Por que os pequenos negócios devem virtualizar?

Conheça seis razões para que empresas de porte menor invistam na tecnologia para impulsionar crescimento.

Paul Mah, da CIO.com

A virtualização de servidores está na pauta das empresas há pelo menos dez anos e mesmo que questões como armazenamento ainda causem dor de cabeça para a TI, as vantagens da tecnologia são reais e elas valem até mesmo para as pequenas companhias, que podem encontrar na plataforma vantagem competitiva. A seguir, seis motivos para esse nicho apostar na virtualização.

1. Aumentar a eficiência do servidor
A razão tradicional e mais atraente para a implementação de servidores virtualizados é fazer uso mais eficiente dos recursos computacionais no que diz respeito a ciclos de processamento e memória RAM. Além da redução dos custos de energia e refrigeração, empresas de pequeno e médio portes podem reduzir as despesas de capital já que menos servidores físicos são comprados para substituir um número maior de máquinas ociosas.

Implementar servidores virtuais é uma forma simples para reunir em um host físico muitas máquinas virtuais (VMs). Ainda assim, mesmo que a virtualização de servidores possibilite diversos benefícios, ela não livra a TI das tarefas administrativas necessárias para gerenciamento de servidores físicos.

De fato, o gerenciamento da virtualização é ainda mais desafiador devido à facilidade com que as máquinas virtuais podem ser criadas. Além disso, é preciso monitorar o tráfego entre as máquinas virtuais na rede e identificar gargalos de performance.

2. Melhorar os esforços de recuperação de desastres

A recuperação de desastres é a capacidade de restabelecer tarefas ao seu estado natural após um desastre. Como é possível imaginar, o backup de uma infraestrutura totalmente virtualizada faz cópias de imagens de máquinas virtuais e é um processo muito mais simples quando comparado à tarefa tradicional.

Além disso, o processo consome apenas uma parte do equipamento original para hospedar uma infraestrutura inteira, usando virtualização. Isso significa que para empresas menores, que não contam com grandes orçamentos de TI, é possível comprar um pequeno número de servidores. Em caso de desastres, esses equipamentos podem ser realocados, se necessário, e configurados com a última versão da máquina virtual, uma movimentação que é mais rápida do que a de muitos fornecedores de TI.

Obviamente, o fato de que mesmo a maior infraestrutura de empresas de pequeno e médio portes pode ser consolidada dentro de algumas unidades de disco rígido, esse cenário tem implicações na segurança. Por exemplo, existe o risco de máquinas virtuais serem perdidas por um erro humano.

Com isso em mente, usar a virtualização como um meio de recuperação de desastres requer planejamento. Cuidados devem ser tomados para elaborar os processos e procedimentos adequados de segurança. A responsabilidade pela guarda de máquinas virtuais deve ser claramente definida.

3. Ampliar a estratégia de continuidade de negócios

Continuidade de negócios é diferente de recuperação de desastres, já que seu objetivo é atingir zero ou o mínimo de interrupções das operações. Sabendo que a fonte mais comum de falha no data center é a do hardware do servidor, esse é o lugar em que um recurso de virtualização de servidor, chamado migração em tempo real, deve entrar para ajudar a preservar a continuidade dos negócios, eliminando o tempo de inatividade.

Usando a migração em tempo real, os administradores são capazes de facilmente mover máquinas virtuais em tempo real entre os hosts do servidor físico. Esse tipo de migração acontece por meio da sincronização do disco e da memória em segundo plano entre dois servidores físicos.

A migração em tempo real pode facilitar a manutenção do servidor ou a atualização do hardware sem que seja necessário agendar qualquer parada para manutenção.

Embora a virtualização fortaleça a continuidade dos negócios, não faz milagres em caso de inundações ou incêndios. A implementação de failover [outro blade entra em cena automaticamente para ocupar o lugar de uma placa problemática] é, em muitos casos, cara para a maioria das pequenas e médias empresas, enquanto isso, a migração em tempo real somente exige a presença de uma rede Gigabit Ethernet [ou superior] para funcionar.

4. Aditivar desenvolvimento de software
Se sua empresa trabalha com desenvolvimento de software, a virtualização proporciona a oportunidade de reduzir custos, eliminando a necessidade de desembolsar grandes quantias de dinheiro para adquirir hardware adicional. Médias empresas também se beneficiam. Isso porque as equipes de desenvolvimento economizam tempo por não ter de suportar o longo processo de requisição de novos servidores.

O desenvolvimento de aplicações que não são sensíveis à latência também pode ser feito em versões desktop do software de virtualização, também conhecido como Hypervisor Tipo 2. Esses são tipicamente mais baratos e também oferecem capacidades adaptadas para uma melhor experiência de desktop. Alguns dos tipos mais populares do Type 2 hypervisor são o Oracle VM VirtualBox [código aberto] e VMware Workstation para Windows, bem como o VMware Fusion e Parallels para Mac.

5. Facilitar o teste das atualizações e patches de segurança

A virtualização torna trivial a tarefa de testar novas atualizações de software ou patches de segurança antes da implementação dos sistemas. Além disso, as equipes de desenvolvimento internas poderão testar aplicações n-tier [desenvolvidas em várias camadas] lógicas em uma réplica virtual da infraestrutura atual para testar problemas decorrentes de interações inesperadas entre os vários componentes.

6. Tirar proveito da virtualização de desktop

Uma modalidade cada vez mais popular de virtualização é a de clients, o que implica rodar o ambiente desktop inteiro dentro de um servidor centralizado. Como todo o processamento é feito no servidor, dispositivos clients são tipicamente thin clients que servem como um nó de extremidade para conectar periféricos como teclado, mouse, um monitor, conectores de áudio e até mesmo portas USB por meio da rede LAN.

Embora haja semelhanças entre virtualização de servidores e de desktop em infraestrutura básica necessária, as empresas não devem cometer o erro de misturá-los porque os objetivos são diferentes e as considerações técnicas também. O termo Virtualization Desktop Infrastructure ou VDI é usado para descrever componentes de hardware e de software necessários para suportar uma implementação de virtualização de desktop.

Ingressar nesse universo requer uma análise detalhada dos fornecedores da tecnologia para que a implementação não se torne uma frustração para as empresas.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br

**************************************************

Conheça as soluções de virtualização da DANRESA

Anúncios

Cinco erros comuns a evitar na segurança de TI

Fazer este trabalho bem feito na era da virtualização, smartphones e cloud computing é um grande desafio.

A segurança pode ser uma tarefa ingrata, porque só se percebe quando não é feita. E para fazer este trabalho bem feito na era da virtualização, smartphones e cloud computing, é preciso evitar erros técnicos e políticos. Em particular, cinco muito comuns:

1. Pensar que o seu papel na organização não mudou nos últimos cinco anos
O seu poder e influência estão sendo atacados enquanto a organização para a qual trabalha escancara as portas para permitir que os funcionários usem dispositivos móveis pessoais no trabalho, e empurra os recursos de computação tradicional e aplicações para a nuvem – às vezes sem o seu conhecimento.

Cada vez mais é preciso ser pró-ativo na introdução de práticas de segurança razoáveis para escolhas “fast-moving” de tecnologia que às vezes são feitas por quem está totalmente fora do departamento de TI. É uma “missão impossível” de atribuição, mas é a sua. Pode envolver o desenvolvimento de uma nova política de segurança para explicitar claramente os fatores de risco e para que não haja espaço para falsas premissas.

2. Não construir relações de trabalho entre as equipes de TI e os gestores de nível superior
Grupos de segurança de TI são geralmente pequenos em relação ao resto do departamento. Normalmente os profissionais de segurança precisam do apoio do restante do pessoal de TI para realizar funções básicas.

O profissional de segurança pode ter conhecimento especializado e um bolso cheio de certificações como CISSP, mas isso não significa que seja necessariamente admirado por causa disso – especialmente porque as pessoas da segurança são normalmente as que mais dizem “não” aos projetos de outras pessoas.

Além disso, não pense que a estrutura de poder está sempre apontando para o diretor de informática (CIO) como um decisor de nível superior. Uma mudança fundamental está ocorrendo: o papel tradicional do CIO como comandante dos projetos de TI está em declínio a favor do aumento do poder do diretor financeiro (CFO) como dono da palavra final sobre os projetos de TI. Algumas evidências mostram que o CFO nem sequer gosta do departamento de TI. As ideias do CFO sobre a segurança podem ir apenas até à ideia legal de “compliance”. O trabalho do profissional de segurança deve ser comunicar, comunicar, comunicar.

3. Não entender que a virtualização tem puxado o tapete do mundo da segurança
As organizações estão no caminho para alcançar 80% de virtualização da sua infraestrutura de servidores, e os projetos de virtualização de desktops estão aumentando. Mas a segurança está atrasada, com muitos profissionais assumindo erradamente que ela começa e termina com as VLANs. A realidade é que arquiteturas de virtualização mudam tudo a partir da abertura de novos caminhos que podem ser explorados. Como já aconteceu tantas vezes na indústria de TI, tecnologias revolucionárias passaram a ser usadas sem atenção adequada ao impacto da segurança.

Alguns produtos de segurança tradicionais, como software de antivírus, por exemplo, não funcionam muitas vezes bem em máquinas virtuais. Dispositivos físicos podem ter novos “pontos cegos”. Hoje, produtos de segurança especializados para ambientes virtualizados estão chegando finalmente ao mercado – e os profissionais de segurança precisam descobrir se algum deles deve ser usado e, ao mesmo tempo, se devem se manter a par da evolução dos planos de segurança de fornecedores como a VMware, Microsoft e Citrix. A virtualização é uma promessa tremenda, eventualmente, para melhorar a segurança, especialmente na recuperação de desastres.

4. Não se preparar para uma violação de dados
É o cenário de pesadelo em que dados sensíveis são roubados ou acidentalmente divulgados. Além da detecção e correção técnica, a lei precisa ser aplicada às violações de dados. Mas que leis? Quase todos os países têm agora as suas próprias legislações sobre a violação de dados e algumas regras com impacto em algumas indústrias mais que em outras, como é o caso da área de saúde. Quando isso acontece, uma violação de dados vai ser um evento – e caro – que exige uma ação coordenada pelo gestor de segurança de TI, envolvendo o departamento de TI, o departamento jurídico, os recursos humanos e o departamento de comunicação, se não mais. As organizações devem-se reunir para planejar os piores cenários, realizando internamente exercícios de violação de dados e formas de combatê-las e mitigá-las.

5. Complacência com os fornecedores de segurança de TI
É necessário ter sólidas parcerias com os fornecedores de TI e de segurança. Mas o perigo em qualquer relação com fornecedores é esquecer como olhar para produtos e serviços com um olhar crítico, especialmente para confrontar o que eles têm em relação à concorrência ou encontrar novas abordagens para problemas básicos de autenticação e de autorização, avaliação de vulnerabilidades e proteção contra malware. Muitos fabricantes estão tentando adaptar controles de segurança tradicionais para estruturas geradas a partir da virtualização e da computação em nuvem. E isso tem se transformado em um verdadeiro caos, que demonstra claramente o quanto a área de segurança vai ter de se esforçar para conseguir o que acredita que a organização precisa agora ou no futuro.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/07/27/cinco-erros-comuns-a-evitar-na-seguranca-de-ti/

*******************

Conheça o WebTitan,  poderosa solução de “Web Filtering” que provê ricas funcionalidades e permite o gerenciamento e a proteção dos usuários quando estão navegando na internet.

Como não perder os benefícios financeiros da virtualização

Por Kevin Fogarty, da CIO-EUA

Chegar a uma saturação da capacidade de economia proporcionada por infraestruturas virtualizadas é situação comum em empresas. Saiba como evitar.

Virtualizar e consolidar servidores de data centers proporcionam um benefício financeiro tão claro para as organizações que há poucas companhias, em qualquer indústria, para as quais a tecnologia não é aderente. Mas algumas que começaram projetos de virtualização para cortar custos, sem planejar uma segunda fase de migração, em que os gastos com ferramentas proporcionam ainda mais benefícios, podem ficar presas na primeira etapa, sem aproveitar todo seu potencial.

O benefício financeiro de obter de dez a 20 servidores virtuais pelo preço de uma caixa física impulsionou muitas companhias para a migração. Mas muitas, ao virtualizar de 25% a 35% de todos os servidores físicos, chegam a uma situação na qual as vantagens de custo do servidor virtual sobre o físico desaparecem. Em inglês, isso é chamado de “VM Stall”, ou limite da virtualização.

De acordo com o analista da Forrester, James Staten, esse quadro é gerado por alguns custos sutis e questões organizacionais que afetam diretamente o projeto de virtualização. “As companhias podem chegar a uma migração de 50% em seu parque de servidores com a mesma mensalidade do mundo físico. A previsão de custos é só em questões óbvias, como licenças, número de máquinas etc. Além desse ponto, chegam-se às questões de desempenho e gerenciamento de capacidade, que precisam de suporte. As companhias não levam isso em consideração para planejar os projetos”, descreve.

Segundo o pesquisador e vice-presidente do Gartner, Chris Wolf, planejar a virtualização de cada carga de trabalho em cada servidor, sem modificar os requisitos de planejamento de capacidade de TI ou a forma como os recursos computacionais são alocados, além da previsão de horas de trabalho dos profissionais, resulta em um departamento de TI cheio de processos duplicados, com queda brutal no retorno sobre o dinheiro gasto na migração.

“Tentar replicar a mesma estrutura que era usada no mundo físico levará a empresa a um ciclo de diminuição dos retornos rapidamente”, diz Wolf. Manter o projeto na trilha certa requer mudanças organizacionais e tecnológicas, além de manter os dois lados coordenados de acordo com cada estágio da migração. Aqui vão alguns conselhos para evitar a perda de benefícios financeiros durante as quatro fases-chave dos projetos:

Fase 1: eficiência técnica e consolidação
Segundo o analista da IDC, Gary Chen, a primeira onda da virtualização é empolgante, pois economiza muito mais dinheiro, de forma muito mais rápida, do que qualquer outra fase de migração e operação de uma infraestrutura virtual.

O benefício de eliminar dez servidores físicos, substituindo por um servidor maior, virtualizado e mais automatizado, dá à equipe de TI e às áreas de negócios a falsa sensação de sucesso. Segundo Chen, isso gera expectativas fora da realidade para o futuro.

Muitos departamentos se prendem às mesmas métricas do início para estimar o sucesso, o que significa focar em quão densamente as máquinas virtuais podem ser empacotadas em um host físico, sem investir em ferramentas de gerenciamento ou treinamento que dá aos gerentes de TI uma melhor ideia de como alocar recursos virtuais, diz Chen.

“As pessoas precisam tirar da cabeça de que devem se orgulhar da sua taxa de migração ou quantas máquinas físicas consegue retirar de um ambiente, isso não diz nada”, diz Staten, que completa: “A real necessidade é chegar ao ponto no qual se entrega alta eficiência, altamente sustentado por métricas de utilização e picos de todo o pool de recursos, com alto grau de controle sobre toda a infraestrutura”.

Fase 2 : escolha de alvos e simplificação da administração
A próxima fase da migração requer conhecimento mais específico sobre o que cada máquina virtual está fazendo, para qual unidade de negócios e quais recursos ela exige.

Segundo Staten, isso requer mais do que densidade e retorno sobre investimento (ROI). Requer mudanças na administração da TI e no suporte para melhoria de processos como gestão de mudanças, provisionamento e gerenciamento de incidentes. Tudo isso não é compatível com os antigos métodos organizacioanis.

Segundo Wolf, sem a habilidade de construir um inventário de recursos mais detalhado do que simplesmente a lista de servidores físicos disponíveis, não há forma inteligente de distribuir máquinas virtuais ou cargas de trabalho pelos servidores.

Para chegar a isso tudo, são necessárias ferramentas de gerenciamento, dando aos administradores de sistemas a responsabilidade de programar as máquinas virtuais de acordo com as unidades de negócios que as utilizam, sem se importar com a localização física das mesmas.

A falha nesse aspecto pode levar a uma falta de uso eficiente dos recursos, com duplicatas, trabalho dobrado e lacunas na tomada de responsabilidade sobre as tarefas, tudo isso gerando enormes desperdícios para as empresas à medida que máquinas virtuais flutuam sem que haja um responsável por elas.

Para evitar tudo isso, a empresa precisa também pensar em automação, gestão de ciclo de vida, entre outras ferramentas presentes no mercado.

Fase 3: automação de processos
Segundo Wolf, restringir a proliferação de máquinas virtuais sem controles adequados não restringe a ambição de migração da empresa. Pelo contrário, ajuda no processo.

A vantagem real das infraestruturas virtuais é a flexibilidade. Para garanti-la, o departamento de TI tem de estar pronto para lançar mão de portabilidade de máquinas virtuais, gestão de recursos que atinjam a infraestrutura em profundidade, provisionamento automatizado e gestão de mudanças, ou não haverá eficiência.

A medida, aqui, não deve ser quão alta é a utilização de um único servidor ou grupo de máquinas virtuais para rodar uma aplicação, mas qual é o grau de utilização de todo o data center.

Isso requer conhecimento e gestão em tempo real dos recursos. Para isso, é preciso saber como usar os instrumentos certos para monitorar e alocar os recursos para melhorar o desempenho para cada carga de trabalho, cada servidor, cada data center e cada servidor físico, de acordo com as melhores práticas para virtualização do Gartner, publicada em 2009.

Chen alerta, no entanto, que além  do uso inadequado das máquinas virtuais, o uso excessivo ou não supervisionado de licenças também aumenta custos de maneira significativa.

Uma das soluções encontradas para muitas empresas é renegociar acordos de licença justamente por essa razão. É muito fácil para usuários finais criar servidores, ou instâncias de aplicações, que consome licenças, deixar em uso e lançar mais uma na manhã seguinte.

Segundo o vice-presidente e analista da Forrester, Galen Schreck, outra questão de processos é a granularidade. Muitas empresas reconhecem o potencial benefício da granularidade, mas não conseguem atingir esse degrau, em parte por conta da limitação de ferramentas, ou porque não têm o pensamento avançado para ser suficientemente confiante para atingir isso.

Sem gestão de recursos granulares e um alto nível de gerenciamento baseado em políticas, a maioria das empresas vai ficar limitada na marca de 50% de migração para o ambiente virtualizado, ou desperdiçará mais dinheiro do que economizará tentando ultrapassar essa barreira.

Fase 4: eficiência de custos
Apesar da notada falta de eficiência na automação das empresas, 36 de cada 100 dólares gastos em servidores físicos em 2014 serão direcionados para hardware voltados ao host de servidores virtuais, de acordo com estudos da IDC, de dezembro.

O estudo prevê que dos 2,2 milhões de servidores que entraram no radar representam, na verdade, 18,4 milhões de máquinas virtuais, uma média de 8,5 máquinas virtuais por host em 2014.

Os números representam mudanças no departamento de TI, mas as empresas devem pensar em novas formas de prestar as contas, traduzindo os custos da virtualização para as unidades de negócios. “Se as pessoas olhassem só para os custos iniciais, o Hyper-V, ferramenta de virtualização da Microsoft, venderia muito mais do que vende hoje”, diz Chen.

Uma máquina virtual extra pode dar a impressão de não causar custos pois não requer custos de capital, mas Staten alerta para os custos de licenciamento, uso de recursos, administração, armazenamento e todas as outras questões que não são adequadamente transferidas para a análise do orçamento para serem entendidas pela área de negócios.

A falha em entender custos reais da virtualização pode minar até mesmo um projeto bem-sucedido do ponto de vista técnico.

fonte: idgnow.uol.com.br

************************

Conheça as soluções de Virtualização da DANRESA Consultoria.

Sua infra foi para a nuvem

fonte: info.abril.com.br

SÃO PAULO – A computação em nuvem permite às empresas pequenas e médias dar saltos rápidos sem gastar fortunas com infraestrutura.

 Criada há seis anos, em Belo Horizonte, como uma pequena distribuidora de games para celular, a Samba Tech mudou seu foco de negócios em 2007 e passou a distribuir vídeos pela internet. Desde então, cresceu 300% e hoje mostra números que impressionam. São cerca de 150 000 vídeos distribuídos para mais de 100 países, 500 milhões de visualizações e 6 000 terabytes de tráfego por ano. A expectativa de faturamento para 2011 é de 15 milhões de reais e entre seus clientes estão o SBT, O Boticário e o portal R7, site de notícias da Rede Record, além de clubes de futebol como Atlético Mineiro e Internacional.

Mas esse crescimento rápido seria penoso se a Samba Tech não tivesse optado por soluções de computação em nuvem no lugar de montar uma estrutura própria de TI. A principal vantagem da nuvem está exatamente em permitir às empresas de pequeno e médio portes dar saltos em ritmo acelerado. Isso acontece porque no cloud computing as companhias armazenam e processam os dados em servidores de parceiros, acessados remotamente. “Tivemos uma redução de 50% nos custos de infraestrutura”, diz Fernando Campos, diretor técnico da Samba Tech.

Além dos custos, apostar na nuvem tem gerado vantagens como alta disponibilidade de acesso às informações, facilidade de integração e menor esforço para a atualização de hardware e software. No caso da Samba Tech, a estrutura para armazenar vídeos e soluções de TI exigiriam muitos servidores físicos. “Precisaríamos de um grande investimento inicial para manutenção, mão de obra; e muitas vezes esses servidores se tornam obsoletos rapidamente”, afirma Campos. “Soluções de cloud computing eliminam esse gargalo.”

Saiba mais sobre computação em nuvem, serviço oferecido pela DANRESA.

Case de Sucesso DANRESA.

Cloud Computing e IaaS reduzem custos de empresa de manufatura.

O projeto de virtualização da Eurobras foi executado pela DANRESA

A Eurobras, líder de mercado especializada na fabricação e fornecimento de soluções habitacionais metálicas, atendendo ao mercado nacional e internacional, constatou no início de 2010 que 99% dos problemas críticos relacionados ao uso de sistemas de informação ou recursos de tecnologia tinham ligação com hardware, o que gerava a paralisação de servidores e, consequentemente, impactavam o funcionamento do ERP SAP, o sistema de e-mail e o acesso à Internet, entre outras funções fundamentais ao dia-a-dia dos negócios da empresa.

Adicionalmente, a empresa começou a traçar, em março do ano passado, um plano de crescimento e consolidação que tinha como pré-requisito uma revisão e adequação de todos os seus processos de negócios, operacionais e de suporte, incluindo os relacionados a Sistemas de Informação e Tecnologia. A revitalização dos processos de TI foi uma das frentes deste projeto de revisão e melhoria de processos, levando a Eurobras a contratar a DANRESA, uma consultoria especializada.

A Eurobras contava com 12 servidores montados em sua matriz, localizada em Santo André (SP). Para diminuir a ocorrência dos problemas de TI, e assim aumentar a produtividade, a empresa tinha como opção substituir todos os seus 12 hardwares montados pela mesma quantidade de equipamentos de marcas consideradas de primeira linha e com arquitetura adequada para uso ininterrupto, como servidores de aplicação e rede. Foi estruturado então um projeto de avaliação de alternativas que contemplasse os requisitos de negócio de disponibilidade, confiabilidade e custos. O projeto produziu um estudo de viabilidade com três cenários:

• Outsourcing de todo ambiente de TI, com fornecimento de equipamentos e serviços de operação, manutenção e suporte na base de contrato de serviços, evitando assim novos investimentos (Hosting)
• Outsourcing de todo ambiente de TI, mas com fornecimento dos servidores pela Eurobras, que faria os investimentos (Colocation)
• Revitalização do CPD Eurobras, com investimentos em reforço de infraestrutura, aquisição de novos equipamentos e manutenção do contrato de suporte e manutenção com a DANRESA.

“O ultimo cenário, num estudo para dois anos, mostrou-se mais vantajoso e fizemos o desdobramento em dois estudos: viabilidade e custos da aquisição de servidores individuais por ambiente sistêmico, ou aquisição de dois servidores maiores e uso de virtualização, ambos visando a uma alta disponibilidade e performance. O cenário escolhido foi o de virtualização” explica Iara Pires, Diretora de TI da Eurobras.

Virtualização como melhor alternativa – Virtualizar o ambiente de TI com a tecnologia VMWare foi a melhor alternativa proposta pela consultoria de TI DANRESA. “O projeto durou cerca de dois meses e hoje a estrutura da Eurobras possui apenas dois servidores bastante robustos virtualizados e mais um storage, garantindo alta disponibilidade, estabilidade e redundância de fontes, discos HD e processadores”, afirma o sócio-diretor da Danresa, Renato Porta.

Além destes benefícios, a Eurobras também tem a flexibilidade de criação de novos ambientes, acomodando necessidades de expansão geográfica, com a criação de novas filiais e também a migração para o SAP das demais empresas do Grupo: Dynaplan sediada no Rio, e Planeta Saneamento, que comercializa sanitários químicos móveis, sem necessidade de aquisição de equipamentos adicionais.

Além de conseguir promover o crescimento de capacidade computacional dentro de um mesmo espaço físico no datacenter, a Eurobras também estima uma economia de 73% no consumo de energia elétrica. Com a finalização do projeto de virtualização na matriz, a empresa agora fará a replicação deste modelo para as principais filiais.

Fontes: www.itweb.com.br
www.cafedasquatro.com.br
www.decisionreport.com.br
www.revistafatorbrasil.com.br

Virtualização no Brasil: qual o tamanho do mercado a ser explorado

por Renato F. Porta – Sócio Diretor da DANRESA

Não há dúvidas de que, globalmente, a tecnologia de virtualização, capaz de potencializar a capacidade de processamento dos servidores de rede, já se popularizou no ambiente corporativo, tendo ainda muito a crescer nos mais diversos perfis e tamanhos de empresas. Previsões do Gartner apontam que 55% de toda a nova carga de trabalho no mundo será feita em servidores virtuais neste ano, contra 40% em 2009. Em relação às cifras, a consultoria calcula que o mercado mundial de virtualização vai chegar a US$ 4,2 bilhões em 2013 e se, as projeções se confirmarem, a movimentação em 2010 será de US$ 2,1 bilhões.

Mas e o Brasil, como está caminhando na adoção desta tendência que, globalmente, tem se mostrado irreversível? Bem, felizmente já podemos afirmar que por aqui a virtualização está cada vez mais perdendo o status de tendência para ser vista como realidade.

Obviamente, essa movimentação tem mais força entre as grandes corporações, mas já se percebem avanços também no segmento PME. A disponibilidade de produtos gratuitos, como o VMware Server e XEN (open source), entre outros, mesmo que com funcionalidades limitadas em comparação às versões pagas, facilitam a experimentação da tecnologia e ajudam a quebrar as resistências.

Promover o conhecimento sobre a virtualização e seus benefícios talvez seja o maior desafio a ser superado no mercado nacional. O suporte de mais de 90% de servidores em uma solução virtualizada é outro fato que tem contribuído significativamente para alavancar a tecnologia.

Para se ter uma ideia, o Brasil já representa atualmente aproximadamente 55% do volume de vendas da VMWare na América Latina. Empresas dos segmentos de Finanças, Governo, Telecomunicações e Data Centers são as que mais têm puxado esse movimento, mas, conforme dito anteriormente, a adoção vem gradativamente se espalhando para outras indústrias, inclusive entre as PMEs. Dados de mercado indicam que o volume de vendas da VMWare na América Latina corresponde a cerca de 5% do montante mundial, revelando o quanto ainda há de espaço para crescimento da tecnologia entre as empresas brasileiras.

Ou seja, a virtualização ficará com uma boa fatia dos investimentos em TI para 2011, à medida que forem crescendo o amadurecimento e a confiança quanto à instalação da tecnologia. Hoje já se nota no mercado que a aceitação aos servidores virtualizados vem crescendo inclusive para aplicações críticas, como as de ERP. O amadurecimento da tecnologia de virtualização dá garantia às empresas de que o nível de proteção é alto.

E por que, afinal, a virtualização é tão atrativa assim? Quais os benefícios concretos? Economia de recursos é, possivelmente, a resposta mais completa para a questão. Não podemos nos esquecer de que cada servidor possui sua fonte de alimentação própria. Num ambiente de virtualização, o número de servidores de uma companhia cai incrivelmente, uma vez que a tecnologia consolida e centraliza aplicações, tirando o máximo de aproveitamento dos recursos existentes.

Assim, economiza-se com aquisições futuras de hardware, refrigeração e energia elétrica. A forma de se fazer back up, algo sempre preocupante e custoso para a área de TI, também é otimizada em um ambiente virtualizado.

E então, é ou não um bom negócio apostar na tecnologia de virtualização? As empresas que optaram por essa iniciativa não se arrependem…

*Renato Porta é sócio-diretor da DANRESA, consultoria de TI com mais de 12 anos de experiência no mercado.

Fontes: www.itweb.com.br

www.hostne.ws

www.adnews.com.br

consumidormoderno.uol.com.br

www.incorporativa.com.br