A DANRESA lança a nova versão do seu Sistema de Service Desk

O Sistema Service Desk DANRESA 2.0 é uma ferramenta de gerenciamento de incidentes baseada nas práticas do ITIL, que proporciona melhor experiência de usuário, com excelentes recursos de usabilidade e produtividade de forma mais simples, prática e intuitiva.

O projeto de reestruturação do sistema service desk DANRESA, denominado SERVICE DESK DANRESA 2.0, teve como objetivo tornar a ferramenta mais simples, prática, intuitiva, para o usuário final, oferecendo recursos sofisticados de usabilidade, atendendo às sugestões enviadas pelos clientes do sistema, transformando conhecimento e tecnologias em soluções de negócios alinhados com as estratégias da DANRESA e de seus clientes.

Hoje são mais de 50.000 usuários ativos representados por mais de 80 empresas diferentes que utilizam o sistema simultaneamente que contribuiram com ideias, sugestões, experiências.

A Fábrica de Software da DANRESA executou o projeto de reestruturação, média de 3.000 horas de projeto, envolvendo levantamento com os usuários, análise e especificação dos requisitos funcionais, desenvolvimento, planos de testes e finalmente a implantação, que ocorreu sexta-feira, 14 de junho de 2013 às 18:30h.

Após a implantação foi iniciado o suporte pós-go live e a transição para o novo sistema ocorreu de forma transparente para os mais de 50.000 usuários do sistema.

Mais um projeto de grande sucesso executado pela DANRESA Consultoria de Informática que traz benefícios estratégicos para as equipes de suporte da DANRESA Consultoria de Informática e para seus clientes.

O Acesso ao sistema pode ser feito através da URL

http://www.danresa.com.br/servicedesk

O Manual completo do Sistema Service Desk DANRESA 2.0 pode ser consultado online no BLOG do Sistema através da URL

http://www.servicedeskdanresa.com.br/blog-servicedesk-online/

Confira um resumo das melhorias implementadas no sistema Service Desk DANRESA 2.0

O sistema Service Desk DANRESA 2.0 permite uma melhor experiência de uso do sistema para os usuários – usabilidade.

Quando falamos em usabilidade estamos apresentando uma nova forma de utilizar o sistema, que deve ser simples e ao mesmo tempo fornecer rapidamente todos os acessos aos recursos de trabalho da rotina diária.

Após o usuário efetuar login no sistema Service Desk 2.0, a tela principal do sistema deverá ser apresentada.

Layout inovador para sistemas web em forma de Office – Menu Ribbon com melhor aproveitamento da área de trabalho para as telas / páginas do sistema, com redimensionamento automático de todo o layout da tela de acordo com a definição do monitor.

O Menu Ribbon expansível permite mostrar / esconder o menu melhorando o aproveitamento da área de trabalho

Menu focado em regras de negócio: O menu ribbon apresenta funcionalidades ligadas diretamente ao uso das telas, com barras de tarefas, teclas de atalhos, ícones funcionais relacionados a tarefas na tela ativa, pesquisas rápidas, indicadores de tarefas e atividades que auxiliam na tomada de decisão. O usuário não precisa navegar em inúmera telas para desempenhar suas atividades, tornando as tarefas produtivas, simples e rápidas.

Tela inicial após o login no sistema.

Tela inicial após o login no sistema.

A tela principal está estruturada da seguinte forma:

  • Topo
  • Menu Principal
  • Área de Trabalho

topo-sistema-service-desk

Topo do Sistema Service Desk DANRESA

Topo do sistema identifica o usuário logado e permite efetuar o logout (sair) quando necessário.

menu-principal-sistema-service-desk

Menu principal do Sistema Service Desk DANRESA.

Menu Principal apresenta os recursos do sistema por módulo funcional em forma de Ribbon, similar aos menus do aplicativos Office.

Para acessar cada módulo clique no título (link) referente ao que deseja acessar.

Cada módulo contém os recursos e/ou telas disponíveis referentes ao tema a que se refere: configuracoes-menu-service-desk

Para acessar o recurso desejado clique no ícone que representa a função ou recurso. icones-menu-sistema-service-desk-danresa

Há ícones que representam telas do sistema e há ícones que representam ações em telas carregadas no sistema:

novo-incidente-icone-service-desk Ícone que carrega a tela de incidente para o preenchimento de um Novo Incidente.

salvar-icone-service-desk Ícone que grava um Incidente quando a tela de Incidentes está carregada e em modo de edição.

Dependendo da tela carregada na área de trabalho alguns ícones podem estar disponíveis – habilitados – ou não disponíveis – desabilitados.

Ícones habilitados sempre estão coloridos e realçados: salvar-icone-service-desk

Ícones desabilitados sempre estão opacos e sem cor: salvar-desab-service-desk

Alguns recursos de sistema como buscas, ou itens de seleção devem ter um preenchimento prévio ou seleção prévia para o carregamento da tela na área de trabalho.

buscas-sistema-service-desk

Enquanto uma tela estiver carregada na área de trabalho é possível navegar pelos módulos do sistema se perder a tela.

Área de Trabalho é o espaço onde as telas e recursos do sistema são apresentados.

Todo o sistema se adequa a resolução de monitor configurada, expandindo a estrutura para aproveitar melhor o espaço disponível. No entanto a resolução mínima para o sistema é a de 1024 x 768. Resoluções menores que esta tendem a sobrepor as estruturas da tela.

Por padrão o sistema apresenta a tela de Incidentes do módulo Incidentes quando efetuado o login.

Adquira para sua empresa o Service Desk DANRESA

Entre em contato pelo telefone (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br

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Os 10 principais benefícios da Microsoft Office Enterprise Project Management Solution

A Microsoft Office Enterprise Project Management (EPM) Solution é um ambiente colaborativo completo de gerenciamento de portfólios e projetos. A Office EPM Solution ajuda as organizações a obter visibilidade, percepção e controle de todo o trabalho, o que permite aperfeiçoar o processo de tomada de decisões, melhorar o alinhamento com a estratégia de negócios, maximizar a utilização de recursos, bem como avaliar e aumentar a eficiência operacional.

Motivo 1 Padronizar e automatizar os processos de governança.

Defina vários fluxos de trabalho a fim de submeter cada projeto aos controles de governança adequados durante o seu ciclo de vida — da proposta até a pós-implementação — de modo a obter custos mais baixos, ciclo mais rápidos e maior qualidade.

Motivo 2 Capturar todos os investimentos em um repositório central.

Consolide os investimentos de TI (tecnologia da informação) e de negócios em um repositório corporativo para aumentar a visibilidade, a percepção e o controle. Com a Office EPM Solution, você pode implementar processos repetitivos como modelos, a fim de padronizar e simplificar a coleta de dados em toda a organização. A centralização dos dados facilita a análise de finanças, recursos, agendas entre vários projetos, bem como de outras tendências de dados e do status para a geração de relatórios informativos.

Motivo 3 Priorizar de maneira objetiva a estratégia de negócios e os investimentos concorrentes.

Utilize técnicas comprovadas a fim de definir e priorizar a estratégia de negócios de sua organização para o próximo período de planejamento e gere automaticamente pontos de priorização objetivos para avaliar com eficiência os investimentos concorrentes a partir de várias dimensões.

Motivo 4 Alinhar os portfólios selecionados à estratégia de negócios.

Execute cenários hipotéticos de otimização para identificar vantagens e desvantagens e selecione o portfólio ideal, sob diversas restrições orçamentárias e comerciais, mais alinhado à estratégia de negócios de sua organização. Utilize técnicas avançadas de análise de portfólio para identificar e eliminar as restrições que impedem que o portfólio atinja a Fronteira Eficiente.

Motivo 5 Gerenciar recursos com eficiência.

Sem entender sobre capacitação e cargas de trabalho de longo prazo, as empresas podem experimentar ciclos ineficientes de contratação/demissão, resultando em altos custos, baixo nível de conhecimento e baixa auto-estima de funcionários. Dando visibilidade sobre compromissos gerais de trabalho, quadros de horários reais e capacitação de recursos, a EPM Solution o ajuda a criar planos de recursos para alinhar a terceirização e o recrutamento estratégicos aos seus objetivos comerciais de longo prazo.

Motivo 6 Colaborar e coordenar com facilidade.

Garantir que as equipes compartilhem objetivos comuns e trabalhem juntas com eficiência torna-se mais essencial à medida que as organizações ficam mais diversificadas em termos geográficos e culturais. O acesso baseado na Web a informações oportunas e críticas para os negócios armazenadas na Office EPM Solution permite que as equipes compartilhem conhecimentos, colaborem entre si com facilidade para concluir tarefas e gerar resultados finais, assim como ajustem rapidamente as atividades para acomodar as alterações e as atualizações do projeto.

Motivo 7 Avaliar e controlar o desempenho do portfólio.

Avalie e controle com eficiência projetos, programas e aplicativos durante todo o seu ciclo de vida, obtendo visibilidade para identificar de forma pró-ativa possíveis problemas, tomar decisões e ajudar a garantir que seus portfólios maximizem o retorno do investimento (ROI), bem como aumentem a eficiência operacional.

Motivo 8 Obter mais resultados de investimentos em tecnologia existente.

A Office EPM Solution baseia-se no Microsoft Windows Server, no Microsoft SQL Server e no Microsoft Windows SharePoint Services, de modo que você pode extrair o máximo de proveito da experiência de sua organização nessas tecnologias Microsoft. Como a Office EPM Solution também está integrada ao Microsoft Office system, a aplicativos ERP e à plataforma de colaboração da Microsoft, os usuários podem contribuir com dados para a Office EPM Solution e, ao mesmo tempo, trabalhar com aplicativos conhecidos, como o Outlook ou o SharePoint.

Motivo 9 Fornecer a máxima integração com aplicativos de linha de negócios.

A API Project Server Interface bem definida, o Modelo de Evento que oferece suporte ao Windows Workflow Foundation, o SDK com modelos de referência e outras ferramentas tornam a Office EPM Solution uma plataforma flexível e extensível para o gerenciamento de seu trabalho. Utilize a Project Server Interface, uma API baseada em serviços da Web, para integrar totalmente a Office EPM Solution a aplicativos de Contabilidade, RH, ERP e CRM, bem como a outros aplicativos de linha de negócios.

Motivo 10 Obter rapidamente o retorno do investimento.

A Office EPM Solution oferece às organizações uma solução completa de gerenciamento de portfólio de projetos. Proporcionando maior produtividade dos funcionários, ciclos mais rápidos, custos reduzidos e melhor gerenciamento de tempo, a Office EPM Solution possibilita um retorno positivo e sustentável de seu investimento. No gerenciamento de portfólios de TI, o software pode cortar de 2 a 5% dos custos, melhorar de 20 a 25% a produtividade e transferir de 10 a 15% dos orçamentos para projetos mais estratégicos. No desenvolvimento e no lançamento de novos produtos no mercado, as empresas com melhor desempenho — as que aplicaram rigorosos processos e tecnologias em pesquisa e desenvolvimento e em atividades de lançamento — podem reduzir em mais de 30% o tempo de entrada no mercado.

Fonte:  office.microsoft.com

17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br

Soluções Inovadoras de TI que Capacitam sua Empresa a Alcançar os Resultados Corporativos Desejados

As empresas de hoje exigem que a TI proteja os bens, mantenha as aplicações do legado e cumpra requisitos de conformidade.

Além disso, também se exige que a TI amplie o impacto no desempenho de seus funcionários e proporcione soluções ágeis que gerem avanços corporativos.

No ambiente competitivo de hoje, a TI pode melhorar significativamente o desempenho corporativo.

De fato, uma pesquisa revelou que as companhias com infraestrutura e plataformas de TI otimizadas crescem 3,5% mais rápido e têm empregados muito mais produtivos.

Para permitir esse tipo de crescimento, são necessárias uma infraestrutura e uma plataforma de operações que proporcionem os níveis de gerenciamento, segurança, interoperabilidade e conectividade exigidos para suportar as necessidades crescentes e dinâmicas de seu negócio.

O portfolio de produtos e serviços da DANRESA possui inovadoras soluções de TI que capacitam sua empresa a alcançar os resultados corporativos desejados, conectando pessoas, processos e informações.

Adotamos um conjunto de capacitações que permite a sua empresa beneficiar-se do potencial de uma infraestrutura de TI e Plataforma de aplicações integradas.

As capacitações fazem parte de quatro modelos de otimização de infraestrutura de TI, que têm como objetivo melhorar significativamente o desempenho corporativo, proporcionando agilidade organizacional e redução de custos.

Os modelos são:

– Otimização da Infraestrutura de Aplicações

– Otimização e Proteção da Infraestrutura Básica

– Otimização da Infraestrutura de Produtividade

– Otimização da Infraestrutura de Mobilidade e Produtividade Corporativa

Os benefícios de implementar soluções baseadas nas capacitações de otimização da Infraestrutura de TI e Plataforma de Aplicações são:

– Reduzir a complexidade de TI e aumentar a agilidade corporativa.

– Proporcionar experiências de usuário intuitivas e produtivas.

– Aumentar o impacto dos funcionários.

– Construir sistemas conectados e adaptáveis.

– Disponibilizar os requisitos das missões mais críticas

SUA EMPRESA

As empresas de hoje exigem que a TI proteja os bens, mantenha as aplicações do legado e cumpra os requisitos de conformidade.

Além disso, também se exige que a TI amplie o impacto no desempenho de seus funcionários e proporcione soluções ágeis que gerem avanços corporativos.

PLATAFORMA DE APLICAÇÃO

A DANRESA fornece uma plataforma de aplicação integrada e interoperável com cinco capacidades básicas:

Experiência de Usuário

Inteligência Corporativa

Arquitetura Orientada a Serviços ( SOA )

Gerenciamento de Dados

Capacidade de Desenvolvimento

Essas capacidades essenciais permitem que os profissionais de TI forneçam soluções adaptáveis e conectadas.

INFRAESTRUTURA PARA PRODUTIVIDADE CORPORATIVA                     

Para proporcionar uma plataforma de aplicação otimizada, você precisa iniciar com a infra-estrutura end-to-end da DANRESA Consultoria de Informatica.

Ela fornece uma base segura, escalonável e interoperável para abrangentes capacidades por toda a empresa, incluindo:

Identidade e Acesso
Gerenc. de Estações de Trabalho, Dispositivos e Servidores
Proteção e Recuperação de Dados
Segurança e Rede
Processos de TI e Segurança
Colaboração e Comunicações Unificadas
Infraestrutura de Mobilidade
Gerenciamento de Conteúdo Corporativo

A DANRESA Consultoria de Informatica oferece a seus clientes produtos e servicos inovadores que ajudam as empresas a crescer, evoluir sua plataforma de infra-estrutura e aplicacoes.

Entre a vantagens estão redução de custos, aumentar a produtividade corporativa e aumentar as vantagens competitivas de sua empresa.

Ligue para um Consultor DANRESA através do telefone 55 11 4452-6450 ou envie um e-mail para comercial@danresa.com.br

Para saber mais sibre a DANRESA Consultoria de Informatica e como podemos ajudar a sua empresa acesse o site oficial http://www.danresa.com.br

 

Generate RSS Feed in ASP.Net

RSS feed is an xml formatted document that gives user the capability to read frequently updated contents on our websites without visiting our site. RSS feed has become one of the most sophisticated mechanism to share information on the internet world. It is one of the web 2.0 features which allows users to read their relevant information’s available on the internet. All we need to do is, get the RSS feed URL from different sites of our interest and subscribe it on our RSS reader. Before moving to actual implementation of RSS feed we will understand the format of RSS feeds that a RSS reader can consume.

For example, CodeDigest Rss feed will look like,

<?xml version=”1.0″ encoding=”utf-8″ ?>

<rss version=”2.0″>

  <channel>

  <title>CodeDigest.com Latest Articles</title>

  <link>http://www.codedigest.com</link&gt;

  <description>Latest articles hosted on CodeDigest.com.</description>

  <item>

  <title>Useful Datagrid Tips</title>

  <description>There are some frequent queries that are being asked in most of the forums and UG’s regarding datagrid. I have compiled a list of useful tips from my previous posts and posted it here.</description>

  <link>http://www.codedigest.com/Articles/ASPNET/77_Useful_Datagrid_Tips.aspx</link&gt;

  <pubDate>4/29/2008 9:47:12 AM</pubDate>

  </item>

</channel>

  </rss>

As we can see the above XML, the whole contents are packed inside <rss> tag. The actual information about the posts is kept inside <item> tag which in turn is packed inside a <channel> tag.  Moving forward this article will help us understand constructing an RSS feeds for our asp.net sites.

What we need to do?

Generating RSS feed for our website is nothing but emitting the frequently updated data in the above specified XML format. It can be done by constructing the XML document and performing a Response.Write of the constructed XML document.

 What should we use?

Our requirement can be achieved by performing a Response.Write on an ASPX page. But, in this article we will generate our RSS feed using HttpHandler instead of an ASPX page. There are some advantages in using HttpHandler over an ASPX pages, an ASPX page will have a series of events like OnInit, Page load, etc  which is not at all required in our case. These page level events are over head since we just want to get the data from database and construct a XML document and output the raw xml.

Implementation

With the RSS feed XML format in mind, we can construct XML using XmlTextWriter class. Include an HttpHandler to our project by right clicking solution and clicking “Add New Item”. Refer the below figure.

 

RSS.ashx

<%@ WebHandler Language=”C#” %>

 

using System;

using System.Web;

using System.Data;

using System.Text;

using System.Xml;

using DataAccess;

  public class Rss : IHttpHandler {

     ArticleDAO articleDAO = new ArticleDAO();

     public void ProcessRequest (HttpContext context) {

         // Clear any previous output from the buffer

           context.Response.Clear();

                   context.Response.ContentType = “text/xml”;

               XmlTextWriter cdRSS = new XmlTextWriter(context.Response.OutputStream, Encoding.UTF8);

 

        cdRSS.WriteStartDocument();      

 

        cdRSS.WriteStartElement(“rss”);

 

        cdRSS.WriteAttributeString(“version”, “2.0”);       

 

        cdRSS.WriteStartElement(“channel”);

 

        cdRSS.WriteElementString(“title”, “CodeDigest.com Latest Articles”);

 

        cdRSS.WriteElementString(“link”, “http://www.codedigest.com&#8221;);

 

        cdRSS.WriteElementString(“description”, “Latest articles hosted on CodeDigest.com.”);

 

        cdRSS.WriteElementString(“copyright”, “Copyright 2008 – 2009 CodeDigest.com. All rights reserved.”);

 

       //Connect database to get the data

        DataTable dtArticles = articleDAO.GetArticlesForRss();

 

        for (int i = 0; i < dtArticles.Rows.Count; i++)

        {

       //Build Item tags with the data from database

            cdRSS.WriteStartElement(“item”);

 

            cdRSS.WriteElementString(“title”, dtArticles.Rows[i][“Title”].ToString());

 

            cdRSS.WriteElementString(“description”, dtArticles.Rows[i][“description”].ToString());

 

            cdRSS.WriteElementString(“link”, “http://”+ context.Request.Url.Host + dtArticles.Rows[i][“URL”].ToString());

 

            cdRSS.WriteElementString(“pubDate”, dtArticles.Rows[i][“ApprovedOn”].ToString());

 

            cdRSS.WriteEndElement();

        }

 

        cdRSS.WriteEndElement();

 

        cdRSS.WriteEndElement();

 

        cdRSS.WriteEndDocument();

 

        cdRSS.Flush();

 

        cdRSS.Close();

 

        context.Response.End();     

 

    }

 

    public bool IsReusable {

        get {

            return false;

        }

    }

}

Font:  http://www.codedigest.com/Articles/ASPNET/86_Generate_RSS_Feed_in_ASPNet.aspx 

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Soluções em desenvolvimento de sistemas com a DANRESA Consultoria.

Como não perder os benefícios financeiros da virtualização

Por Kevin Fogarty, da CIO-EUA

Chegar a uma saturação da capacidade de economia proporcionada por infraestruturas virtualizadas é situação comum em empresas. Saiba como evitar.

Virtualizar e consolidar servidores de data centers proporcionam um benefício financeiro tão claro para as organizações que há poucas companhias, em qualquer indústria, para as quais a tecnologia não é aderente. Mas algumas que começaram projetos de virtualização para cortar custos, sem planejar uma segunda fase de migração, em que os gastos com ferramentas proporcionam ainda mais benefícios, podem ficar presas na primeira etapa, sem aproveitar todo seu potencial.

O benefício financeiro de obter de dez a 20 servidores virtuais pelo preço de uma caixa física impulsionou muitas companhias para a migração. Mas muitas, ao virtualizar de 25% a 35% de todos os servidores físicos, chegam a uma situação na qual as vantagens de custo do servidor virtual sobre o físico desaparecem. Em inglês, isso é chamado de “VM Stall”, ou limite da virtualização.

De acordo com o analista da Forrester, James Staten, esse quadro é gerado por alguns custos sutis e questões organizacionais que afetam diretamente o projeto de virtualização. “As companhias podem chegar a uma migração de 50% em seu parque de servidores com a mesma mensalidade do mundo físico. A previsão de custos é só em questões óbvias, como licenças, número de máquinas etc. Além desse ponto, chegam-se às questões de desempenho e gerenciamento de capacidade, que precisam de suporte. As companhias não levam isso em consideração para planejar os projetos”, descreve.

Segundo o pesquisador e vice-presidente do Gartner, Chris Wolf, planejar a virtualização de cada carga de trabalho em cada servidor, sem modificar os requisitos de planejamento de capacidade de TI ou a forma como os recursos computacionais são alocados, além da previsão de horas de trabalho dos profissionais, resulta em um departamento de TI cheio de processos duplicados, com queda brutal no retorno sobre o dinheiro gasto na migração.

“Tentar replicar a mesma estrutura que era usada no mundo físico levará a empresa a um ciclo de diminuição dos retornos rapidamente”, diz Wolf. Manter o projeto na trilha certa requer mudanças organizacionais e tecnológicas, além de manter os dois lados coordenados de acordo com cada estágio da migração. Aqui vão alguns conselhos para evitar a perda de benefícios financeiros durante as quatro fases-chave dos projetos:

Fase 1: eficiência técnica e consolidação
Segundo o analista da IDC, Gary Chen, a primeira onda da virtualização é empolgante, pois economiza muito mais dinheiro, de forma muito mais rápida, do que qualquer outra fase de migração e operação de uma infraestrutura virtual.

O benefício de eliminar dez servidores físicos, substituindo por um servidor maior, virtualizado e mais automatizado, dá à equipe de TI e às áreas de negócios a falsa sensação de sucesso. Segundo Chen, isso gera expectativas fora da realidade para o futuro.

Muitos departamentos se prendem às mesmas métricas do início para estimar o sucesso, o que significa focar em quão densamente as máquinas virtuais podem ser empacotadas em um host físico, sem investir em ferramentas de gerenciamento ou treinamento que dá aos gerentes de TI uma melhor ideia de como alocar recursos virtuais, diz Chen.

“As pessoas precisam tirar da cabeça de que devem se orgulhar da sua taxa de migração ou quantas máquinas físicas consegue retirar de um ambiente, isso não diz nada”, diz Staten, que completa: “A real necessidade é chegar ao ponto no qual se entrega alta eficiência, altamente sustentado por métricas de utilização e picos de todo o pool de recursos, com alto grau de controle sobre toda a infraestrutura”.

Fase 2 : escolha de alvos e simplificação da administração
A próxima fase da migração requer conhecimento mais específico sobre o que cada máquina virtual está fazendo, para qual unidade de negócios e quais recursos ela exige.

Segundo Staten, isso requer mais do que densidade e retorno sobre investimento (ROI). Requer mudanças na administração da TI e no suporte para melhoria de processos como gestão de mudanças, provisionamento e gerenciamento de incidentes. Tudo isso não é compatível com os antigos métodos organizacioanis.

Segundo Wolf, sem a habilidade de construir um inventário de recursos mais detalhado do que simplesmente a lista de servidores físicos disponíveis, não há forma inteligente de distribuir máquinas virtuais ou cargas de trabalho pelos servidores.

Para chegar a isso tudo, são necessárias ferramentas de gerenciamento, dando aos administradores de sistemas a responsabilidade de programar as máquinas virtuais de acordo com as unidades de negócios que as utilizam, sem se importar com a localização física das mesmas.

A falha nesse aspecto pode levar a uma falta de uso eficiente dos recursos, com duplicatas, trabalho dobrado e lacunas na tomada de responsabilidade sobre as tarefas, tudo isso gerando enormes desperdícios para as empresas à medida que máquinas virtuais flutuam sem que haja um responsável por elas.

Para evitar tudo isso, a empresa precisa também pensar em automação, gestão de ciclo de vida, entre outras ferramentas presentes no mercado.

Fase 3: automação de processos
Segundo Wolf, restringir a proliferação de máquinas virtuais sem controles adequados não restringe a ambição de migração da empresa. Pelo contrário, ajuda no processo.

A vantagem real das infraestruturas virtuais é a flexibilidade. Para garanti-la, o departamento de TI tem de estar pronto para lançar mão de portabilidade de máquinas virtuais, gestão de recursos que atinjam a infraestrutura em profundidade, provisionamento automatizado e gestão de mudanças, ou não haverá eficiência.

A medida, aqui, não deve ser quão alta é a utilização de um único servidor ou grupo de máquinas virtuais para rodar uma aplicação, mas qual é o grau de utilização de todo o data center.

Isso requer conhecimento e gestão em tempo real dos recursos. Para isso, é preciso saber como usar os instrumentos certos para monitorar e alocar os recursos para melhorar o desempenho para cada carga de trabalho, cada servidor, cada data center e cada servidor físico, de acordo com as melhores práticas para virtualização do Gartner, publicada em 2009.

Chen alerta, no entanto, que além  do uso inadequado das máquinas virtuais, o uso excessivo ou não supervisionado de licenças também aumenta custos de maneira significativa.

Uma das soluções encontradas para muitas empresas é renegociar acordos de licença justamente por essa razão. É muito fácil para usuários finais criar servidores, ou instâncias de aplicações, que consome licenças, deixar em uso e lançar mais uma na manhã seguinte.

Segundo o vice-presidente e analista da Forrester, Galen Schreck, outra questão de processos é a granularidade. Muitas empresas reconhecem o potencial benefício da granularidade, mas não conseguem atingir esse degrau, em parte por conta da limitação de ferramentas, ou porque não têm o pensamento avançado para ser suficientemente confiante para atingir isso.

Sem gestão de recursos granulares e um alto nível de gerenciamento baseado em políticas, a maioria das empresas vai ficar limitada na marca de 50% de migração para o ambiente virtualizado, ou desperdiçará mais dinheiro do que economizará tentando ultrapassar essa barreira.

Fase 4: eficiência de custos
Apesar da notada falta de eficiência na automação das empresas, 36 de cada 100 dólares gastos em servidores físicos em 2014 serão direcionados para hardware voltados ao host de servidores virtuais, de acordo com estudos da IDC, de dezembro.

O estudo prevê que dos 2,2 milhões de servidores que entraram no radar representam, na verdade, 18,4 milhões de máquinas virtuais, uma média de 8,5 máquinas virtuais por host em 2014.

Os números representam mudanças no departamento de TI, mas as empresas devem pensar em novas formas de prestar as contas, traduzindo os custos da virtualização para as unidades de negócios. “Se as pessoas olhassem só para os custos iniciais, o Hyper-V, ferramenta de virtualização da Microsoft, venderia muito mais do que vende hoje”, diz Chen.

Uma máquina virtual extra pode dar a impressão de não causar custos pois não requer custos de capital, mas Staten alerta para os custos de licenciamento, uso de recursos, administração, armazenamento e todas as outras questões que não são adequadamente transferidas para a análise do orçamento para serem entendidas pela área de negócios.

A falha em entender custos reais da virtualização pode minar até mesmo um projeto bem-sucedido do ponto de vista técnico.

fonte: idgnow.uol.com.br

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Sua infra foi para a nuvem

fonte: info.abril.com.br

SÃO PAULO – A computação em nuvem permite às empresas pequenas e médias dar saltos rápidos sem gastar fortunas com infraestrutura.

 Criada há seis anos, em Belo Horizonte, como uma pequena distribuidora de games para celular, a Samba Tech mudou seu foco de negócios em 2007 e passou a distribuir vídeos pela internet. Desde então, cresceu 300% e hoje mostra números que impressionam. São cerca de 150 000 vídeos distribuídos para mais de 100 países, 500 milhões de visualizações e 6 000 terabytes de tráfego por ano. A expectativa de faturamento para 2011 é de 15 milhões de reais e entre seus clientes estão o SBT, O Boticário e o portal R7, site de notícias da Rede Record, além de clubes de futebol como Atlético Mineiro e Internacional.

Mas esse crescimento rápido seria penoso se a Samba Tech não tivesse optado por soluções de computação em nuvem no lugar de montar uma estrutura própria de TI. A principal vantagem da nuvem está exatamente em permitir às empresas de pequeno e médio portes dar saltos em ritmo acelerado. Isso acontece porque no cloud computing as companhias armazenam e processam os dados em servidores de parceiros, acessados remotamente. “Tivemos uma redução de 50% nos custos de infraestrutura”, diz Fernando Campos, diretor técnico da Samba Tech.

Além dos custos, apostar na nuvem tem gerado vantagens como alta disponibilidade de acesso às informações, facilidade de integração e menor esforço para a atualização de hardware e software. No caso da Samba Tech, a estrutura para armazenar vídeos e soluções de TI exigiriam muitos servidores físicos. “Precisaríamos de um grande investimento inicial para manutenção, mão de obra; e muitas vezes esses servidores se tornam obsoletos rapidamente”, afirma Campos. “Soluções de cloud computing eliminam esse gargalo.”

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Cloud Computing e IaaS reduzem custos de empresa de manufatura.