-line, inclusive dentro das empresas.

Na tentativa de desvendar alguns desses pontos, o Fórum Econômico Mundial, a escola de negócios francesa Insead, a empresa de pesquisas comScore e o Oxford Internet Institute desenvolveram a pesquisa “O Novo Mundo da Internet”, divulgado em abril de 2011.

Soumitra Dutta, professor do Insead e um dos coordenadores do relatório, concedeu entrevista à Folha sobre aspectos das mudanças do ambiente on-line e hábitos dos profissionais diante dessas ferramentas dentro das empresas.

Muitas empresas utilizam conteúdo gerado por usuários como ferramenta de comunicação interna e de gestão do conhecimento. A pesquisa, no entanto, mostra que poucas pessoas, em geral, produzem conteúdo on-line. Podemos supor que muitas dessas iniciativas podem fracassar?

Isso é um fenômeno mundial. Poucas pessoas produzem conteúdo enquanto muitas consomem esse conteúdo. Isso vale para nações desenvolvidas, como os EUA, e para corporações também.

As políticas de gerenciamento de comunidades nas empresas precisam levar em consideração essa tendência e selecionar líderes para manter a comunidade viva.

É preciso trabalhar com os poucos criadores ativos de conteúdo, mas ele precisa ser relevante para os muitos que vão ler, para que se beneficiem ao consumi-lo.

Na pesquisa, muitas pessoas apoiam a regulamentação da internet pelo governo. Isso não seria arriscar a liberdade de expressão e também os negócios baseados na web?

Deve haver um equilíbrio exato de regulação e abertura on-line. Acredito que é importante preservar a liberdade de expressão. O que aconteceu no Egito [o governo desconectou os servidores em janeiro, durante as revoltas populares pela saída do então líder Hosni Mubarak] é um bom exemplo a ser citado.

Mas os governos perceberam o valor da internet. Tanto o novo governo no Egito como o da Tunísia [onde a população foi às ruas pela saída do general Ben Ali do poder] estão utilizando a rede para se comunicar com os cidadãos.

A respeito da segurança, muitas pessoas não tomam precauções em suas atividades on-line –inclusive nas empresas, onde “alguém deve estar tomando conta disso”. Você diria que as empresas precisam investir na conscientização dos empregados a respeito da necessidade das precauções on-line?

Educação é vital nesse ponto. Os colaboradores precisam ser educados sobre os riscos, inclusive de postar conteúdo on-line. Esse conteúdo pode ser inapropriado ou mal interpretado. Uma comparação que podemos fazer é com a tatuagem: o que colocamos na internet nunca sai.

fonte: Folha.com

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Leia: Avanço da tecnologia exige especialização

5 antivírus para celular e por que você precisa deles

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/2011/04/27/5-antivirus-para-celular-e-porque-voce-precisa-deles/

Acessar a internet sem um antivírus para proteger o computador é sabidamente um suicídio digital. As ameaças ao PC são tantas, tão variadas e tão criativas que quase ninguém pensa em dispensar a ajuda de um software de segurança. No caso dos celulares, essa nunca foi uma preocupação séria, mas com dados e serviços cada vez mais importantes se acumulando nos aparelhos, isso vai mudar, com certeza– a dúvida é saber quem vai te proteger.

A maioria das grades empresas de segurança – leia-se Trend Micro, McAfee, Symantec, AVG e Kaspersky – já tem uma solução para mobile, mas o que levar em conta ao escolher que produto vai usar?

A primeira coisa que você precisa saber é que uma solução de segurança para celular é completamente diferente de uma pra desktop ou notebook. Por exemplo, enquanto, de acordo com a Symantec, há mais de 286 milhões de malwares para computador, há cerca de 1000 para celulares, diz a Kaspersky. Por outro lado, é muito mais fácil perder um smartphone (e assim deixar seus contatos, mensagens e chamadas expostos) do que um desktop.

Então, quando falamos de segurança móvel, o mais importante é proteger seus dados pessoais e sua privacidade, assim como evitar que sua linha seja indevidamente usada. Na prática, portanto, os antivírus são relegados a um segundo plano e outros recursos, como bloqueio remoto e exclusão de dados, ganham mais relevância.

Veja abaixo algumas soluções de segurança para celular e faça sua escolha:

Kaspersky Mobile Security

Recém-lançado, o aplicativo da russa Kaspersky é provavelmente a mais completa das opções. Tem antivírus, proteção em tempo real (verifica novos arquivos e aplicativos), rastreamento por GPS ou Wi-Fi, bloqueio e exclusão de informações remotos, modo de privacidade (apenas esconde contatos, mensagens e chamadas), lista negra de números (bloqueia chamadas e mensagens) e SIM Watch (avisa quando o chip é trocado, fornecendo o novo número).

No programa, tudo pode ser feito por SMS, com comandos muito simples. Ele é compatível com Android, BlackBerry, Symbian e Windows Mobile, embora algumas versões sejam mais limitadas.

O software é gratuito para testar (7 dias) e custa $9,95.

Baixe o Kaspersky Mobile Security pelo Downloads INFO

McAfee Wave Secure

O WaveSecure da californiana McAfee, é compatível com Android, Symbian, Windows Mobile e BlackBerry. Ele oferece armazenamento dos dados na nuvem, rastreamento por GPS, bloqueio e exclusão de dados. E tudo, inclusive os arquivos de backup, pode ser controlado por um painel online acessível de qualquer browser.

É gratuito para testes e custa $20 por ano.

Baixe o McAfee Wave Securitypelo Downloads INFO

Trend Micro Mobile Security


Disponível apenas para Android (também há um versão para Symbian e Windows Mobile, mas voltada para empresas), é o mais barato dentre os pagos. Depois do trial de 30 dias, a licença anual sai por apenas $3,99. Tem anti-phishing, proteção de downloads, controle parental além de filtro de ligações e mensagens indesejadas.

Baixe o Trend Micro Mobile Security pelo Downloads INFO

AVG Mobilation Antivirus Free e Pro

A empresa, que tem um dos mais populares antivírus gratuitos para desktops e notebooks, oferece uma versão gratuita e uma paga para celulares e tablets Android. No Antivirus Free, o usuário pode escanear os arquivos e configurações (ele detecta ajustes que possam deixar o aparelho vulnerável), eliminar tarefas que deixem o sistema lento, rastrear o telefone por GPS, fazer backup dos dados e bloquear o celular remotamente.

A versão Pro, que custa $9,99, também oferece exclusão de dados (por SMS ou online) e a opção de escrever uma mensagem que aparece na tela de bloqueio.

Baixe o AVG Mobilation AntiVirus pelo Downloads INFO

Norton Mobile Security Beta


Mais um aplicativo compatível apenas com Android, agora com o selo da Symantec.
Conta com anti-phishing, rastramento por GPS, bloqueio e exclusão de informações remotos, filtro de SMS e ligações e proteção anti-malware.

Ainda está na versão beta, portanto é gratuito.

Baixe o Norton Mobile Security pelo Downloads INFO

IBM lança o Maqetta – Editor de interfaces em HTML5

A IBM anunciou recentemente o lançamento de uma versão preview do Maqetta, que possibilita a autoração WYSIWYG (what you see is what you get) de interfaces de usuário em HTML5 usando recursos como arrastar/soltar e outros.

O Maqetta suporta tanto a criação de interfaces para desktops como para dispositivos móveis.

O Maqetta Preview já está disponível gratuitamente no site http://maqetta.org. Como alternativa, os usuários podem fazer o download de compilações que podem ser instaladas em seus próprios servidores.

Fonte: http://www.baboo.com.br

Padrões

O código do projeto é construído usando 100% de tecnologias de padrões abertos.  Algumas das principais normas apoiadas pelo projeto:

  • HTML5
  • CSS3
  • JavaScript
  • OpenAjax Widgets

Open Source

Maqetta está disponível sob uma licença de código aberto. Você pode baixar o código fonte e instalá-lo em seu próprio servidor, personalize o código para atender às suas necessidades e / ou contribuir com melhorias para o projeto de código aberto.

Suporte

 As páginas HTML criadas pelo Maqetta normalmente trabalham em todos os navegadores mais populares, incluindo o IE (ressalva: isso depende do conjunto de ferramentas que você usa JavaScript e codificação de dados).  Mas se você deseja executar o aplicativo Maqetta, você vai precisar usar uma versão recente de um dos seguintes navegadores, que suporta as funcionalidades que o HTML5 Maqetta exige.

Fonte: http://maqetta.org/

Capacite sua força de trabalho móvel

De acordo com o Gartner (1), a capacitação da força de trabalho móvel é uma das três prioridades dos CIOs.

Uma plataforma de aplicação coerente, que suporte soluções sem fio e móveis com ricas interfaces, simplifica o acesso de seus funcionários à empresa e permite a atualização das informações com segurança, sempre que necessário – tornando-os tão eficientes em campo como no escritório

A DANRESA possui experiência comprovada e certificada pela Microsoft no desenvolvimento e implementação de aplicações e soluções baseadas no Microsoft Windows Mobile com a ajuda de ferramentas e software Microsoft.

A DANRESA é fabricante independente de softwares para sistemas móveis, integradora de sistemas, com profissionais especialistas em desenvolvimento de aplicações personalizadas para sistemas móveis.

Utilizando o Windows Mobile 6, a DANRESA fornece aos seus clientes navegação na Web, e-mail e o Microsoft Office otimizado para smartphones e PDAs, permitindo que seus funcionários visualizem, editem e enviem documentos do Office, capacitando sua força de trabalho móvel.

As soluções móveis da DANRESA são personalizadas e focadas nas regras de negócios de cada cliente com o objetivo de agregar valores mensuráveis ao ambiente de TI e para toda a corporação, permitindo que seus funcionários acessem os sistemas corporativos através de redes Wi-Fi e GPS de forma segura.

O desenvolvimento é baseado no Microsoft .NET Compact Framework e na utilização do Microsoft SQL Server 2005 Compact Edition para estender as capacidades de gerenciamento de dados aos dispositivos móveis.

Assim os profissionais do conhecimento podem ser produtivos, independentemente do local.

Para maiores detalhes ou em caso de dúvidas entre em contato com um de nossos consultores e descubra como capacitar a força de trabalho móvel de sua empresa.

Tel. 55 11 4452-6450 – comercial@danresa.com.br

Assista aos vídeos sobre Mobilidade Corporativa:

01 – Como posso ajudar minha equipe a se manter atualizada e produtiva enquanto estiver fora do escritório?

02 – Mobilize-se…

(1) Gartner Inc., Transformation of IT Organization is Accelerating, Gartner EXP, Janeiro de 2006.  EXP, Janeiro de 2006.