DANRESA lança novo site de produtos FortiMail

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A DANRESA Consultoria de Informática, lançou no início de julho de 2014 mais um site na área de segurança da informação, o DANRESA FortiMail (www.danresa.com.br/fortimail), onde apresenta os appliances de segurança de e-mail FortiMail da fabricante Fortinet, líder mundial em appliances UTM.

Os visitantes do site podem acessar as seguintes informações:

  • detalhes técnicos e imagens de todos os modelos FortiMail;
  • demonstração e imagens do software;
  • opções de implantação;
  • características e benefícios;
  • sobre outros produtos Fortinet;
  • acesso ao Blog DANRESA Fortinet;
  • contato para aquisição, implantação e suporte dos aparelhos.

A DANRESA é uma empresa de Consultoria em Informática que se destaca por apoiar a evolução tecnológica de seus clientes, atuando de forma integrada, desenvolvendo soluções completas com serviços e produtos para empresas em todo o Brasil.

Com o novo site, a DANRESA pretende ampliar ainda mais o seu leque de clientes em todo o Brasil no que tange à segurança de e-mail. Pretende repetir o sucesso que vem tendo com o site DANRESA Fortinet (www.danresa.com.br/fortinet) onde apresenta todos os produtos de segurança de rede da  Fortinet: FortiGate, FortiWifi, FortiManager, FortiAp, FortiAnalyzer, etc.

Como representantes da Fortinet no Brasil, a DANRESA  está capacitada a fornecer todo o suporte necessário para o andamento de testes de avaliação e implantação efetiva, conquistando as vantagens e benefícios que os appliances UTM Fortinet oferecem.

A DANRESA comercializa os produtos Fortinet através da instalação de appliances perfeitamente customizados para o ambiente dos clientes, na forma de comodato com suporte e manutenção por todo o período contratado. Além disto, como revenda Fortinet, consegue preços diferenciados, além da facilidade de pagamento em reais no Brasil, contribuindo para a implantação desta importante ferramenta à custos mais competitivos.

O visitante que desejar fazer pedidos dos produtos Fortinet poderá ligar no telefone (11) 4452-6450 ou e-mail: comercial@danresa.com.br.

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Como resolver bug da atualização KB2823324 do Windows 7

Resolvendo o bug do  Windows 7 causado pela atualização KB2823324

Apesar da dor de cabeça que a atualização trouxe, há algumas medidas a serem tomadas caso ocorra esse tipo de problema no seu Windows 7. Confira:

Durante a inicialização, aperte F8 sem interrupções até aparecer um menu com opções de boot. Dentro desse menu azul, escolha a opção “Modo de segurança com prompt de comando”. Na nova inicialização, digite o comando dism.exe /image:C:\ /cleanup-image/revertpendingactions, substituindo “C:” pela letra do disco onde o Windows está instalado. Em seguida, reinicie o computador.

Se, mesmo assim, você não obtiver êxito, faça o boot do sistema por meio do seu DVD do Windows 7. Quando aparecer a interface do Windows, clique na opção “Reparar o computador”; depois em “Prompt de Comando” e digite o comando dism.exe /image:C:\ /cleanup-image/revertpendingactions.

É possível que você ainda não consiga. Neste caso, feche o “Prompt de comando”, clique em “Restauração do Sistema” e siga as instruções. Caso o computador não inicialize, substitua o arquivo ntfs.sys por uma versão mais antiga.

A Microsoft ainda não anunciou uma correção para essa atualização do Windows 7, portanto, é preciso ficar atento. Quando você finalmente conseguir realizar boot no sistema operacional, desative a atualização KB2823324, a fim de evitar que o problema ocorra novamente.

Para fazer isso, abra o menu Iniciar, digite “update” e clique na opção Windows Update. Em seguida, vá até a lista de atualizações a serem instaladas, procure a atualização que termina em KB2823324 e clique na caixa ao lado dela para desmarcá-la.

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/04/erros-na-atualizacao-do-windows-7-impedem-boot-do-sistema.html

 

Conheça o Service Desk DANRESA. Saiba mais sobre o Atendimento Service Desk e o Sistema DANRESA Service Desk no  www.servicedeskdanresa.com.br

SpamTitan anuncia a nova versão do web filter WebTitan

Leia abaixo a notícia do lançamento oficial pela SpamTitan Technologies de sua poderosa solução de filtragem web para as empresas, WebTitan 4.0. Esta versão inclui uma série de novas funcionalidades:

SPAMTITAN TECHNOLOGIES ANNOUNCES MAJOR NEW RELEASE OF ACCLAIMED WEB FILTER WEBTITAN WIDELY USED BY SMBS, SCHOOLS AND GOVERNMENT DEPARTMENTS

SpamTitan Technologies today announced a major new release of its powerful web filtering solution for businesses, WebTitan 4.0.The release includes a host of new functionality such as full transparent authentication, bandwidth management controls, delegated administration and reporting management, SNMP support and enhanced white labelling options. The new functions greatly improve the end user experience, ease of product management and overall business protection options.

Full transparent authentication while using WebTitan in transparent proxy mode will allow end users a more seamless internet experience while allowing management comprehensive user reports rather than IP based reporting typically associated with transparent proxies.

Bandwidth management controls adds to the corporate internet policy options within WebTitan with the addition of bandwidth quotas ensuring bandwidth is not wasted and adequate capacity is available for business-critical applications. With the increased popularity of media rich applications which allow users to listen to radio stations or watch video via the Internet in the workplace the provision of these bandwidth management controls avoid bottlenecks or severe slowdowns in the internet. These controls add to the granular nature of WebTitan and provide the added advantages in terms of cost savings and resource allocation.

Delegated administration allows for configurable levels of administration functions within WebTitan and for these controls to be passed to stake holders across the organisation. With WebTitan 4.0 administrators can grant policy management privileges, reporting rights, or both to delegated administrators who can then manage or report on Internet usage for specific clients (users / groups). Delegated administrators with policy permissions can edit existing policies and create new policies making this a powerful tool for distributing filtering policy management and reporting responsibilities across an organization. Delegated administration allows for greater cross organisational participation in policy creation and maintenance therefore ensuring the most appropriate filtering policy applies to each user / group.

‘The web is getting more complex, thus the requirements within organisations for managing it usage and protecting users is getting equally complex ‘ says Kavanagh, CEO of SpamTitan. ‘WebTitan 4.0 has been designed with this at the forefront, balancing this complexity with management tools that are both intuitive to use and effective in their deployment to ensure our customers get the best end user web experience while organisations are fully protected from all malware as it emerges.”

WebTitan 4.0 also includes a range of enhancements including SNMP support and improved white labelling allowing an organisation add its own brand and identity to the solution.

fonte: www.webtitan.com

Conheça mais sobre o filtro de conteúdo web WebTitan no site: www.webtitan.com.br

Você não é um User Experience Designer

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São duas discussões diferentes. A primeira é inteiramente semântica, e diz respeito ao argumento que diz que uma experiência não pode ser desenhada. O que se desenha é o recipiente que contém essa experiência. E uma experiência sofre influência de uma porção de fatores subjetivos que não podem ser controlados – apesar de muitas vezes serem manipulados pelo designer que a projetou. Mas discussões puramente semânticas não afetam o jeito que você trabalha, então vamos pular esse assunto.

A segunda é um post muito interessante de Whitney Hess, que traz um checklist para identificar se você realmente atua como UX Designer ou se carrega um título não tão legítimo assim.

A nomenclatura User Experience Designer não é muito clara, e a ausência de uma regulamentação mais forte ajuda a confundir o cargo com outros similares: Arquiteto de Informação, Especialista de Usabilidade, User Interface Designer – entre outros. Mas o User Experience Designer tem um papel um pouco mais amplo em um projeto, e vale a pena percorrer esse checklist para ver se não existe algo que possa ser melhorado na metodologia de sua equipe de UX.

Então vamos à lista (editada e adaptada do post original).

Você não é um User Experience Designer se…

  • …você não fala com os usuários. Se você desenha baseado somente em sua própria intuição, sem entender, pesquisar ou entrevistar os usuários reais do produto que você está desenhando, então você não é um User Experience Designer. Você é um Yourself Designer. Mas você não pode desenhar apenas pensando em você mesmo, né?
  • …você não consegue identificar o seu público. Se quando alguém te pergunta quem é o público do seu site, você responde “todo mundo”, ou se dá uma resposta genérica como “mulheres de 30 a 40 anos”, você está tratando seu usuário com a mesma profundidade com a qual Rebecca Black escreve a letra de suas músicas. Melhor dar uma pausa e começar a listar as necessidades desses usuários e as motivações que os fazem utilizar o seu site.
  • …você não define o problema antes de tentar resolvê-lo. Se o seu chefe pede para você redesenhar um site sem te contar qual é o problema que você precisa resolver, alguma coisa está errada. Na maioria das vezes, entender o problema muda radicalmente a solução proposta.
  • …você não conhece os objetivos do usuário. Mesmo que você conheça o problema, ainda é preciso definir o porquê dessas pessoas utilizarem o seu produto. O que você está ajudando essas pessoas a fazerem?
  • …você trabalha dentro de uma bolha. O User Experience Designer quase nunca trabalha sozinho. Você precisa conversar com o gerente de projetos, com o planejador, com o designer e com o programador – bem antes de colocar a mão na massa. E claro, receber feedback dos usuários.
  • …você faz decisões de design baseado em suas próprias referências pessoais. Toda decisão deve ser baseada em algum argumento racional – seja ele obtido através de pesquisa ou não. Mas se quando alguém pergunta por que você reposicionou algum elemento e sua resposta contém as palavras “prefiro”, “acho” ou “gosto”, então você não é um User Experience Designer.
  • …você não considera os objetivos de negócios. Definir os Key Performance Indicators é um dos estágios iniciais do processo. Aumentar as taxas de conversão em 10%? Aumentar o tempo de navegação em 30 segundos? Aumentar a média de page views por usuário de 1,1 para 1,3? Criar formas de medir a taxa de retorno? Fazer as pessoas tuitarem? Algum objetivo o projeto tem que ter. E conversar com o Gerente de Projetos e com o Analista de Métricas vai ajudar bastante a definir e mensurar esses objetivos.
  • …você não usa métodos. Entrevistas com usuários, testes de usabilidade, personas, cenários, card sorting, diagrama de afinidades, rabiscoframes, wireframes, fluxos, diagrama de telas, protótipos, testes A/B e muito mais. Se você não utiliza a maioria desses métodos – ou se pelo menos não estabelece um critério claro na hora de decidir utilizar um ou outro – então você não é um User Experience Designer.
  • …você não pensa nas exceções. Se você trabalha sempre com os melhores cenários, você está sendo otimista demais para um UX Designer. As notícias do seu site não vão ter foto o tempo todo. As galerias multimídia não terão 30 fotos para compor o seu grid. Não é todo usuário que tem caixas de som ou fones de ouvido. Não é todo celular que roda javascript. Não é todo mundo que começa a navegar pela homepage. Se você não consegue prever esses cenários, então você não é um User Experience Designer.
  • …você só pensa no wireframe. Se você só pensa no que o usuário vê em seu site, aplicativo ou quiosque – mas não pensa em como o usuário vai chegar lá, o que ele vai fazer depois, qual sentimento você quer provocar ou quanto tempo você espera que ele permaneça ali – você é um User Interface Designer, e não um User Experience Designer. Tem uma diferença aí.

É claro que se você participa em qualquer etapa do processo de criação de um produto (como Visual Designer, Programador, Redator), você está afetando diretamente a experiência do usuário. E para isso você deveria entender quem é esse usuário, quais são suas necessidades, referências e objetivos ao utilizar o tal produto.

Mas se você, UX Designer, não é a pessoa responsável por disseminar esse conhecimento por toda a equipe, então talvez existem coisas que você possa melhorar no seu processo de trabalho.

Talvez a lista de Whitney Hess pegue um pouco pesado em alguns pontos. Para muita coisa não existe certo ou errado. Mas existe uma série de referências bacanas de metodologias que funcionam e que trazem bons resultados. Então não custa dar uma olhada, filtrar e tentar aplicar uma coisa ou outra no seu dia-a-dia.

Fonte: http://arquiteturadeinformacao.com/2011/04/24/voce-nao-e-um-user-experience-designer/

As mídias sociais e as inovações coletivas

Hierarquias rígidas em tempos de web 2.0?

Proibir ou incentivar o uso das mídias sociais no trabalho?

Funcionários ou colaboradores? Verticalização do conhecimento?

Comunicação unidirecional ou bidirecional?

Temos uma nova geração de colaboradores, que aprendeu a pesquisar no Google, a conversar com o mundo com comunicadores instantâneos, a formar redes sociais de acordo com seus interesses em plataformas como o Facebook, uma nova economia emergente que proporciona uma diversidade maior de empregos e com isso uma oportunidade de escolhas muito maior, desta forma o estímulo à colaboração e a realização de tarefas motivadoras é um desafio para organizações que buscam motivação e produtividade em seu ambiente de trabalho. As mídias sociais nos trouxeram e fortaleceram a cultura do “compartilhar e/ou curtir” conhecimento e novas informações. Este ano,  na “primavera árabe” as informações compartilhadas no Twitter, por exemplo, ajudaram a derrubar ditaduras.

Conceitos como o Crowdsourcing, o Crowdfounding, a liderança aberta, a cco-criação, o open inovation, o social media marketing fazem parte de um leque de possibilidades para a existência de inovações.

É nesse contexto que surgem os consumidores que ‘atuam’ em conjunto. Com eles, nascem também as Startups, nas quais empreendedores idealizam empresas focadas em nichos específicos no ambiente digital, que já nascem com a cultura de empresas com gestão horizontal, com os estilos de gestão do Facebook e do Google, por exemplo.

Segundo a Wikipédia, maior enciclopédia do mundo na Internet, Inovação significa: novidade ou renovação.

A palavra é derivada do termo latino innovatio, e se refere a uma ideia, método ou objeto criado que pouco se parece com padrões anteriores.

2012 será um ano em que a presença da inovação coletiva será ainda mais relevante e trará novas possibilidades ao marketing, mas também na gestão e no desenvolvimento de processos inovadores.

Fonte: idgnow.uol.com.br

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Novo “vírus de Mac” finge ser documento em PDF

Fonte: http://macworldbrasil.uol.com.br

Programa nocivo, tecnicamente classificado como um Cavalo de Troia, baixa outro componente, que abre o computador para o controle de crimininosos via Internet

Empresas de segurança confirmaram hoje, 26/9, a existência entre usuários de Mac de um novo Cavalo de Troia que se disfarça como um documento PDF. O programa nocivo (Trojan-Dropper:OSX/Revir.A), que foi descoberto pelas companhias Sophos e F-Secure, usa uma técnica comum entre hackers do Windows.

“Esse malware tenta copiar a técnica implementada emvírus do Windows, que abre um arquivo PDF contendo uma extensão ‘.pdf.exe’ e um ícone PDF anexado”, disse a fabricante de antivírus finlandesa F-Secure.

A prática é baseada no truque chamado de “extensão dupla”: adicionar os caracteres “.pdf” ao nome do arquivo para se disfarçar como um arquivo executável.

O malware para Macs usa um processo de dois passas, composto por um utilitário “isca” Cavalo de Troia que faz o download de um segundo elemento, um backdoor (ferramenta que oferece acesso não autorizado ao computador) que então se conecta a um servidor remoto controlado pelo invasor, usando esse canal de comunicações para enviar informações obtidas no Mac infectado e recebendo instruções adicionais do criminoso.

O programa nocivo induz os usuários a abrirem o documento PDF aparentemente inofensivo, que é na verdade um arquivo executável, que entra em ação em segundo plano. “O objetivo é distrair o usuário e evitar que ele perceba qualquer outra atividade acontecendo”, afirmou a F-Secure.

Apesar de o Mac OS X incluir um detector antivírus, ele ainda não foi atualizado para detectar o recém-descoberto malware.  

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Prejuízo de empresas com ciberataques pode chegar a US$ 1,7 milhão

Pesquisa da Symantec revela que 27% das empresas entrevistadas sofrem ataques contra suas redes regularmente ou em grande número.

Quando 3.330 profissionais de tecnologia da informação foram entrevistados sobre cibersegurança, eles afirmaram que os ataques de códigos maliciosos são o principal tipo de violação que suas empresas sofreram no ano passado, embora “ações internas não intencionais” de funcionários também tenham causado muitos danos.

Enquanto 73% dos entrevistados na pesquisa “2011 State of Security”, patrocinada pela Symantec, disseram que os ciberataques eram mínimos, 21% afirmaram que eles ocorrem “regularmente”, e 6% indicou que sofreram “um grande número” de invasões em 2010.

Quando ciberataques ocorrem, os custos principais estavam relacionados ao “período de inatividade” e com “perda de produtividade”, de acordo com os profissionais de TI nos setores financeiro, manufatura, tecnologia de ponta, saúde, imobiliário, energia entre outros que responderam à pesquisa.

Os participantes da pesquisa também indicaram que consideram “ataques direcionados”, “hackers” e “espionagem industrial” como significativas ameaças à segurança de suas organizações, embora “funcionários bem-intencionados” quem, inadvertidamente, causam problemas de segurança, também tenham sido bastante citados.

Isso se deve à grande dor de cabeça originada pelo surgimento dos ataques com engenharia social a funcionários das empresas, via redes sociais, que envolvem enganar empregados para que eles baixem códigos maliciosos, de acordo com Ashish Mohindroo, diretor sênior de marketing de produtos da Symantec.

O estudo informa que a média de perda de produtividade nos últimos 12 meses foi de 915 mil dólares. Quando foi determinado que um ciberataque levava à perda ou prejuízos no relacionamento com o cliente, o montante passou a ser 1,14 milhão de dólares durante o ano passado, e a perda de dados importantes ficou avaliada em 1,7 milhão de dólares.

Quando perguntado sobre a efetividade das salvaguardas para conter ciberataques, o melhor método foi visto como “manter atualizações de correções e definições de arquivos”, e “perímetro de segurança”, o que só serve para mostrar que quanto mais as coisas mudam, mais elas tendem a ficar iguais.

(Ellen Messmer)
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