Prejuízo de empresas com ciberataques pode chegar a US$ 1,7 milhão

Pesquisa da Symantec revela que 27% das empresas entrevistadas sofrem ataques contra suas redes regularmente ou em grande número.

Quando 3.330 profissionais de tecnologia da informação foram entrevistados sobre cibersegurança, eles afirmaram que os ataques de códigos maliciosos são o principal tipo de violação que suas empresas sofreram no ano passado, embora “ações internas não intencionais” de funcionários também tenham causado muitos danos.

Enquanto 73% dos entrevistados na pesquisa “2011 State of Security”, patrocinada pela Symantec, disseram que os ciberataques eram mínimos, 21% afirmaram que eles ocorrem “regularmente”, e 6% indicou que sofreram “um grande número” de invasões em 2010.

Quando ciberataques ocorrem, os custos principais estavam relacionados ao “período de inatividade” e com “perda de produtividade”, de acordo com os profissionais de TI nos setores financeiro, manufatura, tecnologia de ponta, saúde, imobiliário, energia entre outros que responderam à pesquisa.

Os participantes da pesquisa também indicaram que consideram “ataques direcionados”, “hackers” e “espionagem industrial” como significativas ameaças à segurança de suas organizações, embora “funcionários bem-intencionados” quem, inadvertidamente, causam problemas de segurança, também tenham sido bastante citados.

Isso se deve à grande dor de cabeça originada pelo surgimento dos ataques com engenharia social a funcionários das empresas, via redes sociais, que envolvem enganar empregados para que eles baixem códigos maliciosos, de acordo com Ashish Mohindroo, diretor sênior de marketing de produtos da Symantec.

O estudo informa que a média de perda de produtividade nos últimos 12 meses foi de 915 mil dólares. Quando foi determinado que um ciberataque levava à perda ou prejuízos no relacionamento com o cliente, o montante passou a ser 1,14 milhão de dólares durante o ano passado, e a perda de dados importantes ficou avaliada em 1,7 milhão de dólares.

Quando perguntado sobre a efetividade das salvaguardas para conter ciberataques, o melhor método foi visto como “manter atualizações de correções e definições de arquivos”, e “perímetro de segurança”, o que só serve para mostrar que quanto mais as coisas mudam, mais elas tendem a ficar iguais.

(Ellen Messmer)
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Hackers usam morte de Amy Winehouse para espalhar vírus

Suposta foto de corpo de Amy Winehouse pode ser vírus. Criminosos digitais usam morte de Amy Winehouse para espalhar vírus e spam em português.

A Equipe Norton da Symantec identificou, em menos de um dia, que criminosos digitais passaram a se aproveitar dos noticiários sobre a morte da cantora Amy Winehouse para disseminar vírus e spam no país.

Hackers usam morte de Amy Winehouse para espalhar vírus (divulgação)

Estes ataques locais têm técnicas de spam frequentes, com o propósito de levar o internauta a clicar em um link malicioso e, ainda, conta com amostras de mensagens enviadas para contas individuais com linhas de assunto que mudam de uma mensagem para outra, sempre relacionadas à morte da celebridade. Uma janela pop up aparece e solicita ao usuário baixar um arquivo malicioso , após clicar no link.

Seguem alguns exemplos:

1)
De:
Assunto: ESTRAGOS DA DROGA NO CORPO DE AMY WINEHOUSE (0.762)

Arquivo malicioso: FOTOS_DROGAS_WINEHOUSE.jpg.exe

2)
De:
Assunto: Agência de notícias inglesa divulga foto exclusiva do corpo de Amy Winehouse ao ser encontrada. Bebidas e possíveis drogas são vistas com clareza

Nome do arquivo malicioso: _s-do-corpo-da-cantora-amy-winehouse-WVA.exe

Fonte: http://bagarai.com.br

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