Você não é um User Experience Designer

de

São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.

A segunda é um post muito interessante de Whitney Hess, que traz um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer ou se carrega um título não tão legítimo assim.

A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.

Então vamos à lista (editada e adaptada do post original).

Você não é um User Experience Designer se…

  • …você não fala com os usuários. Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?
  • …você não consegue identificar o seu público. Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.
  • …você não define o problema antes de tentar resolvê-lo. Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.
  • …você não conhece os objetivos do usuário. Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?
  • …você trabalha dentro de uma bolha. O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.
  • …você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais. Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.
  • …você não considera os objetivos de negócios. Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.
  • …você não usa métodos. Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.
  • …você não pensa nas exceções. Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.
  • …você só pensa no wireframe. Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.

É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.

Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.

Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.

Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/2011/04/24/voce-nao-e-um-user-experience-designer/

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8 erros que as empresas cometem nas redes

Por Daniela Moreira, de EXAME.com

São Paulo – As redes sociais são importantes aliadas de empresas interessadas em se aproximar de seus consumidores e construir um relacionamento duradouro com eles. Mas, para garantir o sucesso da estratégia, é necessário entender como funciona este universo e evitar deslizes comuns que podem transformar estes canais em temíveis algozes da sua reputação.

A WebMint, empresa especializada em comunicação digital do Grupo Mint, mapeou com exclusividade para EXAME.com os erros mais frequentes que as empresas cometem em suas estratégias de mídias sociais. Saiba quais são eles e confira as dicas de Victor Macedo, diretor do Grupo Mint, para evita-los:

1. Não ouvir os clientes

Ao mostrar sua cara nas redes sociais, uma empresa deve estar preparada tanto para ouvir elogios quanto reclamações e responder de maneira satisfatória ao cliente. Os comentários devem funcionar como indicadores de qualidade dos produtos e serviços que a empresa está oferecendo. “É nas críticas que estão as melhores oportunidades de mudança”, diz o especialista.

2. Não interagir com os clientes

Criar um perfil nas redes sociais e deixa-lo às moscas é o maior erro que uma empresa pode cometer. Crie uma estratégia para manter seu perfil sempre atualizado com novidades e dialogue com os seus fãs e seguidores – dessa forma eles se sentirão estimulados a continuar interagindo com a sua marca.

3. Não monitorar os resultados

Deixar de observar como sua marca está repercutindo nas redes sociais é um risco que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de correr. Mesmo que você não tenha um perfil, conversas espontâneas envolvendo seus produtos e serviços podem estar acontecendo sem que você se de conta. Na melhor das hipóteses, você pode estar perdendo uma oportunidade de entender como os seus clientes pensam e se comportam em relação à sua marca. Na pior, pode estar alheio enquanto uma campanha negativa de graves proporções atinge sua credibilidade. “Tenha uma equipe preparada para monitorar os perfis e antecipar possíveis crises”, alerta Macedo.

4. Perder a concorrência de vista

Deixar de monitorar seus concorrentes fará com que sua empresa esteja sempre um passo atrás. Acompanhe o que outras empresas estão fazendo para poder identificar tendências e avaliar os principais erros e acertos. “O objetivo não é copiar, mas se manter atualizado sobre o que está sendo feito e de que maneira você pode adaptar para a realidade da sua empresa”, recomenda o especialista.

5. Agir de maneira precipitada

As redes sociais abrem espaço para um relacionamento menos duro e formal com o cliente, mas é preciso ter muito cuidado para não reagir de maneira precipitada diante de reclamações e denúncias. Apure as informações antes de tomar qualquer providência. “Não saia dando RT ou respondendo questionamentos antes de entender a atmosfera na qual aquela mensagem se encontra. É preciso ter o cuidado de buscar fontes e outros usuários para confirmar informações e histórias”, opina o diretor.

6. Pecar na revisão

As informações se propagam muito rapidamente nas redes sociais, portanto faça uma boa checagem antes de publicar algo. Revise o português, verifique os links e o próprio conteúdo da mensagem. “Frações de segundos podem causar um grande barulho negativo (ou positivo) na sua divulgação”, lembra Macedo.

7. Embarcar na fofoca digital

Usar as redes para difamar a concorrência é uma falha grave na estratégia de mídias sociais. “Falar mal de concorrentes pode causar não só a morte da reputação digital da empresa como também da marca off-line”, destaca o especialista. “Se a sua empresa contratou uma agência para realizar esse tipo de trabalho, tenha atenção redobrada”, acrescenta.

8. Menosprezar a relevância do conteúdo

Bombardear os clientes apenas com informações institucionais e se autopromover o tempo todo vai afastá-los do seu perfil. Alimente sua conta com informações úteis, interessantes e relevantes para o seu público. “A mesma rapidez com a qual um usuário escolhe seguir uma empresa no Twitter é a que o faz desistir quando seu canal não tem mais nada de interessante para transmitir”, alerta Macedo.

Fonte: info.abril.com.br

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IPv4 chega ao fim

O Icann, órgão que regulamenta a distribuição de endereços de IP (Internet protocol), informou nesta quinta-feira (03/02/2011) que esgotaram-se os últimos endereços do IPv4, versão atual do protocolo. Os últimos cinco blocos de endereços, totalizando 83,9 milhões, foram alocados em cada um dos cinco Registros Regionais da Internet (RIR). O fim dos números do IPv4, já esperado há algum tempo, reforça a urgência da migração para o IPv6, versão mais recente do protocolo que possibilita um número 4 bilhões de vezes maior de endereços. Caso contrário, não será mais possível conectar novos devices à rede.

– Esse é um dos dias mais importantes da história da internet. Um conjunto de mais de 4 bilhões de endereços de internet chegou ao fim esta manhã – disse Rod Beckstrom, chefe do Icann, em coletiva de imprensa na Flórida, nos Estados Unidos.

Por enquanto, o internauta não terá nenhum problema para acessar a internet.

– Tudo depende da tecnologia utilizada pela operadora de Internet e pelo usuário. Algumas empresas podem atualizar o software do modem do usuário remotamente. Mas o equipamento pode ser trocado se for muito antigo e não suportar o protocolo, impedindo o acesso à Internet – afirmou à Reuters o coordenador do projeto IPv6.br do Nic.br, Antonio Moreiras.

No Brasil o Comitê Gestor da Internet (CGI) prevê que os estoques durem até 2012. O IPv4 deve conviver com o IPv6 de 15 a 20 anos, até que um padrão substitua o outro, afirmou o NIC.br.

O IPv4, desenvolvido na época em que a internet era restrita a instalações militares, dispõe de endereços em 32 bit e suporta cerca de 4 bilhões de endereços IP, ou 2 elevado à 32ª potência.

Para efeito de comparação, se o endereçamento do IPv4 fosse do tamanho de uma bola de tênis, o espaço matemático do IPv6 seria uma igual ao de uma bola astronomicamente gigantesca, com diâmetro 595 mil vezes maior do que a distância entre a Terra e a galáxia de Andrômeda.

Leia toda a matéria

Fonte: O Globo

Designing websites for accessibility in Expression Web – Part I

Have you ever come across a requirement where you have to create web content that is accessible to people with disabilities? If yes, then you may find this article useful, if not, then the article will help you understand why your websites need to be accessible and how to go about making them accessible. Lets us understand the importance of accessibility and see how to get that in our websites.
Accessibility is a vast topic and there are many aspects to be considered while creating an accessible website. In this article, I have tried to touch upon some important points to be considered while making you website accessible.
What is website accessibility?
There are many definitions of web accessibility. I find this definition simple to understand – ‘a practice to make websites usable to people of all abilities and disabilities’. People with disabilities may be visually impaired so may not be able to see your pages or hearing impaired will not be able to listen to your podcasts or those who are immobile may not be able to use their mouse or keyboard.
When you design a website, you need to consider making your website accessible to all the users especially those with disabilities, so that they can understand and interact with the web.
How to create accessible websites?
To create an accessible website, means to create web content that is accessible for all type of users. First you create the web content and then you test it for accessibility. For better understanding, I have divided this topic into two parts. In this article (Part I) I will show you how to make you content accessible and in the next part of the article, we will see how to check the content for accessibility.
To make you content accessible, follow these tips:
Setting accessibility properties for an image
Whenever you insert an image in your web page, Expression Web prompts you with an Accessibility Properties dialog box as shown below:
accessibility_properties
Alternate text or alt text is a textual alternative to the image which makes it accessible to the screen reader users. Another usage of alternate text is, if an image is being downloaded on the page or when image cannot be found and user hovers over the placeholder of the image, a small piece of text would explain what the image is about.
This Accessibility Properties dialog box is prompted every time you insert an image on your page, unless you uncheck the option ‘ Show this prompt when inserting images’ (see image above). On the other hand, to add an alternate text to an existing image, you can double click the image in Design view and in the Picture Properties dialog box (shown below) and in the Accessibility section, insert the Alternate text.
picture_properties
Alternatively, you can always set the alt attribute of the <img> tag to describe the image. And similarly, add an alt attribute to any animations on your page.
Setting accessibility properties for text hyperlinks and hotspots
Text Hyperlinks:
a. Select the text you want to convert into a hyperlink and right click on it.
b. From the menu choose Hyperlink…
c. In the Insert Hyperlink dialog box, click on ScreenTip…
insert_hyperlink
d. Enter the ScreenTip text which acts like the alternate text. This will add a title attribute to the <a> tag.
In addition to above, Hyperlink text should be short meaningful and should make sense when read out of context, either particularly that link or along with other links.
Image maps:
Just as you add screen tips to text hyperlinks to make them accessible, use them to make the hotspots accessible too. Follow these steps:
a. Insert the image onto your web page.
b. In the Pictures toolbar (if not visible, right click on any toolbar and choose Pictures from the menu) choose rectangular or circular hotspot.
c. Draw a hotspot on the image.
d. The Insert Hyperlink dialog box pops up as shown above.
e. Click on the ScreenTip… button to insert the screen tip. This will add a title attribute to the <area> tag.
Creating accessible Tables
Though tables can be used in page layouts, they are best used to organize data. CSS should be used for Page layouts and styles.
NOTE: Expression Web has a set of layout tables that you can use to create page layouts. Using them is quite simple.
Have you ever come across a requirement where you have to create web content that is accessible to people with disabilities? If yes, then you may find this article useful, if not, then the article will help you understand why your websites need to be accessible and how to go about making them accessible. Lets us understand the importance of accessibility and see how to get that in our websites.
Accessibility is a vast topic and there are many aspects to be considered while creating an accessible website. In this article, I have tried to touch upon some important points to be considered while making you website accessible.
Image maps:
Just as you add screen tips to text hyperlinks to make them accessible, use them to make the hotspots accessible too. Follow these steps:
a. Insert the image onto your web page.
b. In the Pictures toolbar (if not visible, right click on any toolbar and choose Pictures from the menu) choose rectangular or circular hotspot.
c. Draw a hotspot on the image.
d. The Insert Hyperlink dialog box pops up as shown above.
e. Click on the ScreenTip… button to insert the screen tip. This will add a title attribute to the <area> tag.
Creating accessible Tables
Though tables can be used in page layouts, they are best used to organize data. CSS should be used for Page layouts and styles.
NOTE: Expression Web has a set of layout tables that you can use to create page layouts. Using them is quite simple.
Table accessibility is all about adding appropriate headers to data tables. Header tags solve the purpose. Header tags <th> should be descriptive enough to describe what the table is about. Table headers are recognized by most of the browsers and rendered as bold and centered. These cause them to be visually effective to the users.
NOTE: TableHeaders should be used only for data tables and not for layouts.
To create table headers follow these steps:
a. After inserting a table, choose a cell and right click.
b. Choose Cell Properties to open the Cell Properties dialog box.
cell_properties
c. Check the box ‘Header cell’ and click OK.
d. This will convert the <td> tags to <th> tags.
e. Enter a table header.
Creating accessible Forms
Forms are extensively used by websites either as contact forms, search forms; online shopping websites have forms to buy products, or airline booking forms and such other. Accessibility in forms is an extensive area in itself as forms are not very simple to navigate for people with disabilities. I will cover Form accessibility in detail in one of my future articles, however over here I will give you some tips you may find useful in order to make your forms accessible.
1. Labels: Labels are used to assign a label to any form control. Use the ‘for’ attribute to specify which form control is it associated with and ‘id’ attribute to assign a unique id. Make sure labels are close to the form elements.
2. Text fields and areas: It is very difficult for blind users to interpret what to enter in a text field/area. So enter a label for the text fields.
3. Radio buttons and Checkboxes: They are similar to the text fields but the text is displayed on the right hand side. A common example for radio button would be gender. You could use a group box for such examples to group the options to be chosen in a section. Group box is explained further in this list.
4. Input buttons: Input buttons could be a normal button, submit button or reset button. The value attribute for these buttons is important so that when a user hits the tab key to get to this button, when it gets focus, it will be highlighted with a dotted border. In case of a user using a screen reader or a talking browser, it announces the text on the button.
5. Image buttons: Enter an alt attribute for the image button.
6. Group box: A group box enters a set of <fieldset> and <legend> tags. See the code below:
<fieldset name=”Group1″>
<legend>Group box</legend>
</fieldset>
Fieldsets: The fieldset tag helps to group form elements such as address line 1, address line 2 and address line 3. The fieldset tag draws a box around its containing elements and groups them.
Legend tag: is used along with the <fieldset> tag to add a title to the element group and place it within the frame.
7. Select menus or Drop down boxes: The <select> tag allows you to group choices, a drop down. Provide an appropriate label to it.
Creating accessible Frames
Frames are used to display two or more web pages in a single visual space. To be able to make these frames accessible, add a title to each frame. This will help the screen reader users to listen to the title of each of these frames, helping them to know what each frame displays.
The content in the <noframes> tag should be always available to the users. You can use the <noframes> tag to tell the users what is being displayed in the frames and also give them links to the individual pages displayed in frames, in case they want to visit.
Conclusion
Accessibility is a vast topic and there are many aspects to be considered while creating an accessible website. In this article, I have tried to touch upon some important points to be considered while making you website accessible. I hope the article was helpful to you. In the next article we will check the accessibility of the websites using the Accessibility Checker feature available in Expression Web.