Empresas e PCI-DSS

Leis federais e estaduais, bem como as regulamentações da indústria, são os principais motores da indústria de segurança e nenhum é provavelmente de longo alcance e controverso do que o Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS) .

Fortinet fornece uma visão geral do PCI DSS e o que você precisa saber sobre o presente regulamento.

PCI DSS

Por que isso é importante. que torna PCI DSS tão importante é que ela afeta todos os comerciantes que aceitam cartões de crédito / débito para pagamento. Níveis de cumprimento podem variar, dependendo do tamanho e o alcance do comerciante. Por exemplo, os comerciantes Nível I (existem 4 níveis) são aqueles que processam mais de 6 milhões de transações de cartões de crédito por ano. Eles têm o mais alto padrão de conformidade para atender, inclusive varreduras de rede trimestrais por um Assessor de Segurança Qualificado. Outros comerciantes, dependendo do volume de suas transações de cartão de crédito, só podem ter que se submeter a uma revisão uma vez por ano. A execução é feita pelo fornecedor do cartão de crédito e não pelo Conselho PCI ou qualquer outra agência de aplicação da lei. As violações vão desde multas até potencialmente perder a capacidade de processar transações de cartão de crédito.

O que ele faz. O principal objetivo do PCI DSS é o de proteger os dados dos portadores de cartões. Em sua estrutura mais simples, PCI DSS é composta de apenas 12 regras que são agrupados em seis categorias. Estas regras são:

1.) Construir e MANTER uma rede segura:

  • Instalar e manter um firewall para proteger os dados do portador de cartão.
  • Não usar padrões disponibilizados pelo fornecedor para senhas e outros parâmetros de segurança.

2.) Proteger os dados do portador do cartão

  • Proteger os dados armazenados.
  • Criptografar os dados do titular do cartão enquanto ele é transmitido através de redes públicas.

3.) Manter um programa de gerenciamento de vulnerabilidades

  • Use antivírus atualizados regularmente.
  • Desenvolver e manter sistemas e aplicações seguras.

4.) Implementar medidas de controle de acesso

  • Restringir o acesso aos dados do cartão de crédito em uma base de conhecimento.
  • Atribuir IDs únicos para cada pessoa com acesso ao computador.
  • Restringir o acesso físico aos dados do portador do cartão.

5.) Regularmente Monitorar e testar as redes

6.) Manter uma Política de Segurança da Informação

Embora estas 12 regras pareçam simples, incluem uma infinidade de definições e sub-regras que devem ser seguidas para ajudar os comerciantes a aderirem ao regulamento.

Compliance vs Segurança. Muitas vezes, depois de uma grande perda de dados, como a recente violação Target, críticos atacam o PCI DSS como sendo um fracasso. É importante a compreensão da conformidade de segurança, que é dinâmica. Um comerciante pode ser compatível com PCI DSS e ainda durante o curso de um ano, também apresentar falhas de segurança. E ao longo do tempo, o padrão continua a ser aperfeiçoado e melhorado para enfrentar a dinâmica da constante mudança de cenário de ameaças de hoje, bem como no ambiente de rede do comerciante e portador do cartão.

PCI DSS não é uma panaceia. Mas, ele fornece uma base sólida que muitas empresas, e não apenas os comerciantes, deveriam examinar como uma metodologia para ajudar a reduzir os riscos e evitar a perda de dados.

Fonte: Security 101: PCI DSS por Chris McKie

Produtos Fortinet

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Os 10 principais benefícios da Microsoft Office Enterprise Project Management Solution

A Microsoft Office Enterprise Project Management (EPM) Solution é um ambiente colaborativo completo de gerenciamento de portfólios e projetos. A Office EPM Solution ajuda as organizações a obter visibilidade, percepção e controle de todo o trabalho, o que permite aperfeiçoar o processo de tomada de decisões, melhorar o alinhamento com a estratégia de negócios, maximizar a utilização de recursos, bem como avaliar e aumentar a eficiência operacional.

Motivo 1 Padronizar e automatizar os processos de governança.

Defina vários fluxos de trabalho a fim de submeter cada projeto aos controles de governança adequados durante o seu ciclo de vida — da proposta até a pós-implementação — de modo a obter custos mais baixos, ciclo mais rápidos e maior qualidade.

Motivo 2 Capturar todos os investimentos em um repositório central.

Consolide os investimentos de TI (tecnologia da informação) e de negócios em um repositório corporativo para aumentar a visibilidade, a percepção e o controle. Com a Office EPM Solution, você pode implementar processos repetitivos como modelos, a fim de padronizar e simplificar a coleta de dados em toda a organização. A centralização dos dados facilita a análise de finanças, recursos, agendas entre vários projetos, bem como de outras tendências de dados e do status para a geração de relatórios informativos.

Motivo 3 Priorizar de maneira objetiva a estratégia de negócios e os investimentos concorrentes.

Utilize técnicas comprovadas a fim de definir e priorizar a estratégia de negócios de sua organização para o próximo período de planejamento e gere automaticamente pontos de priorização objetivos para avaliar com eficiência os investimentos concorrentes a partir de várias dimensões.

Motivo 4 Alinhar os portfólios selecionados à estratégia de negócios.

Execute cenários hipotéticos de otimização para identificar vantagens e desvantagens e selecione o portfólio ideal, sob diversas restrições orçamentárias e comerciais, mais alinhado à estratégia de negócios de sua organização. Utilize técnicas avançadas de análise de portfólio para identificar e eliminar as restrições que impedem que o portfólio atinja a Fronteira Eficiente.

Motivo 5 Gerenciar recursos com eficiência.

Sem entender sobre capacitação e cargas de trabalho de longo prazo, as empresas podem experimentar ciclos ineficientes de contratação/demissão, resultando em altos custos, baixo nível de conhecimento e baixa auto-estima de funcionários. Dando visibilidade sobre compromissos gerais de trabalho, quadros de horários reais e capacitação de recursos, a EPM Solution o ajuda a criar planos de recursos para alinhar a terceirização e o recrutamento estratégicos aos seus objetivos comerciais de longo prazo.

Motivo 6 Colaborar e coordenar com facilidade.

Garantir que as equipes compartilhem objetivos comuns e trabalhem juntas com eficiência torna-se mais essencial à medida que as organizações ficam mais diversificadas em termos geográficos e culturais. O acesso baseado na Web a informações oportunas e críticas para os negócios armazenadas na Office EPM Solution permite que as equipes compartilhem conhecimentos, colaborem entre si com facilidade para concluir tarefas e gerar resultados finais, assim como ajustem rapidamente as atividades para acomodar as alterações e as atualizações do projeto.

Motivo 7 Avaliar e controlar o desempenho do portfólio.

Avalie e controle com eficiência projetos, programas e aplicativos durante todo o seu ciclo de vida, obtendo visibilidade para identificar de forma pró-ativa possíveis problemas, tomar decisões e ajudar a garantir que seus portfólios maximizem o retorno do investimento (ROI), bem como aumentem a eficiência operacional.

Motivo 8 Obter mais resultados de investimentos em tecnologia existente.

A Office EPM Solution baseia-se no Microsoft Windows Server, no Microsoft SQL Server e no Microsoft Windows SharePoint Services, de modo que você pode extrair o máximo de proveito da experiência de sua organização nessas tecnologias Microsoft. Como a Office EPM Solution também está integrada ao Microsoft Office system, a aplicativos ERP e à plataforma de colaboração da Microsoft, os usuários podem contribuir com dados para a Office EPM Solution e, ao mesmo tempo, trabalhar com aplicativos conhecidos, como o Outlook ou o SharePoint.

Motivo 9 Fornecer a máxima integração com aplicativos de linha de negócios.

A API Project Server Interface bem definida, o Modelo de Evento que oferece suporte ao Windows Workflow Foundation, o SDK com modelos de referência e outras ferramentas tornam a Office EPM Solution uma plataforma flexível e extensível para o gerenciamento de seu trabalho. Utilize a Project Server Interface, uma API baseada em serviços da Web, para integrar totalmente a Office EPM Solution a aplicativos de Contabilidade, RH, ERP e CRM, bem como a outros aplicativos de linha de negócios.

Motivo 10 Obter rapidamente o retorno do investimento.

A Office EPM Solution oferece às organizações uma solução completa de gerenciamento de portfólio de projetos. Proporcionando maior produtividade dos funcionários, ciclos mais rápidos, custos reduzidos e melhor gerenciamento de tempo, a Office EPM Solution possibilita um retorno positivo e sustentável de seu investimento. No gerenciamento de portfólios de TI, o software pode cortar de 2 a 5% dos custos, melhorar de 20 a 25% a produtividade e transferir de 10 a 15% dos orçamentos para projetos mais estratégicos. No desenvolvimento e no lançamento de novos produtos no mercado, as empresas com melhor desempenho — as que aplicaram rigorosos processos e tecnologias em pesquisa e desenvolvimento e em atividades de lançamento — podem reduzir em mais de 30% o tempo de entrada no mercado.

Fonte:  office.microsoft.com

Venda de listas de emails causa transtorno com mensagens de spam

A venda de lista de emails pela internet faz com que as pessoas recebam dezenas de mensagens indesejadas e propagandas.

Já parou pra pensar de onde vêm tantas mensagens que recebe na internet, de empresas ou pessoas que você não conhece? Pois saiba que tem muita gente ganhando dinheiro ilegalmente para vender dados pessoais e endereço eletrônico de outras pessoas.

A estudante de publicidade Mariana Santiago de Oliveira vive conectada e já fez a conta. “No final de semana, chega a ser 70, 100 e-mails de listas que eu não assino, de coisas que não me interessam mesmo. É muito e-mail, realmente me incomoda”.

Além de incomodar, receber todos esses emails é trabalhoso. “Não agüento mais ter que limpar isso toda semana, toda hora, porque está vindo e-mail que você não quer receber”, diz Mariana.

Na rua, é só perguntar que lá vem história. O auxiliar de escritório Douglas Assis também reclama. “A caixa de e-mails fica lotada sempre. Para você achar um e-mail que, às vezes até te interessa, fica até difícil”, diz.

O jornalista Daniel Jaculi Lira se preocupa com a segurança. “Você não sabe quem tem conhecimento do seu e-mail. Você não sabe quem está invadindo a sua privacidade. Você não sabe quem está do outro lado”, diz Daniel.

Como isso acontece? Um dos motivos é a venda de listas pela internet. Milhões de correios eletrônicos a partir de R$ 39. Quem oferece não dá endereço, nem telefone. O contato só pode ser feito pela internet. Mandamos mensagens para três vendedores. Nenhum respondeu.

O Ministério da Justiça e o Ministério Público afirmam que esse comércio de dados pessoais é ilegal. Mas reconhecem que falta uma lei específica para tratar do assunto. Isso dificulta até a ação da polícia. Agora, está em discussão, tornar crime a venda de dados pessoais, sem a autorização do consumidor.

O promotor Leonardo Roscoe Bessa, que trabalha na proposta, diz que o Brasil está atrasado e defende a adoção de pena de seis meses a dois anos de detenção para os infratores.

“Hoje como esse tipo de conduta é apenas uma ofensa na área privada, não é um crime ou infração penal, a polícia não pode chegar e prender em flagrante essas pessoas que atuam coletando informações sem autorização do cidadão”, diz o promotor.

Enquanto a lei não chega, o jeito é fazer como mariana. Ela não fecha negócio com empresas que mandam mensagens não autorizadas. “São empresas chatas, que enchem minha caixa de e-mail. É um banco chato, eu não vou fazer conta lá, fica mandando e-mail de coisas que eu não quero. Como é que ele sabe que eu existo?”, questiona a estudante.

O Brasil é o quarto país do mundo que mais envia os “spams”, essas mensagens eletrônicas indesejadas. De acordo com o Comitê Brasileiro de Gestão da Internet, nós só perdemos para a Índia, Vietnã e Paquistão.

fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje

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Mercado brasileiro de tecnologia da informação deverá crescer acima de 10% em 2012

IDC e Gartner estimam que, em diversos segmentos, aquecimento do mercado interno reduzirá impactos da crise mundial.
Edileuza Soares

Mesmo com a crise mundial e a desaceleração da economia nos Estados Unidos, o mercado brasileiro de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) continuará vivenciando crescimento em 2012. Analistas preveem que o segmento no País registrará taxa de aumento acima de dois dígitos, com projeções entre 10% e 13%.

Esse índice está bem acima da taxa de incremento estimada para o Brasil em 2012. Projeções de economistas e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) são de que o Produto Interno Bruto do País para o próximo ano ficará em torno de 3%. Já o PIB industrial está previsto em 2,3%.

Pelas análises do instituto de pesquisas Gartner, mercados emergentes de TI como 0 Brasil crescerão em 2012 acima da média global, estimada em 4,6%. O setor de TI no País registrará  elevação de mais que o dobro, podendo alcançar taxas acima de 10% no próximo ano. Os investimentos na área para 2012 estão previstos em 143,8 bilhões de dólares.

Até 2015, a consultoria projeta que o mercado brasileiro de TI experimentará taxa de crescimento anual de 9,9%. As companhias da América Latina vão investir 384 bilhões de dólares em TI até 2015, segundo o Gartner. O Brasil responderá por mais de 40% dos negócios.

Entre as tecnologias que vão levar a maior parte dos orçamentos dos CIOs em 2012 estão soluções para cloud computing, mobilidade, redes sociais e gerenciamento de Big Data.

Na avaliação de Peter Sondergaard, vice-presidente mundial do Gartner, o Brasil não deverá ser tão afetado pela crise financeira mundial. Ele destaca que o País tem consumo interno aquecido e mercado diversificado de exportação.

Sondergaard lembra da crise de 2008, quando o Brasil conseguiu se sair bem. Ele observa que as organizações brasileiras abraçaram a recessão global como uma oportunidade e buscaram a tecnologia como um fator decisivo, o que ajudou o País a se recuperar rapidamente na demanda e crescimento de TI. “Os CIOs brasileiros têm a oportunidade de se tornarem líderes mundiais na adoção de TI”, avalia.

Assim como o Gartner, a consultoria IDC acredita que as perspectivas são boas para o mercado brasileiro de TI em 2012. Os números e as metodologias de ambas são diferentes, mas as taxas de crescimento previstas estão nos mesmos patamares.

Pelas análises da IDC, o setor de TI deverá movimentar 81,1 bilhões de reais em 2012, com crescimento projetado de 11,6% sobre os 72,6 bilhões de reais estimados para 2011, uma vez que o balanço ainda não está fechado.

Anderson Figueiredo, gerente de Pesquisas da IDC Brasil, acredita que a divisão da pizza dos investimentos em 2012 não deverá sofrer muita variação em comparação com 2011. De acordo com a consultoria, em 2011, os negócios com hardware deverão representar a maior parcela dos gastos, respondendo por 54,5% da receita total do setor.
Software contribuirá com 13,5% e os 33 restantes serão gastos com serviços, área que vem crescendo nas companhias que estão recorrendo mais ao modelo de outsourcing.

O setor financeiro deverá manter-se à frente dos investimentos de TI no Brasil em 2012. Mas o analista da IDC aponta outros segmentos da economia que vão aumentar as compras. Um deles é o de telecomunicações, que enfrenta a concorrência acirrada e vai contratar mais tecnologia. As verticais de manufatura, serviços, saúde, educação e turismo prometem gerar bons pedidos para a indústria no próximo ano.

O analista da IDC avalia que o setor de TI do Brasil continuará em alta nos próximos dois anos pelas condições favoráveis do País. “Nossa TI é quase que totalmente dependente do mercado interno, que está bastante aquecido”, diz Figueiredo. Como as exportações ainda têm peso pequeno nesse negócio, ele acha que a desaceleração da economia na Europa e EUA impacta menos no País.

Figueiredo constata uma demanda reprimida no mercado brasileiro, citando como exemplo o consumidor final, que está mudando de classe e comprando mais tecnologia. O crescimento da economia local também fez com que as pequenas e médias empresas (PMEs) buscassem mais soluções tecnológicas para melhorar a gestão de suas operações, gerando mais pedidos para as indústrias de TI.

Declínio das vendas de PCs
Apesar dos ventos favoráveis, o mercado de TI no Brasil cresceu menos em 2011, comparado com 2010. O aumento de 11,6% de receita ficou bem abaixo dos 20% registrados no ano anterior, segundo informa o analista da IDC.

Para Figueiredo, a queda não pode ser considerada um fator negativo. O declínio tem mais a ver com a estabilização do setor, que ficou estagnado em 2009 e conseguiu se revitalizar em 2010, atingindo expansão recorde.

Esse efeito foi visível no mercado de PCs que fechou 2011 com a venda de 15,3 milhões de unidades, 9% mais que os 14 milhões de computadores reportados em 2010, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O aumento ficou bem abaixo dos 17% registrados no exercício anterior, gerando descontentamento na indústria que esperava desempenho melhor dos negócios.

Pelos dados da Abinee, com exceção de 2009, quando o mercado brasileiro de PC fechou com o mesmo volume de vendas de 2008, o aumento de 9% registrado em 2011 foi o menor desde 2004.

Na avaliação de Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, a retração do mercado de PC no Brasil em 2011 pode ser atribuída à soma de alguns fatores. Um deles é o efeito cambial que acabou impactando no volume de vendas. As mudanças tecnológicas e o interesse dos consumidores pelos tablets também contribuíram para redução da demanda.

De acordo com a pesquisa, do total de computadores vendidos no Brasil neste ano, 9 milhões foram de notebooks e os 6,2 milhões de desktops. A Abinee não contabilizou nesses números a comercialização de tablets, em razão da maior parte desses portáteis ofertados no mercado local ter entrado no País via importação.

Desse total, 74% das vendas foram de equipamentos legalizados e 26% adquiridos no mercado cinza. Segundo a entidade, a comercialização de máquinas no mercado paralelo subiu 2% em 2010, quando as vendas oficiais representaram 76% das entregas de computadores no Brasil.

Com base nos resultados de 2001, as previsões da indústria de PC para 2012 não são muito otimistas. A taxa de crescimento projetada pela Abinee é de 9% com a venda de 16,7 milhões de máquinas.

Otimismo com cautela 
O CEO da Itautec, Mário Anseloni, comenta que sentiu um recuo dos negócios em 2011 e espera que o ano de 2012 seja melhor. Ele afirma que a fabricante avançou no seu plano de reestruturação, traçado há um ano e meio para fortalecer a operação no mercado local e externo, mas que o balanço não foi tão positivo como em 2010.

Nos nove primeiros meses de 2011, o faturamento da Itautec foi de 1,07 bilhão de reais, inferior em 6,9% em relação ao mesmo período de 2010. Anseloni justificou que a queda foi devido a uma redução nos pedidos dos bancos, que, segundo ele, ficaram mais temerosos e compraram menos ATMs. Os governos também contrataram menos tecnologia, de acordo com o executivo.

“Em 2010, a economia estava mais ativa e em 2011 percebemos redução dos investimentos por causa do cenário menos favorável. Nossa expectativa é que o mercado reaqueça em 2012”, afirma o presidente da Itautec, que assumiu o cargo, após deixar o comando da HP Brasil, há um ano e meio, com a missão de dar novo rumo para a fabricante nacional.

Uma das apostas da Itautec para 2012 é a conquista de uma fatia das vendas de tablets para o mercado corporativo. A empresa quer também aumentar a penetração no setor de consumo, segmento que a companhia ficou de fora por algum tempo e está voltando com investimentos, principalmente em notebooks, para cativar compradores da marca.

A NCR, concorrente da Itautec na venda de ATMs para bancos, não tem muito do que reclamar. “Esse mercado cresce entre 4% e 5% ao ano”, informa o presidente da companhia no País, Elias Silva, prometendo artilharia pesada em 2012 para fortalecer a filial da empresa norte-americana no Brasil.

Segundo o executivo, a NCR é número um no fornecimento de caixa eletrônico para bancos no mercado mundial, mas não conquistou ainda essa posição no Brasil nem na Colômbia. A meta da empresa é chegar ao primeiro lugar nesses mercados em três a cinco anos.

“Queremos ser os primeiros com rentabilidade”, afirma o presidente da NCR, que prevê que 2012 será tão bom para a companhia quanto 2011. “Estamos dobrando os negócios aqui e vamos continuar com a estratégia de oferecer máquinas 100% customizadas. Um equipamento que faço para o Itaú não é o mesmo entregue ao HSBC”, diz ele.

O modelo de entrega de produto sob medida é diferente de quando a companhia chegou ao Brasil, com o fornecimento de soluções padronizadas, como acontece na Europa e Estados Unidos. A empresa investiu em fabricação local e pesquisa e conseguiu criar sua fórmula para agradar os compradores brasileiros. Em 2011, reforçou operação com um acordo com a Scopus, do grupo Bradesco, para aumentar a capacidade de produção em Manaus.

O clima também é otimista na Avaya. “Acreditamos no mercado brasileiro e temos uma agenda de crescimento para o País”, garante Nelson Campelo, que acaba de assumir o cargo de presidente da subsidiária local, com metas agressivas.

O executivo prevê uma decolagem no Brasil dos serviços de comunicação unificada. A companhia está investindo em ampliação do seu leque de produtos para que os clientes possam fazer uso maior dos recursos de colaboração, integrando equipes por qualquer tipo de dispositivo, independente e em rede.

“Estamos prevendo para 2012 crescimento de 15% para o nosso ano fiscal, que começou em outubro”, afirma Campelo, anunciando expansão geográfica para duas novas praças no próximo ano que são as filiais de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Menos entusiasmo na Abinee
Empresários da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) demonstram menos entusiasmo com as previsões dos analistas para o mercado de TIC para 2012.

O setor estima para o próximo ano receita de 152,5 bilhões de reais, com aumento de 13%, mas segundo a Abinee atingir essa meta depende de ações do governo. “O cenário é de incertezas por causa dos rumos da economia do País e da crise internacional”, diz o presidente da entidade, Humberto Barbato.

A indústria ficou desapontada com os resultados do setor em 2011, quando havia previsão de crescimento de 13% e o balanço final foi faturamento de 134 bilhões de reais, com aumento de 8% comparado com os resultados de 2010. Um dos fatores que contribuíram para a queda, segundo Barbato, foi a política cambial, que mantém o real supervalorizado frente ao dólar, impactando principalmente as exportações.

“Essa situação tem provocado perda de competitividade do setor eletroeletrônico, tanto no mercado externo quanto no interno”, reclama Barbato. Ele aponta o aumento do déficit do setor, que em 2011 atingiu 32 bilhões de dólares, 18% acima do ano anterior, resultado das importações que alcançaram 40 bilhões de dólares, enquanto as exportações não chegaram aos 8 bilhões de dólares.

Um dos exemplos disso é a importação de celulares que aumentou 111% no primeiro semestre de 2011, preocupando as fabricantes nacionais. As compras de terminais produzidos fora do País movimentaram 490 milhões de dólares no primeiro semestre, ante 232 milhões de dólares no mesmo período em 2010.

“Não estamos conseguindo colocar os nossos produtos no quintal [na América Latina] por causa da desindustrialização”, afirma Barbato, que espera que o governo adote medidas de incentivo para os que produzem aqui, com revisões do Processo Produtivo Básico (PPB).

Em encontro com os empresários em dezembro, em São Paulo, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, garantiu que o governo federal está alinhavando um programa para preservar a indústria nacional. Ele anunciou que as mesmas exigências de nacionalização da lei de incentivos dos tablets podem ser estendidas para os celulares, notebooks e PCs.

“Vamos aprofundar as exigências de PPB e aumentar as exigências de conteúdo local em todas as cadeias estratégicas”, disse Mercadante, informando que iniciativas similares as que estão sendo implementadas no setor automobilístico podem ser levadas a área de TIC.

No setor automotivo, o governo brasileiro está exigindo um índice de 65% de nacionalização dos automóveis montados no Brasil. O ministro afirma que na China essa porcentagem chega a 90%.

fonte: cio.uol.com.br

Você não é um User Experience Designer

de

São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.

A segunda é um post muito interessante de Whitney Hess, que traz um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer ou se carrega um título não tão legítimo assim.

A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.

Então vamos à lista (editada e adaptada do post original).

Você não é um User Experience Designer se…

  • …você não fala com os usuários. Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?
  • …você não consegue identificar o seu público. Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.
  • …você não define o problema antes de tentar resolvê-lo. Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.
  • …você não conhece os objetivos do usuário. Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?
  • …você trabalha dentro de uma bolha. O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.
  • …você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais. Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.
  • …você não considera os objetivos de negócios. Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.
  • …você não usa métodos. Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.
  • …você não pensa nas exceções. Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.
  • …você só pensa no wireframe. Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.

É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.

Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.

Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.

Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/2011/04/24/voce-nao-e-um-user-experience-designer/

17 previsões para 2012 em tecnologia

As mudanças trazidas pelos dispositivos móveis e pela computação em nuvem tendem a se acentuar em 2012

São Paulo — Como acontece todos os anos, os principais oráculos da tecnologia começam a divulgar suas previsões para 2012. A IDC soltou uma lista há alguns dias e o Gartner Group liberou outra hoje. Ambas são baseadas em análises do mercado elaboradas pelos especialistas das respectivas empresas. Confira dez tendências em tecnologia feitas por elas para 2012 e os próximos anos.

A IDC prevê que, em 2012, o mercado mundial de tecnologia da informação vai movimentar 7% mais dinheiro que em 2011. O crescimento previsto é similar ao deste ano, estimado em 6,9%.

 2 A China ultrapassa o Japão

 Do total que será investido em TI no mundo, 28% serão gastos nos países ditos emergentes. E a China deve ultrapassar o Japão em gastos com TI.

 3 Tablets conquistam as empresas

 Até 2016, pelo menos metade dos usuários de e-mail empresarial vão ler e escrever suas mensagens num tablet ou outro dispositivo móvel, diz o Gartner.

 4 Os aplicativos saem do PC

 O Gartner prevê que, até 2015, os projetos de desenvolvimento de aplicações para smartphones e tablets vão ser quatro vezes mais numerosos que os projetos de aplicativos para PCs.

 5 O Kindle Fire ganha espaço

 Para a IDC, o Kindle Fire, da Amazon, vai conquistar 20% do mercado de tablets em 2012. É um número notável para uma empresa que acabou de chegar a esse mercado, onde já existem líderes consolidados como a Samsung e, claro, a Apple.

 6 O mundo móvel entra em guerra

 Na análise da IDC, 2012 será um ano decisivo na batalha dos sistemas móveis. O Android deve continuar na liderança, seguido pelo iOS. E o ano será crucial para Microsoft, RIM e HP, que deve voltar à disputa.

 7 A Microsoft pode comprar a Netflix

 Para a IDC, o sucesso do Windows 8 nos tablets é crucial para a Microsoft. Mas isso depende de a empresa comprar ou fazer uma aliança com um provedor de conteúdo na nuvem, como a Netflix.

8 O dinheiro vai para a nuvem

Para a IDC, a computação em nuvem vai crescer quatro vezes mais rapidamente que o mercado de TI em geral. Em 2012, os serviços na nuvem devem movimentar mais de 36 bilhões de dólares. Esse mercado será disputado por Amazon, Google, IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com, VMware e outras.

 9 Os aplicativos também vão à nuvem

 A IDC vê uma migração em massa rumo à computação em nuvem em 2012. Mais de 80% dos novos aplicativos corporativos serão voltados para a nuvem. Das aplicações já existentes, 2,5% serão portadas para a nuvem.

10 A segurança preocupa

 Nas contas do Gartner, no final de 2016, mais de 50% das mil maiores companhias do mundo vão armazenar dados confidenciais dos clientes em serviços terceirizados de computação em nuvem. Isso deve aumentar as preocupações com a segurança. 40% das empresas vão exigir testes de segurança independentes ao contratar esses serviços.

 11 O crime cresce

 Até 2016, o impacto financeiro dos crimes digitais vai aumentar 10% ao ano, diz o Gartner. A razão será a descoberta de novas falhas de segurança nos sistemas.

 12 A energia encarece os serviços

 Até 2015, os preços de 80% dos serviços na nuvem vão incluir uma sobretaxa global de energia, prevê o Gartner.

 13 Carros e televisores entram na internet

 O número de aparelhos eletrônicos de consumo conectados à internet vai superar o de computadores em 2012. A conta, da IDC, inclui desde sistemas a bordo de automóveis até televisores e outros produtos de entretenimento doméstico.

 14 A montanha de dados cresce

 O volume de dados digitais no planeta vai crescer 48% em 2012, atingindo 2,7 zettabytes (cerca de 2,7 sextilhões de bytes) na estimativa da IDC. Para 2015, o volume previsto é 8 zettabytes.

 15 Big data é desafio

 A análise de grandes volumes de dados, conhecida como big data, estará no radar das empresas em 2012. Mas, até 2015, só 15% das maiores companhias vão conseguir explorar essa tecnologia para obter vantagem competitiva, diz o Gartner.

 16 A Amazon chega à maioridade

 A Amazon vai entrar para o clube das empresas com faturamento superior a 1 bilhão de dólares em TI, diz a IDC.

 17 A bolha estoura

 Para o Gartner, há uma bolha de investimentos em redes sociais e ela vai explodir em 2013. Em 2014, será a vez das companhias que desenvolvem aplicativos sociais para empresas, área onde os especialistas veem outra bolha sendo inflada.

Fonte: info.abril.com.br

Soluções Inovadoras de TI que Capacitam sua Empresa a Alcançar os Resultados Corporativos Desejados

As empresas de hoje exigem que a TI proteja os bens, mantenha as aplicações do legado e cumpra requisitos de conformidade.

Além disso, também se exige que a TI amplie o impacto no desempenho de seus funcionários e proporcione soluções ágeis que gerem avanços corporativos.

No ambiente competitivo de hoje, a TI pode melhorar significativamente o desempenho corporativo.

De fato, uma pesquisa revelou que as companhias com infraestrutura e plataformas de TI otimizadas crescem 3,5% mais rápido e têm empregados muito mais produtivos.

Para permitir esse tipo de crescimento, são necessárias uma infraestrutura e uma plataforma de operações que proporcionem os níveis de gerenciamento, segurança, interoperabilidade e conectividade exigidos para suportar as necessidades crescentes e dinâmicas de seu negócio.

O portfolio de produtos e serviços da DANRESA possui inovadoras soluções de TI que capacitam sua empresa a alcançar os resultados corporativos desejados, conectando pessoas, processos e informações.

Adotamos um conjunto de capacitações que permite a sua empresa beneficiar-se do potencial de uma infraestrutura de TI e Plataforma de aplicações integradas.

As capacitações fazem parte de quatro modelos de otimização de infraestrutura de TI, que têm como objetivo melhorar significativamente o desempenho corporativo, proporcionando agilidade organizacional e redução de custos.

Os modelos são:

– Otimização da Infraestrutura de Aplicações

– Otimização e Proteção da Infraestrutura Básica

– Otimização da Infraestrutura de Produtividade

– Otimização da Infraestrutura de Mobilidade e Produtividade Corporativa

Os benefícios de implementar soluções baseadas nas capacitações de otimização da Infraestrutura de TI e Plataforma de Aplicações são:

– Reduzir a complexidade de TI e aumentar a agilidade corporativa.

– Proporcionar experiências de usuário intuitivas e produtivas.

– Aumentar o impacto dos funcionários.

– Construir sistemas conectados e adaptáveis.

– Disponibilizar os requisitos das missões mais críticas

SUA EMPRESA

As empresas de hoje exigem que a TI proteja os bens, mantenha as aplicações do legado e cumpra os requisitos de conformidade.

Além disso, também se exige que a TI amplie o impacto no desempenho de seus funcionários e proporcione soluções ágeis que gerem avanços corporativos.

PLATAFORMA DE APLICAÇÃO

A DANRESA fornece uma plataforma de aplicação integrada e interoperável com cinco capacidades básicas:

Experiência de Usuário

Inteligência Corporativa

Arquitetura Orientada a Serviços ( SOA )

Gerenciamento de Dados

Capacidade de Desenvolvimento

Essas capacidades essenciais permitem que os profissionais de TI forneçam soluções adaptáveis e conectadas.

INFRAESTRUTURA PARA PRODUTIVIDADE CORPORATIVA                     

Para proporcionar uma plataforma de aplicação otimizada, você precisa iniciar com a infra-estrutura end-to-end da DANRESA Consultoria de Informatica.

Ela fornece uma base segura, escalonável e interoperável para abrangentes capacidades por toda a empresa, incluindo:

Identidade e Acesso
Gerenc. de Estações de Trabalho, Dispositivos e Servidores
Proteção e Recuperação de Dados
Segurança e Rede
Processos de TI e Segurança
Colaboração e Comunicações Unificadas
Infraestrutura de Mobilidade
Gerenciamento de Conteúdo Corporativo

A DANRESA Consultoria de Informatica oferece a seus clientes produtos e servicos inovadores que ajudam as empresas a crescer, evoluir sua plataforma de infra-estrutura e aplicacoes.

Entre a vantagens estão redução de custos, aumentar a produtividade corporativa e aumentar as vantagens competitivas de sua empresa.

Ligue para um Consultor DANRESA através do telefone 55 11 4452-6450 ou envie um e-mail para comercial@danresa.com.br

Para saber mais sibre a DANRESA Consultoria de Informatica e como podemos ajudar a sua empresa acesse o site oficial http://www.danresa.com.br