Migrando para nuvem? Confira dicas da CIO da IBM

A Big Blue está levando seus aplicativos para uma infraestrutura virtual compartilhada. A CIO Jeannette Horan comenta o que aprendeu até agora.

A IBM prometeu aos acionistas entregar lucro de US$ 20 por ação até 2015. O compromisso público pressiona não apenas os geradores de renda, como vendedores e especialistas em produtos, mas coloca, também, o gerente de TI contra a parede, para reduzir custos sem prejudicar a habilidade da empresa de operar e inovar internacionalmente.

É a panela de pressão contra a qual a recém-chegada CIO, Jeannette Horan, lidera uma transição que fará a empresa migrar o centro de seus principais sistemas para um ambiente de nuvem interno. “Precisamos reduzir nossos gastos com TI”, disse Jeannette, em um almoço com repórteres em Nova York.

Com isso em mente, a IBM adotou a versão baseada em nuvem de seu software Congo, para análise de negócios, e, também, está enviando o centro de testes e desenvolvimento, com cinco mil aplicativos internos, para a nuvem. Além disso, a empresa está construindo uma nuvem de armazenamento e outra de desktop que irá facilitar o trabalho com novos funcionários, sem importar a localização geográfica deles. É o “próximo passo” na jornada da fabricante rumo à cloud computing, afirmou Jeannette.

“Nossa estratégia é principalmente nuvem privada” para todas as áreas, afirmou, citando a necessidade da IBM por mais segurança e tempo de atividade ininterrupto. Jeannette contou, também, que, apesar da natureza intimidante dessa grande reestruturação, existem alguns métodos que podem ajudar a reduzir as complicações da migração para a nuvem – na Big Blue ou qualquer outra empresa.

A primeira regra para garantir uma migração bem sucedida tem pouco a ver com tecnologia. Mover departamentos do negócio que estão acostumados a gerenciar suas próprias tecnologias para um ambiente de nuvem comum a toda corporação “levanta questões culturais”, lembra a executiva. “Eles precisam te passar o controle.” Isso leva, diretamente, ao segundo passo, que pode ajudar a remover esses dolorosos pontos culturais. A TI em si pode começar dando o exemplo, movendo suas próprias operações para a nuvem. Como um vendedor de soluções de cloud computing, a mudança interna da IBM exemplifica o pensamento por trás disso tudo de forma abrangente. “É preciso ser coerente com o próprio discurso”, ensina Jeannette, aproveitando para deixar claro que Sam Palmisano, CEO da IBM, dá muito apoio à mudança para a nuvem.

Terceiro: a migração para a nuvem pode acontecer muito mais rápido e suave assim que uma plataforma comum é escolhida e os aplicativos são migrados para ela. Para a IBM, a plataforma é o próprio ambiente ZLinux.

O quarto destacado pela CIO é que as migrações devem “começar devagar e crescer”. Isso quer dizer que os modelos de nuvem devem ser implantados começando por pequenos departamentos e grupos de trabalho. Uma vez que a arquitetura é testada e aceita, pode ser expandida por toda a empresa.

Por fim, os líderes de TI devem “demonstrar as vantagens econômicas” de migrar para a nuvem. Para Jeannette, são mais que números brutos. Ela tem objetivos específicos para cumprir e fazer sua parte no compromisso da IBM com acionistas.

Jeannette ressalta que a migração para a nuvem está correndo de acordo com o planejado e que a empresa já viu redução de custos entre 5% e 10% em muitas áreas da TI em que a nuvem está ativa. Mas ela admite que o mais pesado está por vir, quando mais sistemas críticos serão migrados. “Já fizemos quase toda a parte fácil.”

(Tradução: Rheni Victorio)

Fonte: informationweek.itweb.com.br

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IBM lança o Maqetta – Editor de interfaces em HTML5

A IBM anunciou recentemente o lançamento de uma versão preview do Maqetta, que possibilita a autoração WYSIWYG (what you see is what you get) de interfaces de usuário em HTML5 usando recursos como arrastar/soltar e outros.

O Maqetta suporta tanto a criação de interfaces para desktops como para dispositivos móveis.

O Maqetta Preview já está disponível gratuitamente no site http://maqetta.org. Como alternativa, os usuários podem fazer o download de compilações que podem ser instaladas em seus próprios servidores.

Fonte: http://www.baboo.com.br

Padrões

O código do projeto é construído usando 100% de tecnologias de padrões abertos.  Algumas das principais normas apoiadas pelo projeto:

  • HTML5
  • CSS3
  • JavaScript
  • OpenAjax Widgets

Open Source

Maqetta está disponível sob uma licença de código aberto. Você pode baixar o código fonte e instalá-lo em seu próprio servidor, personalize o código para atender às suas necessidades e / ou contribuir com melhorias para o projeto de código aberto.

Suporte

 As páginas HTML criadas pelo Maqetta normalmente trabalham em todos os navegadores mais populares, incluindo o IE (ressalva: isso depende do conjunto de ferramentas que você usa JavaScript e codificação de dados).  Mas se você deseja executar o aplicativo Maqetta, você vai precisar usar uma versão recente de um dos seguintes navegadores, que suporta as funcionalidades que o HTML5 Maqetta exige.

Fonte: http://maqetta.org/